quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Aviso aos militantes pró-Dilma

Manter o "Grau de Investimento"é muito importante

E "abandonar o ajuste fiscal seria suicídio econômico e político para Dilma", quem afirma isto é o grande economista Nouriel Roubini. Ele ainda complementa: "O cenário global pode até se enfraquecer, mas o rating do Brasil depende das políticas domésticas". E continua: Acho um rebaixamento improvável. Não acho que o Brasil pode virar uma Argentina ou Venezuela". Roubini prevê também que o Brasil vai voltar a se aproximar economicamente dos Estados Unidos, em função do fim do ciclo das exportações de commodities e da inflação ainda alta no Brasil.

As afirmações acima estão publicadas no jornal Estadão de hoje, página B5, do Caderno de Economia.

A dúvida econômica, portanto, é se necessariamente tenha que ser executada por um teórico do neoliberalismo ou por um desenvolvimentista. Ou ainda por uma dupla como Levy e Barbosa, sob a batuta da presidente Dilma.

Já a dúvida política é porque o governo não dialogou com a militância que o elegeu, explicando o que pretendia fazer e como pretendia fazer. O governo errou já na forma e no conteúdo das medidas provisórias 664 e 665, quando pesou na mão contra os trabalhadores, os jovens e os dependentes de perícias médicas. A pressa é a inimiga da perfeição, mas não justifica punir mais os trabalhadores do que os empresários especuladores.

A partir de fevereiro, passadas as eleições para presidências da Câmara e do Senado, o Brasil entrará na rotina de 2015, mesmo com o Carnaval pela frente. Tudo indica que teremos Cunha e Renan, ambos do PMDB, porém um adversário e outro aliado do governo, mesmo sendo os dois do PMDB.

O Congresso Nacional é um grande fazedor de despesas e de morosidade. Portanto, caberá aos representantes produtivos da sociedade, empresários e trabalhadores, constituírem Foruns para somar esforços na retomada do crescimento econômico e contenção da inflação. Por falar em conter a inflação, o Banco Central brasileiro já voltou a falar em aumentar ainda mais a taxa selic.

É hora de voltar a governar "com todos, para todos e sem medo de ser feliz".
É preferível errar com o povo, do que acertar somente com o Sistema Financeiro Especulativo.
Vamos reanimar o Brasil, estimulando todos ao trabalho, com transparência, inclusão social, qualificação profissional e participação nas decisões.

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