terça-feira, 15 de dezembro de 2015

BTG: Demissões e Desmanche

Demissões expressivas de pessoal?

Cada dia que olhos os jornais, fico mais assustado com do desmanche das empresas brasileiras. Além do desmanche da Petrobras e suas prestadoras de serviços, agora até os bancos começam a ser afetados. O Brasil passa por uma grande operação de recomposição política e econômica. Uma verdadeira guerra não declarada. Além dos prejuízos que qualquer guerra trás, esta guerra ataca somente as operações que comprometem os governos de Dilma e de Lula, preservando o PSDB e seus aliados. Apesar da parcialidade, o Brasil está vivendo a maior operação contra a corrupção já vista.

No caso dos bancos, temos como principal vítima desta guerra, o BTG, de André Esteves. Ao envolver-se com operações comprometedoras e até ilegais, o jovem banqueiro, além de destruir sua vida e de sua família, comprometeu profundamente o seu banco, o BTG.

Todos os dias o BTG está nas capas do jornais. E os jornais têm priorizado o desmonte da imagem pública de André Esteves. Como já fizeram com Eike Batista.

Hoje, o jornal Valor, divulga na capa:

"Em delação, Cerveró cita Color e DVBR, de Esteves"

Mesmo o jornal dizendo que André Esteves comprou a rede de postos de gasolina em Brasília, através da DVBR, sua empresa e sem ligação jurídica com o BTG, no corpo da matéria, diz que, para Cerveró, o conjunto das empresas de André Esteves era usado para fazer negociatas...

Já no caderno Finanças do mesmo jornal Valor, na contra capa, há meia páginas de noticias ruins sobre o banco e sobre André Esteves.

Por exemplo: 

"Há uma expectativa de que em breve o banco comece a fazer cortes expressivos de pessoal, já que seus negócios têm encolhido desde a prisão de Esteves e ficarão ainda menores conforme vende ativos para fazer caixa."

Já o titulo da página é: "Sócios e associados do BTG ficarão sem bônus".
Os famosos bônus milionários que os gestores dos bancos recebem todos os anos. Lembram da crise de 2008 com os banqueiros americanos? A crise fica para os clientes e sócios indefesos...

Outra matéria:
"A varejista carioca Leader, controlada pelo BTG, passou os últimos dias renegociando uma dívida de R$ 310 milhões que venceu no último sábado."

A terceira matéria:
"Na sexta-feira, a CVM negou pedido do BTG para recomprar 41% de suas units em circulação na bolsa (free float) e manter os papeis em tesouraria."

Porque o Banco Central não decreta intervenção no BTG?

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