quarta-feira, 30 de abril de 2014

Flores na calçada

Na Vila Madalena até no chão temos beleza

Ao andar pela Vila Madalena, se você tiver olhos para ver, encontrará lindas flores em toda parte. Até nas calçadas...


Como se dessem Bom Dia!



terça-feira, 29 de abril de 2014

Folhas que parecem flores

Coisas da natureza...

Com o tempo a gente aprende a admirar as folhas.


Estas são folhas recém nascidas da jabuticabeira.


segunda-feira, 28 de abril de 2014

domingo, 27 de abril de 2014

Bambus no jardim

O charme oriental

O bambu é bonito em qualquer lugar e de qualquer tamanho. 

A foto abaixo é do bambu do nosso muro lateral. Quando chove e a noite cai, as luzes dão um brilho especial nas gotinhas de água. 


sábado, 26 de abril de 2014

quinta-feira, 24 de abril de 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Árvore com flores na Vila Madalena

Flores que nem ladrão acaba...

O ditado popular acima vale para as flores da Vila Madalena.

Medo mesmo, só das construtoras.


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Pausa para aprender - flores e histórias

As paineiras são as cores de abril

Os Ipês rosas estão atrasados e as flores que dão corem à cidade é o rosa das paineiras.



São duas paineiras enormes na esquina da nossa casa.

Elas estão em toda parte de São Paulo.

Temos muito a aprender com as flores,com a História e suas histórias.

domingo, 20 de abril de 2014

Pequenas rosas na Páscoa

A beleza das rosas

Outro dia, quando fui comprar orquídeas, elas não estavam bonitas. Então, comprei apenas uma orquídea e aproveitei para comprar um pequeno pé de rosas com pequenos botões. 

Passados alguns dias, vejam que obra de arte!


Pequenas flores, num pequeno vaso com uma pequena roseira, tudo dentro de um belo vaso de mesa sobre uma toalha rendada trazida de Fortaleza.

Vejam as flores mais de perto.


sábado, 19 de abril de 2014

Flores de outras terras

Boninas - simples e coloridas

Trazidas da Espanha, só Deus sabe quando, estas pequenas flores estão presentes em todo Brasil.

Aqui na Vila Madalena, como no sertão da Bahia, elas alegram os jardins.
Vejam os detalhes...


Agora as branquinhas...


sexta-feira, 18 de abril de 2014

Paineiras da nossa esquina

As flores de Abril

Divinas,vistas de longe, as paineiras deram o tom rosa do mês de abril.

Hoje até tive vontade de mostrar a boa matéria do Estadão sobre nossa rainha do teatro, Fernanda Montenegro, ou ainda falar sobre Gabriel Garcia Marques. Mas resolvi passar um período falando apenas das flores e das plantas. Vou curtir uma quarentena sem falar de política.

Vejam a beleza das flores da Paineira.


O mais interessante é que são duas árvores imensas.
Ainda bem que a dona da casa é paisagista.


Para fazer a transição para o mês de maio, os pés de Ipês rosa começaram a florir.
Mesmo que atrasados.
Vou mostrar que é possível viver priorizando as coisas boas, como as flores.
Como Fernanda Montenegro, Fernanda Torres e as mulheres da minha convivência.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O lado bom da história do Brasil

A gravadora Elenco e a Bossa Nova

Um bom assunto, boas lembranças e um bom texto publicado num bom jornal – o Valor.

Leiam e deleitem-se…

O sofisticado fetiche da Elenco

Por Luciano Buarque de Holanda | Para o Valor – 17/04/2014

Hoje a ideia parece absurda, mas a gravadora Elenco, detentora de tantos LPs icônicos, foi um peixe pequeno em seus anos de atividade (1963-1968).
Fundada pelo produtor Aloysio de Oliveira (1914 - 1995), o selo não tinha parceria com nenhuma multinacional. Por isso, trabalhava com tiragens irrisórias (2 mil cópias, no máximo) e pequenas margens de lucro. A distribuição era centrada no Rio, pois não havia estrutura para ir mais longe.

Mas a pequena clientela era fiel. Especializada em bossa nova e variações, a Elenco tornou-se sinônimo de alta qualidade, uma grife identificada pelo padrão de suas capas, objeto de fetiche para os consumidores.
Eram capas minimalistas, nas quais o branco predominava sobre fotografias P&B de alto contraste e sutis detalhes em vermelho. Quase todas foram assinadas pela dupla César Villela (designer) e Chico Pereira (fotógrafo).

No fim dos anos 1960, a bossa começou a perder espaço. Oliveira percebeu que sua empreitada estava com os dias contados e, então, vendeu o catálogo da Elenco para a Philips. Ao longo das décadas, os principais títulos foram reeditados em diferentes formatos.

Os vinis são relíquias disputadas a preços exorbitantes nos sebos. Isso começa a mudar com o box "Elenco", que encaixota cinco "bolachões" históricos da gravadora: "Vinicius & Odette Lara" (1963), "Nara" (1964), "Caymmi Visita Tom" (1965), "Vinicius/Caymmi no Zum Zum" (1965) e "Bossa Nova York" (1967).
"Vinicius & Odette Lara" traz clássicos como "Berimbau", "Samba da Bênção", "O Astronauta" e "Deixa", parcerias entre Vinicius de Moraes e Baden Powell. A atriz Odette Lara fazia os vocais, enquanto os arranjos ficaram a cargo do maestro Moacir Santos. Foi o LP que inaugurou a Elenco.

"Nara" é o título mais conhecido e emblemático da caixa.
Trata-se da tardia estreia em disco de Nara Leão, que viu a bossa nova nascer em seu apartamento e era uma espécie de musa do movimento. O álbum, porém, já apontava para certa ruptura com o gênero.

Cansada da imagem de moça frágil e cada vez mais engajada com a esquerda, Nara incluiu faixas de acento social, como "Marcha da Quarta-Feira de Cinzas" (Carlos Lyra/Vinicius) e "Canção da Terra" (Edu Lobo/Ruy Guerra), além de sambas que falavam a linguagem dos morros - de Cartola, Nelson Cavaquinho e Zé Keti. Moacir Santos também fez os arranjos.
Trazendo temas como "Inútil Passagem", "Saudade da Bahia" e "Canção da Noiva", o autoexplicativo "Caymmi Visita Tom" reúne a família Caymmi. Além dos filhos Dori (violão), Nana (voz) e Danilo (flauta), Dorival levou ao estúdio até a mulher, Stella. O baiano reaparece no "box" em "Vinicius/Caymmi no Zum Zum".

Com colaboração do Quarteto em Cy e do Conjunto Oscar Castro Neves, o disco é o registro de um show que ficou mais de um ano em cartaz no bar Zum Zum. Não se trata de álbum ao vivo - como o som da casa não era propício para gravações profissionais, Oliveira sugeriu que a dupla Vinicius/Caymmi reproduzisse a apresentação em estúdio. "Berimbau", "Formosa" e "História de Pescadores" figuram no LP.

"Bossa Nova York" é o primeiro trabalho de Sérgio Mendes em solo americano. Se os créditos incluíssem apenas o trio do compositor em canjas com as lendas do jazz Art Farmer ("flugelhorn"), Phil Woods (sax alto) e Hubert Laws (flauta), o disco já seria essencial.

Mas a cereja do bolo é Tom Jobim,
que toca violão em sete faixas - como "Pau Brasil" e "Garota de Ipanema".
Este "box" é o primeiro de uma coleção
que promete resgatar parte do catálogo da Elenco.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Guerra Eleitoral e Vale Tudo

Bahia: Petrobras, Greve da PM e muito mais...

Como dizia Glauber Rocha, é “Deus e o Diabo na Terra do Sol”.

Na Bahia, A extrema direita (DEM) se juntou com a direita (PMDB e PSDB), combinada com os “socialistas” de Eduardo Campos e a tática de investir no caos para desgastar o governo de Jacques Wagner. É o vale tudo!
E ainda não começaram a agir para boicotar a Copa na Bahia.

A Bahia é apenas um laboratório do que pode acontecer nos outros Estados.
É tudo combinado:
As primaveras, as disputas na Europa, as crises na Venezuela e na Argentina. Tudo isto é muito combinado.
É o famoso “vai por mim que te ajudarei”.

Os candidatos do PT e seus aliados devem fazer um pente fino em tudo que faz, evitar comentários politicamente incorretos, evitar andar de carona em avião ou helicópteros, evitar carregar “dinheiro vivo”, etc. Todo cuidado é pouco.

Todos os aliados do PT serão chamados pela imprensa de pessoas comprometidas com operações suspeitas. A imprensa também irá dizer que eles aceitam ser usados pelo PT e que, se eles abandonarem o PT, terão o apoio da imprensa para serem eleitos, ganharão nomes de pontes, ruas e aeroportos e terão seus passados perdoados e esquecidos. Lembram de Quércia? Isto é tão velho quanto à Bíblia. Lembram das tentações de Cristo?

A imprensa vai investir na Família Sarney e em Maluf, para eles deixarem de apoiar Dilma e passarem a apoiar Aécio e Eduardo Campos. Estes sim são os reais representantes da imprensa neoliberal, das privatizações e do arrocho salarial. Estes querem que o Brasil seja rico e tenha muitos ricos, mesmo tendo milhões de pobres e abandonados.

Esta Guerra Eleitoral só me faz pensar:

Porque com a imprensa fazendo tanta baixaria,
o povo ainda elege o PT, Lula e Dilma?

