sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A política do filho único na China e no Brasil

A ação de Deus e a ação dos Homens

Hoje a imprensa está anunciando com grande destaque que 
a China acabou com a "política do filho único". 

Curiosamente, as análises são supérfluas, centrando-se na questão do envelhecimento da população e na falta de mão de obra futura. Hoje há 25% de pessoas com mais de 65 anos na China e apenas 13,5% de crianças com menos de 14 anos. (Folha). Sem contar a questão previdenciária. Quem cuidará e sustentará os velhos?

O debate do filho único já teve muita relevância na década de 70, quando a China e a Índia disputavam quem cresceria mais rápido. A China, comunista e racionalista, aplicou a política do filho único e de crescimento econômico intensivo (tomando o lugar de centro  de produção industrial do mundo), enquanto a Índia, com sua liberalidade divina, continuou aumentando a população e a pobreza. Atualmente, a Índia e o mundo copiam a China, crescendo economicamente e contendo o aumento da população.

O Brasil também aplicou aplicou uma política de redução do ritmo de reprodução humana. Uma delas foi a distribuição de camisinhas; outra foi o estímulo oficial a cirurgia pós parto nas mulheres ( a ligação das trompas), nos homens aplicou-se a vasectomia. Além da revolução sexual e feminina Porém, a política mais eficaz foi a do crescimento econômico, migração do campo para as cidades, melhoria da escolaridade e a integração das mulheres no mundo do trabalho.

Vejam um bom exemplo de redução do número de filhos no Brasil.
Meus bisavós tiveram 14 filhos;
Meus avós tiveram 10 filhos;
Meus país tiveram 7 filhos;
e eu tive apenas uma filha.
Meu sogro, que veio do Japão, teve 11 filhos...

Este processo de redução do número de filhos serve para praticamente todas as famílias brasileiras. Mesmo sem o governo brasileiro ter copiado o sistema chinês.

Os religiosos fanáticos tenderão a dizer que os homens não podem interferir nas coisas de Deus, já que, para os conservadores, sexo deve servir apenas para procriação. E isto não cabe aos homens controlar...

Concluindo, em relação a qualidade de vida da humanidade, há a parte de responsabilidade dos homens, há a parte de responsabilidade divina, como há também uma boa participação da natureza. Regiões mais quentes, tendem a ter mais filhos do que regiões mais frias. Períodos de secas e de falta de comida, períodos de guerras e calamidades levam à redução do crescimento populacional. A população do mundo está crescendo mais lentamente e, se Deus quiser, irá começar a decrescer em breve. Como já acontece no Japão e na Europa.

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