terça-feira, 17 de março de 2015

Democratização das provocações

A Internet e a Imprensa

Quando Gutemberg descobriu a impressora possibilitou uma das maiores revoluções da história da humanidade: A democratização da Informação. Não foi por acaso que o primeiro livro impresso foi a Bíblia em alemão, tirando o monopólio da Igreja Católica com suas Bíblias em latim. A partir da impressora, o mundo deixou de ser o mesmo.

Com a invenção da Internet, o mundo vive uma nova onda revolucionária de grandes proporções. Agora, qualquer cidadão, mesmo sendo criança, pode escrever o que quiser, editar fotografias e publicar nas redes sociais. O mundo perdeu a privacidade com a Internet. Para o bem e para o mal.

Da mesma forma que a impressora possibilitou que qualquer cidadão que tivesse recursos imprimisse seu livro, a internet tem possibilitado a qualquer indivíduo sentir-se tão importante quanto qualquer governante ou astro famoso. Isto é bom.

No entanto, no caso do Brasil atual, tem aparecido tanta baixaria nas redes sociais que ficamos pensando aonde vamos parar. Além do povo do Estado Islâmico com suas degolas publicas e universais, temos também as montagens e as chamadas mais estapafúrdias do mundo. Tudo isto tem sido possível em nome da liberdade individual e coletiva.

Qual é o limite disto turno? Como achar o ponto de equilíbrio? Onde vamos parar?

Não sei. Gosto de falar de flores, da vida e também de política. Mas ando ficando com medo do que vem acontecendo no Brasil. Já não temos um Ovo da Serpente, temos milhares de ninhos de serpentes sem compromisso com a verdade e com o respeito. E este filme a gente já sabe como acaba. Deixaremos chegar à violência geral e irrestrita? Ou vamos botar limite na barbárie?

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