Onde a imprensa erra?
Será que o povo é ingrato?
Será que é por não ler jornais?

Tem uma música que Bethânia cantava, que dizia:
“Eu vou deixar de ler jornais!”

terça-feira, 15 de abril de 2014

40% das agências bancárias serão fechadas na Europa

Espanha lidera terrorismo dos bancos europeus

Durmam com um barulho deste!
Vejam a materia do jornal Valor de hoje.

Bancos europeus fecham 5,3 mil agências em 2013

Por Laura Noonan | Reuters, de Londres
Valor - 15/04/2014

Os principais bancos europeus fecharam ou venderam 5,3 mil agências em 2013, número que deve aumentar à medida que os clientes optarem por mais serviços bancários pela internet em vez do contato pessoal.

Ainda assim, várias instituições de crédito evitam cortes muito grandes por temer que isso atrapalhe a conquista de novos negócios e afaste clientes antigos, além de desencadear reações políticas em regiões mais isoladas.

Os fechamentos de agências são recebidos com consternação quando levam comunidades a ficarem sem um banco local. São reflexo, no entanto, da revolução on-line, que transforma a forma como as pessoas fazem praticamente tudo, desde comprar viagens de férias e comparar preços de seguros até pegar livros de biblioteca emprestados e alugar DVDs. Também são uma forma ideal para os bancos cortarem custos e ampliarem sua base de capital, após terem sofrido os efeitos da crise financeira.

Os números sobre os fechamentos ou vendas de agências em 2013 foram compilados pela "Reuters" com base nos balanços anuais de 26 dos 30 maiores bancos de capital aberto da Europa. Os outros quatro normalmente não divulgam dados a respeito e não os forneceram.

Projeta-se que até 40% das agências europeias serão fechadas entre 2013 e 2020, como consequência da "digitalização" bancária, segundo a firma de consultoria Bain & Company. Isso significaria 65 mil agências a menos na União Europeia, já que no total havia 218 mil agências no fim de 2012, de acordo com os dados do Banco Central Europeu (BCE).

"Isto é apenas o início do fechamento de agências", disse o chefe da Bain para o setor de varejo bancário, Dirk Vater. "Sou consultor do setor bancário há mais de 20 anos. Pela primeira vez, vamos ver algumas mudanças realmente drásticas [...] O setor vai ser sacudido."

Os maiores cortes vieram da Espanha, onde muitos bancos ainda estão às voltas para recuperar-se da crise das dívidas europeias e do colapso dos preços imobiliários. Um estudo de setembro de 2013, feito por analistas do Deutsche Bank, revelou que a Espanha tinha mais agências per capita do que qualquer outro país acompanhado por eles.

O Bankia, formado a partir de sete bancos regionais espanhóis quebrados e socorridos em 2012, cortou 37% de sua rede, o equivalente a 1,1 mil agências, em 2013. Os outros quatro bancos espanhóis entre os 30 maiores - Santander, Caixa Bank, BBVA e Banco Popular Español - cortaram juntos um total de 1.774 agências. Parte disso são unidades estrangeiras que foram vendidas, mas a maioria se refere a cortes na Espanha.

"As redes de agências bancárias precisam continuar encolhendo", disse Maria Dolores Dancausa, executivo-chefe do Bankinter, de médio porte, em conferência em Madri, em abril. "Não sei se ousaria prever se vai ser [um corte] pela metade ou se precisa ser mais do que a metade", diz.

Itália, Chipre e Alemanha também foram apontados como tendo excesso de agências no relatório do banco alemão. Em 2013, contudo, os bancos desses países, com a exceção do UniCredit, da Itália, cortaram menos do que a redução média de 6% dos 26 bancos europeus.

Os bancos de internet já mostraram o que é possível fazer sem uma rede consolidada de varejo e as instituições tradicionais vêm ampliando suas redes on-line. A passagem de atividades bancárias para a internet é sinal de que há menos pessoas optando por locomover-se até seus bancos locais.

O Royal Bank of Scotland, que possui mais agências do que o número somado de supermercados das redes varejistas Asda e Sainsbury, informa que o número de transações em agências caiu 30% desde 2010. Os analistas do Deutsche Bank dizem que os bancos varejistas podem cortar suas despesas em até 15%, no médio prazo, com o fechamento de agências e o reposicionamento das restantes em imóveis menores e com menos funcionários.

Novos nomes do setor já chegam com a ideia de um mundo sem agências.
O fundador do Metro Bank, Anthony Thomson, anunciou na semana passada um banco exclusivamente on-line apelidado de "Atom", a ser lançado em 2015.

Alguns bancos, contudo, avaliam que as redes de agências são parte vital de seus negócios e não vêm cortando muito. O chefe de análise de bancos na Europa do Deutsche Bank, Jason Napier, acredita que um banco britânico não precisa de mais que 500 agências para operar no longo prazo. O Lloyd's, no entanto, tem 2.254 agências e comprometeu-se a ficar com todas dentro de seu plano estratégico, que se estende até o fim do ano.

Na Alemanha, outro mercado considerado com excesso de agências, o Commerzbank cortou apenas 0,43% de sua rede em 2013 e os executivos do banco recentemente falaram sobre um comprometimento total com sua rede de agências. Cortar agências resulta em menos funcionários, assim como custos gerais e aluguéis mais baixos de imóveis. Além disso, também pode representar uma rápida fonte de dinheiro, com a venda de prédios e terrenos. Por outro lado, cortar agências não é algo barato.

"Há os custos de saída, relacionados aos funcionários, aos aluguéis, [...] sendo que as agências e o emprego são, ambos, questões [politicamente] delicadas", disse Napier.

Ian Walsh, chefe global de varejo bancário no Boston Consulting Group, disse que o futuro das agências de banco não é apenas de fechamentos. "Os bancos buscam otimizar suas redes de agências, em vez de eliminá-las", disse. O BNP Paribas, por exemplo, remodelou sua principal agência, perto da Ópera de Paris, com uma parede coberta de plantas, colocou iPads para que os clientes possam usar e uma mesa cujo tampo é uma tela sensível ao toque.

Criada maior empresa de ferrovias do Brasil

Nova ALL ou Nova Rumo?

Enquanto a imprensa faz terrorismo econômico e politico, os negócios continuam e muita gente continua ganhando dinheiro e até usando as instituições públicas como BNDES e Fundos de Pensão para ficarem maiores e mais ricos.

Vejam este novo caso de “reengenharia” com grandes empresas que têm nomes enigmaticos. A ALL – América Latina Logística, fruto da privatização de FHC e que não se sustentou sozinha e a Nova Rumo, que lembra o nome de um grupo estudantil que lutava contra a ditadura militar e se chamava “Novo Rumo”.

Eu tomei a liberdade de enxugar a materia publicada no jornal Valor de hoje e muito bem escrita por Graziela Valenti.

Leiam e prestem atenção nos detalhes…

Bloco de controle da ALL aceita fusão com Rumo, da Cosan

Valor – 15/04/2014Por Graziella Valenti | De São Paulo

Apesar de não ser majoritária no bloco de controle da companhia de ferrovias, o BNDES é a maior acionista da empresa curitibana ALL e participará do bloco controlador da companhia resultante da fusão com a Rumo, controlada do Grupo Cosan.

Não houve alteração em nenhum dos termos da proposta, negociada pela butique de negócios Estáter, de Pércio de Souza, contratada pela ALL. E a operação será aprovada integralmente pelos acionistas do bloco controlador.
Portanto, a combinação dá origem a uma empresa de R$ 11 bilhões, já que a concessionária de ferrovias, maior do país, foi avaliada em R$ 6,96 bilhões e a Rumo, em R$ 4 bilhões.

Na fusão, que será feita por meio da incorporação da ALL pela Rumo, a controlada do Grupo Cosan representará 36,5% do negócio, e a ALL, 63,5%.

Geovanne, da Previ, contou que a Brasil Plural, contratada pela Previ, Funcef e BRZ para avaliar a proposta, concluiu que as condições sugeridas para a fusão são "justas".

No relatório, segundo fontes ouvidas pelo Valor, os estudos apontaram que o intervalo razoável para o negócio seria aquele em que a ALL representasse entre 60% e 65% da combinação.

Ao fim da operação, a nova ALL será comandada pela Cosan, de Rubens Ometto, que será a maior acionista com 27,5% das ações e maioria do conselho de administração - nove assentos em 17 vagas.

Participarão de um acordo de acionistas, além da Cosan, os atuais minoritários de Rumo, os fundos Gávea e Texas Pacific Group (TPG), e o BNDES.

Atualmente, o controle da ALL está hoje nas mãos dos empresários Wilson De Lara e Ricardo Arduini, que com 11,5% da companhia comandam 53% do acordo de acionistas.

Nos moldes propostos, a operação é R$ 1,5 bilhão mais favorável à ALL do que a média das avaliações de mercado para as empresas, conforme o Valor levantou junto a 14 corretoras. A companhia de ferrovias era avaliada pelos analistas por R$ 6,25 bilhões, na média, e a Rumo, por R$ 4, 8 bilhões, conforme os cálculos presente em relatórios.

Durante o intervalo em que os acionistas da ALL avaliavam a proposta feita pela Cosan, a companhia, comandada por Alexandre Santoro, realizou uma diligência na Rumo, em especial dos contratos da companhia.

Outra questão avaliada pela ALL foram os contratos entre a Rumo e a Raízen, a empresa do Grupo Cosan produtora de açúcar e etanol. O objetivo era assegurar que esses contratos não se transformariam em "agressores" ao fluxo de caixa da ALL, como era o contrato com a Rumo.

