terça-feira, 16 de setembro de 2014

São Paulo humilha Aécio

Josias fala por quem?

Os paulistas colegas de partido de Aécio, 
estão mandando um duro recado. 
Nesta matéria assinada por Josias de Souza, 
retratar a dupla derrota de Aécio, como fez, é querer humilhá-lo. 

Por que tanta dureza, num momento tão difícil para Aécio?
Não vou me prolongar nas considerações.
Leiam e cheguem as suas próprias conclusões:

Dupla derrota pode fazer de Aécio fiasco do ano
Josias de Souza – UOL - 16/09/2014 21:25
A palavra ainda não foi usada, talvez por cautela, talvez por misericórdia. Mas as pesquisas já insinuam que a participação de Aécio Neves na temporada eleitoral de 2014 pode resultar num fiasco. Seria apenas uma derrota se Aécio ficasse de fora do segundo turno da disputa presidencial. Será um malogro ainda mais estridente se o grupo de Aécio perder para o PT o governo de Minas Gerais.
Se confirmado, o duplo infortúnio não será uma condenação. Em política, os fiascos são sempre embaraçosos. Mas não são necessariamente mortais. Inevitável, porém, constatar o obvio: Aécio corre o risco de sair de 2014 menor do que entrou. No plano federal, a derrota o devolveria a uma fila que deve ter Geraldo Alckmin no primeiro lugar em 2018. Um fiasco estadual intimaria Aécio a dedicar-se à província.
Na corrida pelo Planalto, Aécio desceu à crônica como vítima do fortuito. Encaminhava-se lentamente para um segundo turno contra Dilma quando a morte de Eduardo Campos deu vida à candidatura Marina Silva. O Ibope informa que Aécio cresceu quatro pontos, batendo em 19% das intenções de voto. Mas ele precisaria de mais tempo —ou de um milagre— para arrancar do ringue Dima Rousseff (36%) ou Marina Silva (30%).


Na disputa estadual, Aécio errou sozinho, sem o auxílio do acaso. Escolheu como candidato ao governo mineiro Pimenta da Veiga, um piano difícil de carregar. Dispunha de alternativas mais leves. Hoje, informa o Ibope, Pimenta soma 23% das intenções de voto. O petista Fernando Pimentel, amealha expressivos 43%. 

Aécio talvez devesse considerar a hipótese 
de passar o resto da campanha 
falando ‘uai’ e comendo pão de queijo.

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