segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Queda de Marina nas pesquisas

Banqueiros demonstram os fatos

Está parecendo a Seleção Brasileira na Copa do Mundo. 
Não era grande coisa, de repente 
a imprensa criou uma imagem maravilhosa e, 
na hora do jogo, não tinha futebol. 
Tinha aeroportos, infraestrutura e um povo maravilhoso...

Malafaia como técnico eleitoral desorganizou a campanha. 
Quem mandaria no Brasil? 
Para que serviria tanto esforço?
Para desorganizar o Mercado e o Brasil? 
Não basta a crise do Oriente Médio e da Europa?

Governar é coisa séria!

Vejam a matéria do jornal Valor.

Bovespa tem maior tombo desde fevereiro 
com eleição e tensão externa

Por Téo Takar | Valor – 08/09/2014 ‘as 17h57

SÃO PAULO  -  A bolsa brasileira fechou com forte correção nesta segunda-feira, depois de viver um pregão de intensa volatilidade. O mercado chegou a subir mais de 1% logo na abertura, com investidores reagindo à pesquisa Sensus divulgada no fim semana, que mostrou Marina Silva à frente de Dilma Rousseff com quase 15 pontos percentuais de vantagem.
Pouco depois, passou ao terreno negativo com rumores de que uma pesquisa interna do PSB teria mostrado as duas candidatas à Presidência da República empatadas no segundo turno. E o clima azedou de vez com a piora do clima nos mercados internacionais.
Além de novos desdobramentos da crise entre Rússia e Ucrânia – agora a Rússia ameaça proibir que empresas aéreas estrangeiras sobrevoem o país -, o plebiscito para separação da Escócia do Reino Unido entrou no radar dos investidores.
Libra, euro e iene perderam valor para o dólar. E o petróleo Brent operou abaixo da linha de US$ 100 por barril, o que pressionou as ações de empresas petrolíferas em Wall Street.
Investidores também repercutiram um estudo do Federal Reserve de São Francisco. Segundo a instituição, o mercado pode estar subestimando o ritmo de alta dos juros pelo banco central dos Estados Unidos, o que, em parte explica a baixa volatilidade nos mercados financeiros do país.

A pesquisa realizada pelos economistas Jens Christensen e Simon Kwan mostra que determinados participantes do mercado esperam que a política monetária seja mais acomodatícia do que o previsto pelos integrantes do Fed.

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