“Comitê para evitar conflitos”

A proposta também contempla meios de tratar potenciais conflitos dentro do grupo controlador e a nova ALL. Já estava decidido que qualquer contrato entre a nova ALL e qualquer empresa da Cosan será submetido a um comitê de partes relacionadas, no qual a empresa de Rubens Ometto terá uma posição dentre cinco vagas. Caso o comitê rejeite o contrato, para que siga adiante necessitará de aprovação de 90% do conselho - colegiado em que o empresário terá 51%.

Para que a transação se concretize, ainda precisa ser submetida à assembleia de acionistas da ALL. O acordo de acionistas da companhia decide o voto de 36% do capital. Entretanto, a incorporação pela Rumo exige o aval da maioria absoluta do capital - 50% mais uma ação, pelo menos. O conselho da ALL convocará a assembleia para dentro de 30 dias.

Cosan - Rumo incorpora ALL com apoio da Previ

Esta notícia deveria estar nas manchetes

Leiam a matéria publicada no Estadão de hoje, vejam quem são os participantes e tirem suas conclusões.

Há mais mistérios entre o Céu e a Terra do que no conjunto de informações sobre este negócio. Inclusive a “herança maldita das privatizações de FHC”.

No entanto, parece que os Fundos de Pensão conseguiram diminuir as perdas que o contrato inicial sinalizavam.

Previ aprova a incorporação da ALL pela Rumo

Estadão – Monica Ciarelli e Monica Scaramuzzo
15/04/2014

A Previ - Fundo de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil - vai votar a favor da incorporação da ALL pela Rumo Logística, do grupo Cosan. Os acionistas da ALL, entre os quais estão as fundações Previ e Funcef, da Caixa Econômica Federal, além da BRZ (que tem como cotistas Funcef, Petros, Postalis, Forluz e Valia), além do BNDESPar, braço de participações do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Wilson de Lara e Ricardo Arduini e esposa, sentam nesta terça-feira, 15, para aprovar o acordo.

"Depois de muito analisar
, consideramos que a proposta oferece uma relação justa", afirmou ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, o diretor de Participações da Previ, Marco Geovanne.

Segundo fontes ligadas à operação, a aprovação do acordo pela Previ era fundamental para a Cosan, mesmo que a proposta tivesse o aval dos outros acionistas. Entre os fundos de pensão, a Previ é que a tem a fatia mais relevante no capital da ALL.

As negociações entre ALL e Rumo foram retomadas no fim do ano passado, depois de serem interrompidas em agosto do mesmo ano. A Estáter, sob o comando de Pércio de Souza, costurou o acordo entre as duas companhias. Inicialmente, ele foi contratado pela ALL para tentar pôr fim ao litígio entre elas.

Após a aprovação pelos acionistas da ALL, prevista para hoje, o acordo será levado à assembleia, que tem 30 dias para aprovar a operação. O acordo está sujeito à aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Pela proposta, a Cosan será a controladora da nova empresa, uma vez que a Rumo e seus acionistas - TPG e Gávea - ficam com 36,5%. Os 63,5% restantes ficam com os demais acionistas da ALL e mercado. No bloco de controle, ficam Cosan, TPG, Gávea e BNDESPar. Serão 17 assentos no conselho, acomodando todos os acionistas.

Durante as negociações, ficou estabelecida que a saída dos acionistas privados, De Lara, Arduini e esposa, será feita via Bolsa.

Litígio
Em outubro passado, a ALL entrou na Justiça para questionar o contrato firmado com a Rumo, alegando que os volumes exigidos por ela estavam exagerados. A Rumo, por sua vez, ingressou com pedido de arbitragem para fazer valer seus direitos, uma vez que alega ter feito os investimentos previstos. Com o acordo, o fim da disputa será discutido entre as partes, segundo fontes.

A Previ pretende recomendar aos acionistas uma atenção especial a alguns pontos na assembleia, que irá aprovar a criação de uma nova empresa formada a partir da incorporação da ALL pela Rumo. Entre eles, a garantia de que a companhia irá buscar a renovação da concessão do Teaçu 1 (ex-Nova América), instalado no porto de Santos, para escoar açúcar, prevista para vencer em março de 2016. A concessão do Teaçu 2 (da Cosan), que também vence no mesmo período, já foi renovada. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que essas questões já foram resolvidas.

Outro ponto, segundo o diretor, é a manutenção do contrato da Rumo com a Raízen, joint venture entre Cosan e Shell, para movimentação de cargas em Santos. "É importante que não haja questões que possam sangrar o caixa da nova empresa (no futuro)." Esse contrato já está garantido.

Para o diretor, a união será benéfica para a ALL conseguir renovar com mais facilidade sua concessão, que expira entre 2026 e 2028. O jornal O Estado antecipou na semana passada que a Rumo está em negociações com o governo para renovar a concessão.

Com o acordo, o fundador da Cosan, Rubens Ometto Silveira Mello, vence a queda de braço travada desde fevereiro de 2012, quando formalizou proposta para entrar no bloco de controle da ALL. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Enquanto a Imprensa faz terrorismo

Alguns ganham muito dinheiro

De janeiro de 1997 a março deste ano, o retorno acumulado é de 8.403,6%, ante 1.206,1% do CDI. Este é o mercado financeiro brasileiro.

Stuhlberger: Parceria em novos moldes

Valor - Por Alessandra Bellotto | De São Paulo
10/04/2014

Bom para ambas as partes. É com essa visão que o Credit Suisse e Luis Stuhlberger, à frente do fundo mais bem-sucedido do país - o Verde -, partem para um novo capítulo na história que os uniu ainda em 2006, quando o banco suíço anunciou a compra do controle da Hedging-Griffo.

A pouco menos de um ano para o fim da cláusula de "não competição", assinada por Stuhlberger e seus sócios em 2011 por ocasião do exercício pelo CS do direito de aquisição do restante das ações da gestora, a parceria é renovada, mas sob novos moldes.

A partir de janeiro de 2015, Stuhlberger volta a ser sócio do Credit Suisse, na condição de controlador, em uma nova gestora de recursos, batizada de Verde Asset Management. Os detalhes de como fica a participação de cada um são mantidos em segredo. "Estamos rebalanceando a divisão das receitas entre o banco [que passa a acionista minoritário ao lado de membros da equipe da gestão atual] e o Luis, de forma perene e inteligente", diz José Olympio, diretor-presidente do Credit Suisse no Brasil, em entrevista ao Valor.

No mercado, comenta-se que Stuhlberger terá 75% do capital, seguindo o modelo adotado pelo banco na sociedade com a Peninsula Investimentos, fundada em 2012 por Antonio Quintella, ex-presidente do Credit Suisse no Brasil, e Sergio Blatyta, ex-tesoureiro do Santander.

Abrir mão de 100% da receita, como está fazendo o Credit, pode não parecer o melhor dos mundos, mas menos vantajoso ainda seria prescindir de ter como sócio o gestor do fundo com o melhor histórico entre os multimercados - de janeiro de 1997 a março deste ano, o retorno acumulado é de 8.403,6%, ante 1.206,1% do CDI. E, como afirma Olympio, o momento de reavaliação da parceria já estava na conta.

"A solução é excelente, porque preserva o interesse dos clientes, o que para nós é o mais importante, já que a gestão continua a mesma. E, em segundo lugar, porque mantemos parceria com o Luis e sua equipe", afirma Olympio.

O executivo ressalta ainda que, graças a esse modelo de parceria, o banco consegue trabalhar com os grandes talentos do mercado e, assim, oferecer os melhores produtos para os clientes do seu segmento private, hoje com R$ 65 bilhões.
A Verde começa a operar em 2015 com patrimônio total, pelas contas atuais, de R$ 30 bilhões, sendo R$ 14,2 bilhões da família de fundos que leva o mesmo nome e, o restante, referente ao que está aplicado nas estratégias de ações "long only", "long and short" e global.

O Credit Suisse segue na gestão dos fundos imobiliários, renda fixa e crédito privado, que reúnem cerca de R$ 15 bilhões em ativos.

Para Stuhlberger, como ele mesmo faz questão de ressaltar, o maior valor desse acordo está em poder continuar à frente da empresa que fundou, há 36 anos. "Isso é muito relevante, mais do que um cheque qualquer." Belo presente no ano em que completa 60 anos.

domingo, 13 de abril de 2014

Brasil – Da conivência ao confronto

Paz indefesa, Paz armada e Paz hostil.

As ditaduras são tentativas de domesticação dos adversários.
Na América Latina isto é bem visível.
Quando você conversa com alguém sobre o Chile ou mesmo sobre a Argentina, é comum ouvir a resposta que “graças à ditadura, a esquerda não tomou o poder e o país prosperou”. Isto, de forma mais camuflada também vale para o Brasil. Só que os brasileiros não têm coragem de falar ou escrever. Agora, até a Rede Globo faz reportagem contra a ditadura.

Os pactos de redemocratizações na América Latina, e no Brasil em especial, incluíam uma “anistia unilateral”, isto é, para que se permitisse à esquerda ser livre, a direita não seria punida por seus crimes e abusos em nome do Estado. Esta versão é defendida por muitos juristas, acadêmicos e a mídia.

O mesmo raciocínio vale para a questão racial, contra os negros, e para a inclusão dos pobres em geral. Os conservadores defendem a meritocracia, ignorando ou escondendo, as condições desiguais históricas.

