sábado, 30 de agosto de 2014

Folha descarta Aécio

Chegamos a fase decisiva da campanha

Tanto para Aécio, como para Dilma. 

Aécio precisa aceitar seu novo papel de coadjuvante e franco atirador contra Dilma para poder ter um cargo no governo Marina, se esta ganhar a eleição.

Já Dilma, precisa mostrar aos beneficiários das políticas públicas de Lula e de seu governo que, caso Marina ganhe, estes benefícios deixarão de existir, cabendo a eles também se defenderem para garantirem seus direitos e suas conquistas.

Os milhões de beneficiários, das pequenas e das grandes cidades, universitários, com moradias próprias e tantos benefícios precisam entender que case Marina ganhe teremos mais desemprego e mais arrocho salarial a qualidade de vida vai piorar mais ainda.

O próprio jornal Estadão deste sábado declara que Marina sinaliza com a economia conservadora e no social mais liberal, aceitando casamento gay e aborto legal. Pelo jeito os valores religiosos começaram a ficar para segundo plano, ou somente para dentro de casa.

O jornal Valor de ontem (sexta-feira) já mostrou que Marina vai entregar o Banco Central e o sistema financeiro para os bancos privados (leia-se Itaú) e vai diminuir o papel do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Só falta aceitar a privatização da Petrobrás. Quem duvida?

A Folha de São Paulo concluiu que era hora de descartar Aécio, reduzindo seu porcentual de 19 para 15%. Na verdade, Aécio está mais para 10% ou 8% como estava Eduardo Campos. A estratégia da Folha é forçar o crescimento de Marina para tentar chegar na frente já no primeiro turno, facilitando a campanha do segundo turno.

Agora é tudo ou nada.
Quem chegar em primeiro lugar no dia 05 de outubro
poderá fazer a campanha "vote em quem está ganhando".

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