terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Imprensa golpista articula com judiciário

Pior do que Aécio, é a Imprensa

Não basta ser jornalista ou da imprensa para ser honesto, é preciso demonstrar honestidade. Fazer pesquisa manipulada ou programada para receber as respostas desejadas isto tem sido normal na nossa imprensa, mas, atuar de forma articulada com juízes, sejam eles de que área for do Judiciário, isto está ficando cada vez mais acintoso.

As manchetes da Folha e do Estadão de hoje são mais uma prova evidente de que a imprensa paulista está investindo no golpe ou na venezuelização do Brasil. A imprensa não quer deixar Dilma governar, mantendo-a sobre pressão e estimulando a desconfiança da população contra ela.

Os próprios jornais já apresentam "estudos" e entrevistas com professores universitários justificando por que a direita está crescendo e saindo do armário no Brasil. A imprensa usa frases como "antes a direita não aparecia porque estava vinculada à Ditadura Militar, agora, a própria direita pede o militares de volta".

Os partidos políticos, ainda mais com a existência de mais de vinte partidos, estão cada vez mais articulados com a Imprensa e com o Judiciário. Enquanto a maioria do Judiciário observa calada, a minoria, articulada por juízes publicamente vinculados ao PSDB, usam e abusam de seus poderes.

A dicotomia Aécio-Alckmin é combinada. Aécio agride e Alckmin negocia transferências de recursos para São Paulo. No final, avalia-se qual será melhor para competir e tentar recuperar o poder político para São Paulo. Aécio foi e é candidato de e para São Paulo. Sem São Paulo, a força de Aécio seria desprezível.

Como por limite nestas provocações?

Ou o Congresso Nacional se posiciona ou o povo terá que ir às ruas exigir o respeito às urnas e a ordem. O Congresso Nacional ser fraco e desmoralizado é uma coisa, o povo ocupar as ruas é outra história. O país vive com Congresso Nacional fraco, mas não vive com o povo ocupando as ruas e a economia parada.

Como dizia Marcello Rubens Paiva:

Feliz Ano Velho!

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