No caso da mídia, o sistema de controle e dominação é mais perverso ainda.
Os conservadores controlam a legislação que regulamenta a liberdade de concessão e de produção midiática; os conservadores, desta vez como empresários, controlam os canais de TV, as concessões de rádio e, dentro do possível, a imprensa escrita.

Quando começamos no movimento sindical nos anos 70, a primeira iniciativa foi criar um jornal diário – a Folha Bancária – que chegamos a ter cem mil exemplares por dia, apenas para a grande São Paulo. Percebemos que era pouco. Criamos a Rádio dos Bancários e compramos um parque gráfico para fazer revistas e tudo mais. Continuou pouco...

Atualmente o Sindicato dos Bancários têm a Folha Bancária, a TV dos Bancários, a Rede Brasil Atual, e todos os espaços midiáticos possíveis a um sindicato: blog, face, etc. Mas, continua pouco para enfrentar a grande imprensa. A relação é muito desigual.

Com o PT no governo federal, imaginávamos que seriam criados mecanismos para facilitar a criação de uma mídia progressista, democrática, pluralista e de massa. Já o governo petista, talvez tenha imaginado que poderia fazer uma parceria com a Globo e com a Folha.

Das duas uma: Ou os petistas imaginavam que podiam “dobrar” a direita; ou aceitavam a ideia de uma “Paz Indefesa”, isto é, enquanto o governo não mexessem nos interesses econômicos e políticos da Globo e da Folha, o governo seria tratado como um “Otelo”. Um estranho que se aceita.

Na prática, enquanto o PT praticava a “Paz Indefesa”, a Folha e o Globo, praticavam a “Paz Armada”. Isto é, mantendo nosso governo sob controle da mídia...

Como é da “natureza humana”, com o tempo o PT resolveu querer fazer as tais das “Reformas Estruturantes”, também conhecidas na época de 1964 como Reformas de Base. Ao tentar fazer estas reformas, o PT mexeu com os demônios da direita brasileira, fazendo com que ela saísse da aparente convivência para a hostilidade permanente.

A tal da “Paz Hostil”.

O melhor exemplo do que é a Paz Hostil é a relação entre Israel e os Palestinos. Ou o que historicamente os americanos chamam de “Big Stick”, ou Grande Porrete, ou ainda “manda quem pode e obedece quem tem juízo”.

Não pensem que esta baixaria na imprensa vai durar apenas até novembro, quando passar as eleições. Se o PT reeleger Dilma e crescer no Congresso Nacional, a imprensa vai tentar fazer do Brasil uma Venezuela ou Argentina.

Da mesma forma que “dinheiro não cai do Céu”, “Democracia e inclusão social também não caem do Céu”. São conquistas históricas de uma classe contra a outra, de um povo contra outro ou de um país contra o outro.

A Holanda há séculos é um grande país e uma grande nação, mas, para chegar a isto, precisou fazer uma das mais sangrentas guerras de libertação da humanidade. E o adversário era a Espanha católica.

Ou criamos e sustentamos nossos meios de comunicação, combinando com liberar nosso mercado à competição internacional, ou não conseguiremos vencer os conservadores que controlam nossa imprensa.

Construir uma Nação e fazer do Brasil uma grande classe média
requer muito trabalho e muita cooperação.
Ou avançamos na luta pela Democracia para todos os brasileiros
ou teremos um retrocesso histórico.

Navegar é preciso...

Flores de Atibaia


Além da política, ambiente agradável e flores

No local da Confedrencia Nacional da Articulação Sindical destacava-se a qualidade dos jardins.

Vejam estes três exemplos de flores.


Estas frutinhas funcionam como flores.



sábado, 12 de abril de 2014

O Brasil mudou. Nós também mudamos

Do Paulo VI à Atibaia

Do dia 10 até hoje, dia 12, mais de 400 delegados de todos os estados brasileiros estiveram presentes na Conferência Nacional da Articulação Sindical, em Atibaia, município cheio de chácaras e hoteis para eventos empresariais. Num destes hoteis, os sindicalistas discutiram e aprovaram resoluções sobre a conjuntura, eleições gerais e perspectivas para a CUT e o sindicalismo nacional e internacional.

Neste encontro pudemos encontrar companheiros e companheiras que não víamos há mais de dez anos. Agora os tempos são outros. Muitos sindicalistas do tempo em que as reuniões eram em Taboão da Serra, no Instituto Paulo VI, foram eleitos governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores e dirigentes de estatais. Até o padrão do local de reunião melhorou muito...

Nestes mais de 30 anos, o Brasil mudou muito.
E nós também mudamos muito...

Atualmente, além de ter eleito o primeiro sindicalista presidente da república; depois a primeira mulher presidenta da república, também tivemos um representante da CUT sendo o primeiro sindicalista da América Latina a presidir o sindicalismo internacional.

Muitos destes sindicalistas já são avôs e avós. O filhos e os netos falam inglês fluentemente e conhecem o mundo. A fase da Internacional e do culto à Cuba ficou para trás.

A palavra de ordem agora é manter o governo. Reeleger Dilma e aumentar as bancadas para possibilitar fazer Reforma Tributária e Reforma Política.

Do Instituto Paulo VI restam boas lembranças e a presença de Dom Paulo Evaristo Arns, que depois de aposentado compulsoriamente, passou a morar franciscanamente lá no Paulo VI.

Que o Brasil e todos nós continuemos mudando para melhor.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Imprensa reage a Lula

Agora é guerra total

Lula deu entrevista ontem às redes sociais, sem convidar a grande imprensa.

A reação foi imediata. Hoje, todos os jornais, rádios e TVs editaram matérias esculhambando com o governo Dilma, chamando-a de fraca e de ser tutelada por Lula. Ao mesmo tempo encheram as páginas e noticiários com matérias falando do fim do mundo na economia, que o Brasil estaria à beira do precipício!

Outro fato relevante foi que a imprensa decidiu esconder ou fazer de conta que não existiu a Marcha das Centrais Sindicais em defesa da pauta da Classe Trabalhadora.

Lulinha Paz e Amor

Ao mesmo tempo que a imprensa declara guerra total à Dilma e ao PT,
Lula reuniu-se com dirigentes sindicais da CUT,
conclamando o movimento sindical unir-se aos movimentos sociais
para ir às ruas na defesa do governo, do nosso projeto de desenvolvimento
com inclusão social e distribuição de renda.
Argumentou também sobre a importância de se fazer
uma grande campanha em defesa da Petrobras.


Lula recebe o presidente da CUT, Vagner Freitas, e o secretário geral, Sergio Nobre.

Ainda hoje, conversando com um taxista sobre a economia ele respondeu-me:

"O pessoal do rádio diz que está tudo ruim, mas as pessoas continuam pegando taxi, eu continuo ganhando dinheiro, estou conseguindo pagar minhas contas e minha família está satisfeita com a vida. Fico com a impressão de que são mundos diferentes…"

Fiquei imaginando que para quem ler os jornais e revistas, ouve às rádios e vê os noticiários da TV, realmente fica com medo de tudo. Mas, ao sair para trabalhar ou estudar, o mais difícil seja andar de metrô ou andar de carro em São Paulo.

Lula tem razão, precisamos ir às ruas conversar com a população, mostrar as realizações do governos Lula e Dilma e conclamar o povo a votar nos candidatos comprometidos com a inclusão social, distribuição de renda, mais escolas, mais médicos, melhores transportes e que a segurança esteja à serviço de toda a população. Hoje em São Paulo o povo vive com medo.

Ainda bem que Márcio Thomaz Bastos, o grande jurista e ex-ministro da Justiça, vai ajudar Padilha a fazer o Programa de Segurança para o Estado de São Paulo.

Padilha vem aí...

Como resposta à guerra total da imprensa,
vamos praticar a comunicação popular
vamos defender o Brasil para todos.
Vamos construir uma Nação.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Marcha das Centrais Sindicais - 40 mil, 10 mil, 3 mil

Cada um ver como quer

Uma das características das manifestações atuais, com o advento dos telefones celulares e dos I-pads, é que as pessoas tiram mais fotos de amigos e colegas do que da multidão presente à passeata ou ao ato.

A marcha que as centrais sindicais promoveram nesta quarta-feira foi um sucesso de imagem e de quantidade de participantes. No entanto, não consegui uma foto aérea mostrando a passeata pela Avenida Brigadeiro Luiz Antonio ou mesmo na Paulista.

Nos finais de ano a imprensa mostra amplamente os milhões de pessoas no Reveillon da Paulista. Hoje, fiquei com a impressão que a grande imprensa não queria ver ou mostrar o tamanho da passeata. Mas que a passeata foi bonita e grande todos que participaram confirmam isto, independente de qual central seja.

No facebook é possível ver fotos bonitas dos balões, das faixas, dos amigos abraçados e dos dirigentes de todo Brasil participando da Grande Marcha da Classe Trabalhadora.

Olhando os sites tradicionais e das redes sociais vi números que variam de 3 mil, depois 10 mil e também 40 mil participantes. Quantas pessoas efetivamente participaram? Vamos ver o que os jornais dirão amanhã.

Por mais que tenha como questão central as demandas dos trabalhadores, eu fiquei com a sensação que faltou algo…

No fundo, eu acho que o que vai animar mesmo nesse ano são duas coisas: a Copa no mês de junho e as Eleições em outubro.

Se prestarmos atenção em tudo que está acontecendo, tudo já está contaminado com o clima da Copa e das Eleições. E a Copa, que deveria ser uma grande apoteose nacional, foi contaminada pelas Eleições.

