quarta-feira, 22 de abril de 2015

PL 4330 e as mentiras na imprensa

É bom para quem?

Quando o jornal não quer mentir diretamente, ele arranja alguém que faça a declaração mentirosa e sai a publicação como sendo afirmação de determinada pessoa, um empresário, um político ou um professor, assim passa a ideia de informação verdadeira.

No caso do PL 4330, tanto os jornais, como os entrevistados, estão mentindo abertamente. Todos sabemos que os donos dos jornais, Rádios e TVs apoiam abertamente o direito de terceirizar tudo, transformar jornalistas em PJ - Pessoas Jurídicas, sem direitos trabalhistas e sem benefícios.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, também tem insistido na mentira de que não há perdas com o PL 4330. Mas aí é normal, ele representa a classe patronal. Difícil de entender é quando se vê dirigentes sindicais que deveriam representar os trabalhadores, fazerem o mesmo discurso do patrão.

Hoje é mais um dia de decisão no Congresso Nacional. Quem sabe depois de ouvir suas bases em seus estados, os deputados federais resolvam reconhecer que há perdas de benefícios neste projeto. 

Este PL 4330 é o maior crime trabalhista desde a criação da CLT - Consolidação das Leis do Trabalho, por Getúlio Vargas. Nem a Ditadura Militar teve coragem de fazer o que Eduardo Cunho e seus aliados estão tentando fazer. É crime!

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