sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Nassif continua denunciando fraudes

E se roubarem domingo?

Porque a Bolsa subiu nesta sexta-feira?
Por causa da provocação da Veja?
Ou porque está prevendo a fraude?
Ou as duas coisas juntas? 

Se as pesquisas continuarem ampliando a vitória de Dilma, 
passando de dez pontos de vantagem. 
Se a população resolver votar em peso em Dilma. 
Se a própria imprensa reconhecer a vantagem de Dilma.

Se, mesmo acontecendo tudo isto, os fraudadores resolverem roubar a eleição neste domingo, como reagirá o Brasil? Como fica a governabilidade? Depois de roubado, ou se anula a eleição e se faz outra, ou se mantém o resultado fraudado ou podemos ir para uma guerra civil, sem precedente na nossa história.

Como garantir o respeito à vontade do Povo?
Se depender de parte de nossa imprensa,
"Os fins justificam os meios".
Isto também vale para parte do Judiciário
E dos empresários e da classe média racista.

Na dúvida, leia mais esta reportagem do economista Luiz Nassif.


sex, 24/10/2014 - 12:48 Atualizado em 24/10/2014 - 13:10
Patricia Faermann - Blog de Nassif

Jornal GGN - Há menos de três meses, um jovem hacker recém formado pela Universidade de Brasília acessou o sistema das urnas eletrônicas no TSE e descobriu, entre 90 mil arquivos, um software que possibilita a instalação de programas fraudados: o “Inserator CPT”. A ação foi planejada pela CMind (Comitê Multidisciplinar Independente), formado por especialistas em tecnologia.

A advogada Maria Aparecida Cortiz, que participa do grupo, articulou a estratégia dentro do Tribunal Superior Eleitoral, representando o PDT, depois que o presidente da Corte Dias Toffolli anunciou que não abriria edital para testes nas urnas das eleições 2014. “Não vai fazer teste? Então vamos por um hacker lá dentro para descobrir o que tem de errado”, disse em entrevista ao GGN.

Cortiz descobriu outra brecha no sistema: além do Inserator, o programa comandado pela empresa Módulo Security S/A – conforme relato do GGN a única proprietária do serviço por 13 anos com contratos irregulares – é transmitido de Brasília para os estados por meio da insegura rede da Internet.


As denúncias de irregularidades foram enviadas ao TSE em uma petição. Entretanto, a petição não virou processo e foi arquivada por um juiz da Secretaria de Informática. Além da omissão do próprio ministro Dias Toffoli, a advogada ainda denuncia o desaparecimento de quatro páginas do documento. “É o crime perfeito. O réu julga suas próprias ações”, conclui.

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