sábado, 5 de abril de 2014

Problema da Petrobras não é de CPI

O problema da Petrobras é de gestão

Depois que Graça Foster chegou à presidência da empresa, tudo que estava andando começou a desandar. Ela até poderia redefinir a estratégia e os objetivos da empresas, mas não deveria ficar passando tudo para a imprensa, como se o passado da Petrobrás fosse tudo ruim e ela ser a poderosa que resolveria tudo.

Nem resolveu, nem acalmou o mercado, nem tranquilizou o governo. Pelo contrário, transformou a vida de Dilma e de todos envolvidos com a Petrobrás um inferno. E a imagem da empresa foi para o lixo.

E não adianta culpar o ex-presidente e outros diretores da empresa.
A boa governância não funciona assim. É preciso ver como vai ficar a CPI e as investigações dos órgãos federais para depois arranjar um ou uma presidente que unifique e acalme a empresa, além de prestar conta ao mercado, aos acionistas e aos brasileiros.

Quando a gente vai para as ruas e vê nas bancas de jornais,
tantas revistas falando mal da Petrobrás e do governo,
alguma coisa está errada e a revolta aumenta.

Por ser uma empresa dos brasileiros, com ações na Bolsa de Valores,
requer muita transparência e boa gestão.

Defender a Petrobrás não é um lado querer CPI para parar a empresa,
nem o outro lado ficar dizendo que é baixaria da oposição.

Todos estão errados e o maior perdedor é a Petrobrás e o Brasil.
Cada dia que passa o prejuízo aumenta.
É hora de agir com rapidez e resolver os problemas.

E se Graça Foster renunciasse?
Se Gleise não fosse candidata a governadora do Paraná,
eu a indicaria para presidente da Petrobras.

Um comentário:

  1. sei não... mas preciso me inteirar mais antes de dar palpite

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