A boa notícia do dia foi que Lula resolveu entrar na Campanha Eleitoral para valer.
Por não ser candidato a presidente e depois de ver a oposição à Dilma infernizar a vida de todo mundo com o apoio da imprensa, Lula decidiu que não podia deixar Dilma "apanhar" sozinha. Nada melhor do que ter um bom padrinho…

A imprensa pode inventar a notícia que quiser, pode tirar a foto no ângulo que quiser, só não pode ignorar a capacidade de Lula convencer o povo brasileiro a votar na sua candidata e nos seus candidatos.

Quando começar o horário eleitoral o jogo será outro. Até lá, cada dia será uma tormenta, uma angústia e cada fato será visto conforme a motivação de cada um.

Para mim, a precisão de quantas pessoas estavam na marcha tem pouco importância.
O bonito foi ver a satisfação que os participantes saíram no final da manifestação. Parecia que eles tinham realizado uma grande façanha, que tinham dado um recado importante para alguém ou para eles mesmos.

Quanto mais tentam destruir a capacidade de luta dos trabalhadores, mas as esperanças reaparecem, estimulando as pessoas a se organizarem para defender seus direitos e avançarem nas suas conquistas.

Em 1978 o Brasil conheceu o líder sindical Lula.
Em 2014 o Brasil vai continuar apoiando Lula
na construção desta grande nação, deste novo Brasil.

Venceremos!

Democracia não é promiscuidade

O caos nosso de cada dia

Ano eleitoral é ano de Vale-tudo.
A imprensa quer sangue, o judiciário quer mandar mais do que o executivo e o legislativo, a polícia não inibe a violência, os governos não governam e a população, além de ficar insegura, sofre também com o caos do trânsito e do serviço público em geral. Serviço público tanto oferecido pelos governos como pelas empresas privadas. Afinal FHC e Collor privatizaram quase tudo: telefone, luz, limpeza, hospitais, estradas, escolas, bancos, etc.

Ontem eu sobre o lixo na Rua Paraná, no Brás, hoje constatei mais uma aberração...

Há quatro dias nossa rua, onde moramos, está às escuras.
Com medo de assaltos, tenho deixado as lâmpadas da frente acesas até o dia seguinte.

Hoje, quando voltei de uma atividade perto de casa, encontrei vários caminhões e o pessoal terceirizado da Eletropaulo colocando fiação nos postes. Aproveitei e falei para os técnicos que nossa rua estava sem luz há vários dias. O técnico educadamente respondeu que eles estavam consertando, repondo fios porque os mesmos tinham sido ROUBADOS.

Eu sabia que se roubavam fios de cobre nos bueiros, mas não sabia que se roubavam fios nos postes!

Imaginem viver numa cidade onde os moradores de rua dormem na frente dos prédios do Centro e dos Bairros, os ladrões estão em toda parte, inclusive na política, o povo joga lixo na rua, estaciona em qualquer lugar, a imprensa quer ver sangue e o cidadão comum fica com cara de trouxa, pagando IPVA, IPTU, pedágios e planos de saúde que demoram.

E ainda vai faltar água, mesmo a Sabesp sendo uma das maiores empresas do mundo?

Quando fui olhar os jornais, ainda vi que o número de brasileiros que vai morar ou passear nos Estados Unidos aumenta a cada ano.

Continuo achando que é preciso botar ordem no Brasil.
Uma ordem democrática e pactuada entre todos os segmentos da sociedade, incluindo principalmente a população da classe média, ampla geral e irrestrita.

A Associação Viva o Centro já tomou uma boa iniciativa em organizar as entidades e instituições presentes no Centro.

Vamos organizar São Paulo, o Estado e o Brasil?

Afinal, Democracia não é sinônimo de promiscuidade, nem de vale-tudo.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Medicina, Educação e Representação

Responsabilidade do Estado e do Congresso Nacional

Podem falar o que quiser de Dilma, mas ela enfrenta corajosamente grandes desafios. Poucas pessoas no Brasil teriam coragem de encarar de frente a corporação médica brasileira, além da imprensa e dos setores conservadores nacionais.
Dilma enfrentou o atraso e está ganhando a opinião pública, ganhando o apoio do povo e até o reconhecimento da imprensa.

O artigo abaixo, de autoria dos ministros da Saúde, da Educação e também da Advocacia Geral da União, mostra que é preciso avançar ainda mais. No entanto, não aborda a necessidade de se democratizer as estruturas corporativas.
O Conselho Federal de Medicina não pode ser a palavra final sobre os médicos.

A palavra final sobre as categorias profissionais, o conteúdo educacional e as demandas das Universidades, deve ser do Congresso Nacional, cabendo aos executivos e ao judiciário implementar as leis aprovadas.

São por decisões corajosas de Dilma, como a criação do Mais Médicos, que os conservadores não gostam de Dilma. Já o povo brasileiro, além de reconhecer seus méritos, com o tempo vai reconhecer mais ainda a relevância do programa Mais Médicos.

O Brasil precisa ser de todos os brasileiros, com saúde, educação e muita participação social.

Revolução no ensino médico

As críticas ao Mais Médicos recaem sobre as ações de curto prazo, perdendo de vista que o pilar do programa é a formação dos profissionais

O Brasil atingiu em abril a meta de 13 mil médicos a mais nas unidades básicas de saúde, consolidando um programa que provocou um vivo debate acerca do SUS (Sistema Único de Saúde).

Com o Mais Médicos, o governo federal, em parceria com Estados e municípios, está construindo um modelo aprovado principalmente pelos usuários da rede pública.

Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Transporte, 84,3% da população é favorável à iniciativa. Levantamento do Ministério da Saúde aponta aumento de 27,3% do atendimento a pessoas com hipertensão e de 14,4% a pessoas com diabetes. São dados preliminares. O real impacto sobre a saúde e a qualidade de vida dos 45,6 milhões de brasileiros beneficiados será considerável em três anos.

Nos últimos meses, foram feitos ajustes importantes para uma gestão mais eficiente, como a publicação de regras que tornam mais transparentes a responsabilidade dos municípios na oferta de moradia e alimentação aos médicos participantes. Outra ação foi o aumento do valor repassado no Brasil aos médicos cubanos. Eles passaram a receber o equivalente a R$ 3.000 por mês, valor equiparado à bolsa dos residentes de medicina brasileiros.

Neste momento de reestruturação da atenção básica e do ensino médico no Brasil, está claro que precisamos do reforço de médicos. Os questionamentos sobre o programa deixaram este viés e migraram para motes legais, sendo o principal deles o formato da contratação dos médicos cooperados.

Não há irregularidade sobre a cooperação entre o Brasil e a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). A lei que instituiu o programa autoriza o chamamento de médicos brasileiros e estrangeiros, bem como a celebração de acordos internacionais. As afirmações de que profissionais estariam submetidos a um modelo de relação trabalhista não procedem.

A legislação e a jurisprudência afastam essa relação de emprego nos casos em que é preponderante o elemento pedagógico baseado na integração entre ensino e serviço. Isso se aplica para estágio, residência médica e também para os médicos do programa federal.

Esses profissionais estão inseridos num contexto em que a finalidade é a promoção do aperfeiçoamento profissional na atenção básica de regiões prioritárias para o SUS.

O foco do debate tem recaído sobre as ações de curto prazo, fazendo com que elementos estruturantes passem despercebidos. As críticas perdem de vista que o pilar do Mais Médicos reside na reestruturação da formação médica.

Até 2018, serão 11.447 novas vagas de graduação em medicina e mais 12 mil vagas de residência médica. Essa expansão tem por base inovações para desconcentrar a formação médica.

Cerca de 30% das novas vagas de graduação serão ofertadas pela rede federal, especialmente pelos novos campi do interior do país. Para os cursos privados, somente serão autorizadas vagas em municípios previamente estudados pelo Ministério da Educação.

Além disso, o Conselho Nacional de Educação aprovou novas diretrizes curriculares, priorizando o internato na atenção básica e nos serviços de urgência e emergência do SUS, como forma de fortalecer a medicina geral de família e comunidade.

O compromisso do governo federal é pautado pela garantia de um ensino voltado às necessidades sociais de saúde
. Esse mesmo compromisso orienta a seleção de médicos brasileiros e estrangeiros para expansão imediata da assistência à população.

Ao conjugar, por meio do Mais Médicos, atendimento da demanda por assistência básica em saúde e a reestruturação da formação de recursos humanos, estamos realizando uma grande revolução no ensino médico no Brasil.

ARTHUR CHIORO, 50, é ministro de Estado da Saúde

HENRIQUE PAIM, 47, é ministro de Estado da Educação

LUÍS INÁCIO L. ADAMS, 49, é ministro da Advocacia-Geral da União

O lixo, o público e o privado

Rua Paraná e Rua Bahia - que diferença!

Duas ruas com nomes de estados brasileiros importantes. 
Como será que a rua Paraná foi parar no bairro do Brás e a rua Bahia foi parar no bairro de Higienopolis? 

A diferença é que, enquanto a rua Bahia, por estar num bairro de ricos, é limpa, bem cuidada e ninguém joga o lixo na rua. Já a rua Paraná, embora o estado seja do sul do Brasil, a rua no Brás é um depósito de lixo há vários governos municipais.

O pessoal da limpeza vem, recolhe o lixo, varre e vai embora. 
Logo em seguida o pessoal que trabalha ou mora no entorno começa a jogar ou deixar lixo de todo tipo. 

