segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Estadão: Quando quer informa

Consegue até ser melhor que a Folha

Ontem, domingo, não consegui ler uma matéria sequer do Estadão.
Só tinha matérias ruins. Uma vergonha!

Hoje, segunda-feira, pequei o jornal meio desconfiado.
Será que seria tão ruim quanto ontem? Para minha surpresa,
parecia um jornal de outra empresa. Nem parecia o Estadão…

Na edição de hoje tem uma boa entrevista de duas páginas sobre economia nacional. Delfim Neto e José Roberto Mendonça de Barros, mesmo a gente não concordando com tudo, acabam dando uma boa aula de economia.

Para completar a aula de economia, há um Caderno Especial sobre as propostas econômicas dos candidatos a presidência da república, Dilma, Aécio e Marina, sendo entrevistado um economista de cada candidato (a).

Finalmente, o Caderno 2, apresenta na última página uma longa reportagem sobre os 70 anos do pianista Nelson Freire e, de quebra, um bom artigo de Lúcia Guimarães, correspondente do jornal em Nova York.

Para quem não leu nenhuma matéria no domingo, ainda antes de sair de casa, ler duas páginas sobre economia e uma página sobre música, é uma verdadeira revolução.

Curiosamente, mesmo a Folha de hoje está melhor do que a de ontem (domingo). O interessante é que sempre achei que "domingo" fosse o dia mais nobre dos jornais. Parece que deixou de ser…

Ultimamente, nas segundas e quintas-feira os jornais andam melhores do que nos outros dias.

A imprensa é assim, quando quer informa, forma, mostra belas fotografias e faz boas reportagens.

Pena que não seja sempre assim.

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