sábado, 23 de maio de 2015

Demissões na Osesp

Alckmin reduz verba da OSESP

Li com tristeza a notícia no Estadão desta sexta-feira, dia 22/05, que o governo do Estado de São Paulo cortou 10% da verba para Osesp. Com isto provocou demissão de 10% dos funcionários além de outros cortes.

Ainda ontem no final da tarde, fiquei mais de meia hora parado na Augusta porque a Rua Consolação parou com a passeata dos professores em greve há dois meses.

Os governos estaduais estão sem dinheiro? Porque não chamam as representações institucionais de cada estado e negociam uma nova realidade, um pacto de governabilidade onde todos participem e contribuam?

No caso específico da Osesp, fico mais triste ainda porque fui assinante durante vários anos e neste ano não renovei nossa assinatura. Se eu soubesse que iria faltar dinheiro eu a teria mantido, em solidariedade. Quando não renovei a assinatura foi por não estar gostando do desempenho da orquestra, particularmente com a regente. Sou meio tradicional com música clássica.

Música e educação são duas coisas fundamentais na vida da gente. 
Eu comecei a estudar clarinete aos nove anos de idade, em Serrinha-Bahia e curto música até hoje. Da mesma forma, sou de uma família que sempre estudou em escolas públicas e temos médica, arquiteto, matemático, físico, economista, artista plástica, contador e administrador de empresa. Inclusive alguns com mestrado e doutorado. 

São Paulo, que é o Estado mais rico do Brasil, não pode dar mau exemplo para o Brasil. O governador poderia, ao menos, ter mantido a verba, em vez de reduzi-la.

Todo apoio à Osesp!
Todo apoio aos professores e professoras do Estado de São Paulo!


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