Vejam as fotos.



O dilema é como fazer a prefeitura funcionar e os moradores terem educação e não jogaarem lixo na rua. Pelo jeito, precisa ter uma conversa entre as partes, estabelecer as regras e exigir que todos cumpram as regras combinadas. E quem não cumprir a sua parte tem que ser punido. Afinal, a maioria não pode ser prejudicada pela minoria.

Está é uma das regras básicas.

Se isto não acontecer, eu, mesmo sendo baiano, vou propor que se mude o nome da rua. Deixando de chamar-se Paraná. Em respeito a tão importante estado brasileiro.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Histórias de um bom historiador

Um bom texto sobre Jacques Le Goff

Como faz tempo que não reproduzo os artigos de Gilles Lapouge, segue uma boa parte do ultimo artigo dele sobre o historiador francês, Jacques Le Goff, que faleceu recentemente.

O tapeceiro do passado

Na História de Jacques Le Goff, os contornos dos tempos perdidos ganham sutileza, cor, verdade

05 de abril de 2014 | 15h 09
Gilles Lapouge - O Estado de S. Paulo

Jacques Le Goff morreu em Paris aos 90 anos. Era o maior historiador francês e um dos últimos representantes da escola dos Annales, que desde os anos 1930 vem subvertendo na França e no mundo a leitura do passado dos homens.
A primeira geração dos Annales foi a de Marc Bloch e Lucien Febvre; foi seguida por aquela do grande Fernand Braudel, que em1936 lecionou na recém-fundada Universidade de São Paulo; depois da guerra, sucedeu-lhe a terceira geração, com Georges Duby, Leroy-Ladurie e, principalmente, Jacques Le Goff.

Esses grandes intelectuais dotaram a pesquisa histórica de um novo suporte lógico. Em vez de se debruçarem apenas sobre as batalhas, as coroações ou as tragédias, dedicaram igual interesse à vida cotidiana, ao que chamavam de non-événementiel (não factual):

A metamorfose das mentalidades, a transformação dos hábitos, as lentas evoluções da maneira de amar, de alimentar-se, de morrer; as descobertas das paisagens, os jogos da paixão, as relações dos homens com o próprio corpo, as festas, as flexões das palavras e da linguagem.

Eles urdiram uma nova tapeçaria do passado. As imagens dos tempos perdidos ganharam em sutileza, verdade e cor. Além dos períodos convulsionados da história tradicional, estudaram os períodos pesados, lentos, quase viscosos que moldam o caráter das sociedades de maneira bem mais profunda que as guerras e o cerimonial da política.

Nessa ressurreição do passado, Jacques Le Goff ocupa uma posição eminente.
Não apenas presta atenção a cores jamais percebidas como faz surgir do abismo da morte, do fundo do tempo, todo um continente, uma Idade Média desconhecida que a nossos olhos maravilhados se revela como os emergentes destroços de um navio magnífico, carcomido por moluscos e ferrugem e ainda resplandecente dos matizes das profundezas.

Ele busca e apreende essa Idade Média na consciência dos homens. Estuda seus sonhos e terrores, palavras e quimeras, corpos e alimentação. Ouve o gargalhar das bruxas, o sussurrar das monjas em oração no branco manto das igrejas e mosteiros que na Idade Média cobriam a cristandade.

A história de Le Goff nos seduz de outras maneiras. Seus escritos revelam o prazer, a fruição que ele experimenta ao devorar velhos manuscritos, antigos vestígios semiapagados, sacudindo a poeira que cobria, até sufocá-las, antigas representações que tínhamos daqueles tempos. "O pó se levanta ao poderoso vento do mar aberto", diz ele.

Em suas retortas de alquimista, Le Goff descobre paisagens jamais suspeitadas. A Idade Média não é mais a "noite negra" que separava, na história tradicional, o fim do Império Romano da Renascença. Uma nova Idade Média se descortina, feita de sombras, evidentemente, mas também de uma luz sublime. Essa Idade Média inédita é a verdadeira matriz de nossa modernidade.

"É na Idade Média’, afirma Le Goff, "que se constitui o elemento fundamental de nosso cristianismo. É nela que vemos a formação do Estado e da ideia de soberania. E também o surgimento da língua francesa, o desenvolvimento urbano e a fundação da cidade moderna.

É sempre na Idade Média que vemos crescer as universidades, fenômeno novo e europeu. Porque a Europa também nasce na Idade Média."

Quais de seus livros podemos citar?
O mais célebre é A Invenção do Purgatório, que se situa no século 12. Le Goff não só acompanha as etapas do surgimento como explica o motivo pelo qual, nessa época, os homens repudiam a terrível divisão entre bem-aventurados e amaldiçoados, inferno e paraíso, e acham mais compassivo acrescentar a um maniqueísmo atroz os estágios intermediários do purgatório para se ter em conta a infinita variedade do Mal e do Bem.

PSDB copia programas do PT

Agora é o “Mais Médicos” tucano...

Esta é mais uma das vantagens da Democracia. Os concorrentes podem copiar os projetos dos outros e o povo fica sendo o grande vencedor. Na história da humanidade isto sempre funcionou, mas, com a democracia fica mais fácil.

A França fez a Revolução por Liberdade, Igualdade e Fraternidade, os ingleses copiaram mesmo mantendo a monarquia; a Rússia fez a Revolução Comunista, e a Europa criou sistemas de proteção aos trabalhadores e ampliou a democracia como forma de evitar o avanço comunista. E assim o mundo vai melhorando. Uma revolução aqui, uma guerra ali, mas, onde tem democracia a evolução é menos traumática.

Os tucanos, o PSDB e seus aliados, são NEOLIBERAIS, conservadores, aliados subservientes dos Estados Unidos, mas, com medo dos governos populares e dos benefícios que o PT faz ao povo, sempre sai criticando e depois copiando os programas do PT.

Não tem problema, apesar do oportunismo, o povo é o grande beneficiário. Se for para o bem do povo, podem copiar. A Democracia agradece. E pensar que Alckmin é médico e mesmo assim demorou tanto para perceber que era bom para o povo. Os tucanos sápidos com os ricos, com o povo demoram. Antes tarde do que nunca...

Até a Folha reconhece isto.

Alckmin aprova 'Mais Médicos' tucano

Folha – Gabriela Terenzi e Aretha Yarak - 07/04/2014 03h50

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), sanciona hoje uma lei complementar à lei da carreira médica de 2012.
Pelo novo texto, aprovado na semana passada na Assembleia Legislativa, os médicos que trabalharem em locais periféricos passarão a receber um bônus de 30% sobre o salário inicial da categoria –cerca de R$ 1.900.

As unidades que pagarão esse adicional ainda serão definidas por decreto da secretaria de Saúde –que deve ser publicado neste mês.

Considerada uma espécie de Mais Médicos tucano, a lei está sendo sancionada às pressas. Para ficar dentro do prazo do calendário eleitoral para alterações no salário de servidores, ela precisa ser aprovada até amanhã.

"O que determinou a aprovação foi o calendário eleitoral", diz a deputada Telma de Souza (PT), presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa.

David Uip, secretário de Estado da Saúde, nega que tenha havido pressão do calendário eleitoral.
"O que houve foi um grande apoio da Assembleia em torno de uma necessidade", afirma o secretário.

O projeto tucano deve ser usado por Alckmin para fazer frente ao programa federal Mais Médicos –principal vitrine eleitoral de Alexandre Padilha (PT), ex-ministro da Saúde e provável rival de Alckmin na corrida pelo governo paulista deste ano.

A proposta foi anunciada por Alckmin sete meses depois do Mais Médicos da presidente Dilma Rousseff (PT). A primeira audiência pública com a classe médica foi realizada dia 18 de março –menos de um mês depois, ela já será aprovada.
O 'Mais Médicos' tucano prevê ainda um bônus de acordo com a formação do médico. Mestrado, doutorado e pós-doutorado aumentam o benefício em 5%, 10% e 15%, respectivamente.

Os bairros paulistanos de São Mateus, Guaianases (região leste) e Taipas (região noroeste) e o município de Ferraz de Vasconcelos, na região metropolitana de São Paulo, são alguns dos locais já definidos pelo secretário como prioritários.

O texto modifica ainda a carreira médica do Estado, criando três níveis com base no tempo de trabalho.
"É primeira lei de cargos e salários para médicos que contempla o serviço público. Também premia aqueles que trabalham em locais de maiores dificuldades", afirma Uip.

domingo, 6 de abril de 2014

Rachel Sheherazade vai ser ReEducada

Democracia avança na mídia

Aos poucos, bem aos poucos, nossa imprensa vai aprendendo a respeitar o “politicamente correto”. Ser jornalista não precisa ter diploma, mas precisa ter responsabilidade com a função que exerce e também ter postura social.

Nenhuma madame rica, nem jornalista metido a besta, nem mesmo qualquer cidadão comum, seja homem ou mulher, bonito ou feio, rico ou pobre, pode sair por aí escrevendo ou falando grosserias contras as pessoas e as instituições.

Educação é algo que falta no Brasil,
tanto para ricos como para pobres.

Esta jovem, Rachel Sheherazade, estava tão deslumbrada
com o rápido sucesso e os afagos do patrão,
além do bom salário, que se esqueceu que “tudo tem limite”.
Como dizia um velho amigo,
“quem não aprende no amor, aprende na dor”.

E eu sempre digo: É preciso orar e vigiar, sempre!

Isto vale para a funcionária, mas vale também para o patrão.

