quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Certas coisas, não tem desculpa

Quem é educador precisa ser educado

A crise, muitas vezes, faz as pessoas perder a postura.
Uma criança ficar nervosa e ficar hostil, é compreensível.
Uma pessoa idosa ser rabugenta, é comum pela idade.

Um músico, precisa tocar bem para ser valorizado.
Um pai, precisa cuidar bem dos seus filhos.
Um chefe, precisa ter autoridade com seus subordinados.

Quem trabalha com pregação de valores sociais,
precisa praticar os valores que defende,
caso não faça isto, perderá a credibilidade.

Quem trabalha com sindicalismo,
primeiro precisa entender o quê é um sindicato,
para que serve e qual é sua função.

Além dos requisitos acima, também precisa
ter identidade com o programa da diretoria eleita
e saber relacionar-se com a categoria profissional
que o sindicato representa, saber relacionar-se
com os colegas de trabalho e, principalmente,
saber ter uma boa relação com a diretoria eleita
pela base e responsável principal pela execução do programa.

Nem sempre os diretores eleitos têm pleno conhecimento
de tantas responsabilidades, nem sempre os diretores conseguem
ter um comportamento exemplar os funcionários do sindicato.
No entanto, quando há algum erro no relacionamento interno,
os funcionários, antes de qualquer iniciativa mais hostil,
precisam conversar com seus dirigentes, mostrando os problemas
e buscando soluções conjuntas. Experiência é muito importante.

Errar é humano, mas ignorar a conjuntura e as demandas imediatas
pode levar muita gente ao sofrimento.
Quando cobramos coerência por parte dos governos,
dos patrões e das lideranças sociais - sejam dirigentes ou assessores -
as pessoas que cobram também devem praticar a coerência.
Percebido o erro, nada melhor do que procurar as partes
e buscar a melhor solução.

No relacionamento coletivo, confiança é um pré-requisito fundamental.
Construir e consolidar confiança é um processo demorado
que leva uma vida, mas que pode evaporar-se em poucos minutos.

Jesus recomenda "perdoar setenta vezes sete", e, na formação sindical,
ensinamos que "a classe trabalhadora aceita erros, o quê não aceita é omissão."
Perdoar e fazer autocrítica é importante, dialogar é fundamental.
Há momentos na vida em que pensamos que estamos ajudando
mas o resultado da nosso comportamento é prejudicial aos outros.

Com tentativas e erros vamos construindo nossa vida.
O momento requer humildade e compreensão.
Tanto para os governantes como para os governados.
O Brasil e a Classe Trabalhadora devem ser nosso norte
na construção de um país para todos.

2 comentários:

  1. Muito bom, mesmo! Cada vez mais seu fã! Abs fraterno.

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