domingo, 21 de dezembro de 2014

A Imprensa e a Bíblia

A Democracia desmascarou a imprensa

Antigamente as pessoas afirmavam categoricamente: É verdade! Eu li no livro tal - como se tudo que estivesse escrito num livro fosse verdadeiro. O mesmo acontecia quando alguém citava uma frase da Bíblia. Pronto! Se estava na Bíblia não se questionava mais. Com o tempo, este raciocínio também passou a valer para os professores, juízes e a imprensa, principalmente os jornais de grande circulação, a TV e o Rádio.

Com a consolidação da democracia, as verdades foram sendo desmascaradas e se transformando em meias verdades. Cada um as vê como acha melhor. É o famoso: Depende! A imprensa e o judiciário são os mais afetados pelas meias verdades. A mesma lei que serve para um, não serve para outro. A mesma notícia gerada por uma pessoa tem versão diferente quando for gerada por outra pessoa. Tudo é conveniência.

Digo isto porque depois de folhear dois grandes jornais de domingo como a Folha e o Estadão, imensos em tamanho e ruins em conteúdos, fico pensando se não estou fazer papel de bobo. Pagar para tentar ler jornais que me agridem tanto na abordagem da notícias como pela forma que noticia. Quando muito, consigo dar uma lida em algumas notícias culturais. Uma atriz, um filme, um concerto, um regente, uma música, etc.

Nossa imprensa forma reacionários, estúpidos e preconceituosos...
E por que insisto em manter as assinaturas? Não sei. É como a necessidade de se ir ao cinema ver filmes que não agradam. O que seria "um lazer", transforma-se num castigo... Então, o melhor lazer para paulista acaba mesmo sendo ir para restaurantes e fazer uma boa refeição com os amigos. Mesmo que tenhamos que pegar filas e pagar caro.

Se não consigo ler os jornais, ainda consigo ler a Bíblia,
com olhos da História, não com a religiosidade dos crentes fanáticos.

Talvez o ideal seja voltar a ler os livros clássicos,
ver os filmes clássicos e fazer boas caminhadas pelo bairro.
Ainda mais quando se mora na Vila Madalena...

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