Afinal, passar por uma reciclagem ou reeducação é bom para todo mundo.

SBT cede a pressão e afasta Rachel Sheherazade do ar

Ricardo Feltrin - UOL
05/04/201421h02

Pressionado por comissões parlamentares e pela ameaça de perder mais de R$ 150 milhões em verbas publicitárias governamentais, o SBT decidiu retirar --ao menos temporariamente-- a âncora e comentarista Rachel Sheherazade do ar.

A desculpa oficial da emissora é de que a jornalista está em férias, mas isso não é verdade. Sheherazade já havia tirado suas férias em janeiro, quando viajou a Paris.

O SBT também está sob investigação pela Procuradoria Geral da República, por suposta apologia ao crime.

Rachel ficou na berlinda em fevereiro, quando justificou a ação de uma milícia no Rio que acorrentou um suposto infrator a um poste. Embora boa parte dos comentários tenham sido favoráveis à jornalista, a opinião caiu pessimamente entre grupos de direitos humanos.

Oficialmente, o SBT afirma que ela voltará ao trabalho no próximo dia 14 de abril. No entanto, no final de março, a própria jornalista comentou que seus dias na TV "estão contados".

FHC abriu as portas da Petrobras

Estadão revela jogo duplo do PSDB

Facilitar para privatizar e fazer operações para PSDB e aliados pode, o PT e aliados utilizarem o mesmo esquema, não pode. O desafio era que o PT tinha prometido acabar com as maracutaias do PSDB e aliados, e, quando chegou ao poder, o PT repetiu o esquema, mantendo tucanos e aliados na estrutura de governo e empresas. Agora são acusados de corruptos. Quem conhece como se faz, sabe acusar quem faz. Isto é óbvio.

Além de frustrar aqueles que exigem transparência, o PT acha que pode acreditar em tucanos camuflados de técnicos e advogados. Doce ilusão! Empresário que paga para um, paga para outro e ainda denuncia e finge de vítima. Cachoeira que o diga.

O povo quer que o Brasil seja passado a limpo, moralizado, que tenha reformas tributária, eleitoral, de comunicação, jurídica e principalmente de comportamento dos políticos e governantes. O Brasil democrático tem que ser também transparente.

O Estadão é mais jornal. Leia parte da matéria sobre a Petrobrás.

Contratos de serviços da estatal são 'caixa-preta'

Decreto presidencial de 1998
e decisão do Supremo dão à Petrobrás a prerrogativa
de dispensar licitações na área;
em um ano, foram 6.500 acordos

06 de abril de 2014 | 2h 04

Murilo Rodrigues Alves - O Estado de S.Paulo

Brasília - Escorada em um decreto presidencial de 1998, do governo Fernando Henrique Cardoso, a Petrobrás tem prerrogativa de contratar à margem da Lei de Licitações uma gama variada de serviços, que abrange de construção a manutenção de prédios, aluguel de equipamentos, como helicópteros, vigilância, gastos com advogados e patrocínios culturais.

Supremo.
A petroleira se respalda, ainda, em decisões do Supremo Tribunal Federal, que a autorizam a ficar "de fora" das compras tradicionais impostas aos órgãos públicos. A justificativa é que para uma empresa desse setor é preciso agilidade no desenvolvimento das atividades operacionais com economia.

Com base no decreto-lei 2.745/98, a Petrobrás dispensou a licitação em contratos que somam R$ 12,5 bilhões. Outra forma de não aplicar a Lei 8.666/93, é usar a prerrogativa de considerar inexigível o processo licitatório. Tendo como respaldo esse argumento, foram fechados contratos de mais de R$ 6,8 bilhões. Ao todo, em um ano, a Petrobrás assinou mais de 6.500 contratos de serviços.

Regras.
Segundo a empresa, entre os casos previstos na legislação em que a licitação é dispensada ou mesmo inexigível está a inviabilidade de competição, em negócios, por exemplo, em que o fornecedor é detentor de patente ou direito autoral. Primeiro, a empresa afirmou, em nota ao Estado, que não divulga informações sobre contratos. Em seguida, esclareceu que, embora existam exceções, "a licitação é a regra para toda e qualquer contratação de obras, fornecimento de bens ou serviços para a Petrobrás".

Os argumentos que permitiram à estatal usar de um "procedimento licitatório simplificado" foram acolhidos pelo STF, que liberou a companhia da necessidade de seguir todas as exigências comuns à máquina pública em situações em que a competição não for possível ou quando houver desvantagem econômica para a petroleira. A autorização, via decreto-lei, foi dada depois que a União deixou de ter o monopólio na cessão ou concessão de jazidas de petróleo ou gás natural, em 1995.

Acima.
A contratação na modalidade convite, prevista na Lei de Licitações, é a mais usada pela Petrobrás. Mas mesmo nesse caso, a empresa sai do script da Lei de Licitações, oferecendo aos concorrentes contratos muito acima do valor permitido. Nesse período dos dados aos quais o Estado teve acesso, esse tipo de contratação, pela qual no mínimo três interessados apresentam as propostas, foi responsável por negócios da ordem de R$ 39 bilhões, 62% do total contratado pela empresa entre julho de 2011 e o mesmo mês de 2013.

No entanto, a Lei de Licitações estabelece limites para esse tipo de modalidade. Para obras e serviços de engenharia, o valor estimado para a contratação não pode ultrapassar R$ 150 mil; a Petrobrás, no entanto, celebrou inúmeros negócios com valores vinte vezes superiores a esse teto.

Gisele Bundchen e Monica Bergamo salvam a Folha

Um jornal de Domingo pouco aproveitável 

Domingo, por tradição, é o dia da semana que os jornais diários tem mais folhas, mais propagandas e mais reportagens. Isto é uma tradição.

Agora imaginem você ser assinante dos jornais e, depois do café e da caminhada, pegar o jornal para ler e conseguir ler por inteiro apenas uma matéria? 

Ultimamente eu ando assim com a Folha.
 Nem pesquisa eleitoral consigo ler. E não é pelo conteúdo, é pela abordagem, pela manipulação.

Hoje, como nos outros domingos, olhei página por página, parei na página dois do Caderno Ilustrada para ver a foto, a chamada e depois ler a entrevista inteira de Gisele Bundchen. No final, a gente fica com a impressão de que um outro mundo existe, diferente do que a Folha mostra todo dia.

Não acredito que Gisele dê as entrevistas como demagogia ou merchandising, a impressão que dá é que ela é assim mesmo. Bonita, realizada, tranquila e que construiu uma forma de vida que deu certo para ela e que, proporcionalmente, pode dar certo também para outras pessoas. 

Voltando ao conteúdo da Folha, fico pensando, porque os cadernos Ilustrada e o de esporte podem ser agradáveis e os outros não? Será que os editores pensam que se o leitor gostar apenas de uma matéria ou um caderno já está bom? Se for isto, o jornal está fadado ao fracasso...

Já quando olho o Estadão ou o Valor, eu leio bem mais matérias. Talvez meu perfil de assinante não combine mais com o perfil da Folha. Mas eu gosto do visual da Folha. É um jornal com visual leve e ágil. Mas o conteúdo é Fast food!

Outro dia elogiei o texto de Fernanda Torres. Hoje elogio a reportagem de Monica Bergamo. Talvez a salvação da Folha sejam as mulheres. 

O mundo anda assim, esperando pelo lado mais multifuncional das mulheres. Já que os homens andam em crise de identidade e profissional. Afinal, imprensa é feminina, jornalista é quase feminina e a Folha também deveria ser feminina. 

Talvez este seja o mistério da Folha. 

sábado, 5 de abril de 2014

A Folha e a Oposição querem morrer

O Povo não quer os neoliberais de volta

Mais uma pesquisa da Folha e o resultado continua igual.
O povo quer melhorar de vida, não quer desemprego,
não quer inflação, não quer corrupção
e querem a Copa e as Políticas Públicas que
Dilma e o PT vem realizando.

Este povo é danado!
Os conservadores pensavam que falavam pelo povo.
O povo sabe o que quer e o que não quer.
O povo quer continuar melhorando de vida.
Esta é a verdade.

E a campanha eleitoral ainda nem começou!
Já pensaram quando Dilma começar a mostrar nos programas eleitorais
as milhões de casas e apartamentos mobiliados do Minha Casa, Minha Vida,
os números do Mais Médico, do Pronatec, do Prouni,
do emprego formal, da Agricultura Familiar, do Agronegõcio,
os lucros dos bancos, as vendas de automóveis,
as máquinas e equipamentos distribuidos por este Brasil inteiro...

A oposição vai ficar com cara de "Veja".
Sem assunto, sem propaganda e cada vez menor.

A Folha já está bipolar.
Um dia melhora outro dia copia a Veja.
E fica parecendo barata tonta...
Do jeito que vai não vai ter segundo turno.

E ainda temos muito a fazer:

Melhorar a infraestrutura, melhorar o transporte,
a saúde, o conteúdo da educação,
baratear o custo de vida,
aumentar as exportações,
democratizar o judiciário,
aumentar a segurança,
democratizar os meios de comunicação,
fazer a Reforma Tributária,
a Reforma Trabalhista,
valorizar mais os aposentados,
garantir água para as cidades e pessoas,
garantir a inclusão dos negros e dos índios,
incluir mais as mulheres nos cargos dirigentes,
investir mais nas famílias e nas crianças.

Enfim, continuar fazendo deste país uma Nação.

