sábado, 26 de julho de 2014

Quando os jornais ficam diferentes

A brutalidade de Israel

A Folha e o Estadão andam se copiando em quase tudo. Na capa, nas manchetes, nas fotos e na mediocridade quando tratam da política nacional, isto é, o ódio e a má fé jornalística que tratam o PT e o governo Dilma.

Na Economia, na Cultura e nas questões internacionais, normalmente o Estadão é melhor do que a Folha. Enquanto a Folha é neoliberal e subserviente aos Estados Unidos, o Estadão é mais desenvolvimentista, mais nacionalista e independente.

Em relação a cobertura da violência das Forças Armadas de Israel contra a população palestina na Faixa de Gaza, até parece que são duas agressões distintas, quando se compara o que o Estadão publica e o que mostra a Folha. Ainda ontem o Estadão deu um show de eficiência, enquanto a Folha se perdia em pequenos agrados a Israel. Gilles Lapouge escreveu belíssimo artigo e as demais matérias do Estadão sobre as questões internacionais eram educativas e esclarecedoras.

Lendo os jornais de hoje a sensação é a mesma.
O Estadão é muito mais jornal.
Pena que quando falam de política nacional
a mediocridade se iguala.

Educação, Liberdade e Democracia
são coisas que se combinam e se complementam.
Curiosamente são três temas ainda carentes no Brasil.
Talvez se São Paulo e o Brasil tivessem mais diversidade e
mais jornais, rádios e TVs o país teria
mais Educação, mais Liberdade e mais Democracia.

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