segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Eleições: Nada será como antes

Emoções, ressentimentos e ódio

Quando uma disputa eleitoral se transforma em ódio e violência?
Quando as emoções estão à flor da pele.
Quando os ressentimentos atuam sobre o comportamento.
Quando o ódio gerado pela inveja se sobrepõe a razão.

Qualquer que seja o resultado das eleições neste domingo, dia 26,
passaremos por um período muito tenso e perigoso.
O Brasil poderá voltar a crescer e superar este mal estar.
Ou poderá entrar em recessão e aumentar o mal estar.

É claro que a imprensa continuará tendo um peso grande,
O judiciário continuará atuando conforme a conveniência
E a falta de segurança continuará em todos os níveis.
Mesmo tendo mais repressão, mais conservadorismo
e menos tolerância.

Se Dilma ganhar, não poderá ignorar o que foi esta campanha eleitoral.
Como também não poderá deixar de ouvir o clamor da Classe Média.

Se Aécio ganhar, o Brasil voltará a ter desemprego,
arrocho salarial e vendas das empresas brasileiras.
E ninguém poderá dizer que não foi avisado.

O mais perigoso nesta eleição será
se o vencedor ganhar com suspeita de fraude.
Alguns sinais apareceram no primeiro turno
mas não foram analisados, facilitando a sua repetição.

Se durante esta semana, e até domingo,
as pesquisas continuarem no "dois prá lá, dois prá cá"
a possibilidade de a fraude reaparecer só aumentará.

Ou o TSE e os partidos, garantem mecanismos de segurança
contra a fraude, ou voltaremos a ser uma vergonha internacional
continuando a ser um provedor de mão de obra e de matérias primas.

A imprensa, o judiciário, os religiosos reacionários e o ódio de classe
já estão prontos para legalizar a vitória a qualquer preço.
Como estiveram prontos em 1964.

A História provou quem estava certo,
mas não recuperou a vida e a dignidade
dos que foram perseguidos, demitidos,
asilados e assassinados.

A História também nos dará razão.
Ganhando democraticamente
ou perdendo para as Forças Ocultas.

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