Dilma é durona, mas, para enfrentar tantos desafios,
não dá para ser boazinha,
tem que botar todo mundo para trabalhar.
Uma Nação se constrói com muito trabalho,
transparência e compromisso social.

Dilma, seja firme, seja forte.

Problema da Petrobras não é de CPI

O problema da Petrobras é de gestão

Depois que Graça Foster chegou à presidência da empresa, tudo que estava andando começou a desandar. Ela até poderia redefinir a estratégia e os objetivos da empresas, mas não deveria ficar passando tudo para a imprensa, como se o passado da Petrobrás fosse tudo ruim e ela ser a poderosa que resolveria tudo.

Nem resolveu, nem acalmou o mercado, nem tranquilizou o governo. Pelo contrário, transformou a vida de Dilma e de todos envolvidos com a Petrobrás um inferno. E a imagem da empresa foi para o lixo.

E não adianta culpar o ex-presidente e outros diretores da empresa.
A boa governância não funciona assim. É preciso ver como vai ficar a CPI e as investigações dos órgãos federais para depois arranjar um ou uma presidente que unifique e acalme a empresa, além de prestar conta ao mercado, aos acionistas e aos brasileiros.

Quando a gente vai para as ruas e vê nas bancas de jornais,
tantas revistas falando mal da Petrobrás e do governo,
alguma coisa está errada e a revolta aumenta.

Por ser uma empresa dos brasileiros, com ações na Bolsa de Valores,
requer muita transparência e boa gestão.

Defender a Petrobrás não é um lado querer CPI para parar a empresa,
nem o outro lado ficar dizendo que é baixaria da oposição.

Todos estão errados e o maior perdedor é a Petrobrás e o Brasil.
Cada dia que passa o prejuízo aumenta.
É hora de agir com rapidez e resolver os problemas.

E se Graça Foster renunciasse?
Se Gleise não fosse candidata a governadora do Paraná,
eu a indicaria para presidente da Petrobras.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Os russos de Fernanda Torres

Único texto que consegui ler na Folha de hoje

Algo está errado comigo ou com o jornal Folha de São Paulo. Como assinante de muitos anos, acordei e fui ver os jornais Folha e Estadão do dia. Fui folheando a Folha (parece cacofonia...) e lia o título mas não me motivava para ler a matéria, até que na última página do jornal, lá no caderno ilustrada, vi a matéria de Fernandinha (para distinguir da mãe, que é outra pessoa muito querida por todos nós), com o título "Os russos".

Pensei que ela ia dar uma de Arnaldo Jabor, mas, como sempre, já na primeira frase a gente vê que Fernanda Torres continua maravilhosa. Falava de Educação e relação professor-aluno. Um texto gostoso de ler e com conteúdo.

Saí pensando que a Folha deveria contratar a Fernanda Torres como "assessora da editoria do jornal", para garantir a qualidade das matérias. Se Fernanda consegue ter uma visão tão ampla, também pode ajudar a tirar a Folha das recaídas de chatice.

Vejam que parte gostosa:

"Mas
50 anos depois do golpe,
40 anos da anistia,
30 da perestroika,
20 do Real e
12 da eleição do PT,

eu guardo a suspeita de que o Brasil
é um país que se situa
em algum lugar entre
a "Veja" e a "Carta Capital".

Entre meu filho e o professor dele."

Leiam a íntegra do texto de Fernanda Torres e vejam a pertinência do assunto e o charme da abordagem. E Fernandinha que me desculpe, eu sou do fã-clube da família....

quinta-feira, 3 de abril de 2014

CUT vai presidir o Sindicalismo Mundial

Representante da CUT e das Américas, João Felicio,
será presidente da CSI – Central Sindical Internacional


Com LULA na presidência do Brasil, o país passou a ser um novo refencial mundial. Lula deu vez e voz aos brasileiros no cenário internacional, com suas políticas de inclusão social, distribuição de renda e crescimento econômico.

Como reflexo do sucesso de Lula, o Brasil passou a dirigir instituições importantes como a FAU, o FMI, a OMC, Comissão de Direitos Humanos da OEA e agora, a maior e mais importante central sindical do mundo terá como presidente o representante da CUT.

Em 2013 a CUT completou 30 anos de vida, e em tão pouco tempo, passou a ser a maior central da América Latina, a maior do Brasil e estar presente em todas as organizações internacionais dos trabalhadores.

A história da CUT e do PT foram decisivas para esta escolha.
O histórico de João Felício, como atual Secretário de Relações Internacionais, ex-presidente e ex-secretário geral da CUT também foi importante.

Destacamos também como relevante o apoio e dedicação que Vagner Freitas,
atual presidente da nossa central, dedicou à candidatura da CUT e de João Felício.

Vejam mais detalhes na matéria do site da CUT:

João Felício será o primeiro latino-americano
a presidir a Central Sindical Internacional

Dirigentes de centrais de todo o mundo aclamaram o nome do secretário de Relações Internacionais da CUT, entre eles representantes da Força, UGT e CNPL

Escrito por: CUT Nacional – 02/04/2014

Dirigentes das principais sindicais de todo o mundo aprovaram nesta quarta-feira (2), a indicação de João Felício, secretário de Relações Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT) à presidência da Confederação Sindical Internacional (CSI). Felício será o primeiro latino-americano a presidir essa importante central internacional.

O dirigente foi indicado pela CUT, pelas outras duas centrais sindicais brasileiras e pela Confederação Nacional dos Profissionais Liberais (CNPL) que participam doConselho Geral da CSI, Força Sindical e UGT, além de todas as centrais sindicais filiadas das Américas.

A Confederação Sindical Internacional é resultado da fusão da Confederação Internacional de Sindicatos Livres (CIOSL) e da Confederação Mundial do Trabalho (CMT).

A CSI é a maior e principal entidade de representação da classe trabalhadora em todo o mundo. Ela congrega 175 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, associados a 311 entidades afiliados em 155 países e territórios.

Participaram da reunião representando o Brasil, além de Felício, o presidente da CUT, Vagner Freitas, o presidente da UGT, Ricardo Patah, o secretário Geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, e Carlos Alberto de Azevedo, da Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL).

Além de dirigentes de entidades internacionais, como da DGB da Alemanha, AFL-CIO dos EUA, CGT da França, CCOO da Espanha, UNTA de Angola e Kosatu da África do Sul, entre outras.

O Congresso da CSI que vai referendar o nome de João Felício como presidente será realizado nos dias 18 a 23 de maio, em Berlim. Após o Congresso, ocorrerá a reunião do Conselho Geral, quando haverá a eleição do presidente.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Flores e folhas

Com tanta crise política, só falando de flores

Apesar da correria no trânsito e no trabalho, ainda tive tempo de ouvir o cantar do sabiá enquanto tomava café e, ao sair de casa, admirar a beleza das flores e de um pé de Nandina.

A Nandina é tão bonita que não precisa de flores.


Agora vejam estas flores na frente de casa.


terça-feira, 1 de abril de 2014

Posse de Berzoini

Clube da Esquina no Planalto

Além do discurso da presidente, centenas de lideranças de todo o Brasil prestigiaram a posse do deputado federal Ricardo Berzoini como ministro das relações institucionais.

Gente de todas as regiões do Estado de São Paulo, senadores, deputados federais e estaduais, além de vereadores, prefeitos e dirigentes de empresas. Sindicalistas e lideranças comunitárias também estavam presente.

Quem olhar no facebook vai encontrar dezenas de fotos de amigos como Jacques Pena, ex-presidente da FBB, Wagner Pinheiro, presidente dos Correios e tantos outros e outras.

Com a nomeação de Berzoini para ministro, Luis Claudio Marcolino já foi “aclamado” como o herdeiro da candidatura para deputado federal. É mais um grande desafio para Marcolino e o Congresso Nacional ganhará um grande parlamentar.
Curioso é como todos queriam dar parabéns para Juvândia e Raquel, reeleitas para o nosso Sindicato dos Bancários de São Paulo.

Para quem não sabe, Berzoini é mineiro de Juiz de Fora. Esta cidade tem tradição de fornecer bons brasileiros.

O Clube da Esquina estava no Planalto. É o Brasil voltando às suas origens...

Leiam parte da matéria que saiu na Rede Brasil Atual.

Dilma nomeia Berzoini
e ordena negociação 'altiva' e 'permanente' com Congresso

Presidenta afirma que novo ministro é 'militante das boas causas da democracia' e entende importância de unir em um projeto partidos com orientações diferentes. Deputado volta à Esplanada após nove anos

por Diego Sartorato, da RBA publicado 01/04/2014 12:52, última modificação 01/04/2014 15:17

São Paulo – A presidenta Dilma Rousseff oficializou, na manhã de hoje (1º), a nomeação do deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP) para a Secretaria de Relações Institucionais, pasta com status de ministério que divide com a Casa Civil a articulação política com o Congresso para aprovar projetos de autoria do governo.

Berzoini assume o posto no lugar da senadora Ideli Salvatti (PT-SC), que passa a comandar a Secretaria de Direitos Humanos. A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), que esteve à frente da SDH por 33 meses, retorna à Câmara e se prepara para disputar as eleições deste ano.

"Berzoini é um militante das boas causas da democracia e entende como poucos a importância da negociação altiva, honesta e respeitosa com o Congresso. Com larga experiência parlamentar e ministerial, Berzoini compreende a natureza do nosso presidencialismo de coalizão, marcado pela união entre partidos de orientações diferentes, mas que precisam entrar em acordo pelo bem do país", pontuou Dilma.