segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Eleições: Chegamos a Setembro

Para a imprensa e os conservadores, agora Vale Tudo!
Para os que defendem o Brasil para todos, é hora do corpo a corpo.

Os jornais de hoje estão esperando orientações do Comitê de Campanha da Folha e da Globo. Para quem gosta de economia, parece que estamos em outro país.

Agora começam aparecer os cadernos especiais sinalizando como será o Brasil com os tucanos e marineiros administrando o Brasil. Os neoliberais estão eufóricos. Até Helena Landin e outros economistas neoliberais já declararam apoio a Marina. Cada dia os jornais apresentarão nova lista de "formadores de opinião" declarando apoio. É fórmula mais antiga do que Coca Cola...

Lembram da diferença entre democracia representativa e democracia participativa? Em período eleitoral cada parte deve defender seus interesses. Os conservadores e neoliberais já escolheram seu lado, rifaram Aécio e agora estão com Marina. Vale tudo contra Dilma e o PT.

Cabe aos beneficiários das políticas públicas promovidas por Lula e Dilma defenderem seus direitos e suas conquistas. Só ficar reclamando da grande imprensa não vai adiantar muito. É preciso ir para o corpo a corpo, disputar os corações e as mentes.

Durante os governos Collor e FHC, o Brasil piorou mais não acabou. Ficou manco...

Lula mudou o Brasil para melhor.
Lula praticamente teve que reconstruir o que tinha sido destroçado por Collor e FHC. Recuperou os salários e empregos, aumentou o consumo e a produção, investiu nas estatais, valorizou as empresas nacionais e principalmente priorizou a inclusão social e a distribuição de renda para todos os brasileiros.

A palavra final é do povo brasileiro,
mulheres e homens, jovens e velhos,
trabalhadores do campo e das cidades.

O bom da democracia é isto,
a palavra final está no voto.
Quem tiver mais capacidade de convencimento vence.

E a vida continua, para quem ganha e para quem perde.
Mesmo que muitas feridas sejam abertas,
e depois sejam cicatrizadas,
deixando traumas como o holocausto,
mortes e o desemprego.

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