domingo, 19 de janeiro de 2014

Elizabeth Savalla, Estadão e a tecnologia

Já que o Estadão não mostra, vai de UOL

Ontem a Rádio Estadão fez um gol de placa com a reportagem sobre Adoniran Barbosa. Hoje, o jornal Estadão faz outro gol de placa com chamada de caba e meia página no Caderno 2, sempre o melhor caderno do jornal, com entrevista de Elizabeth Savalla falando sobre sua personagem na novela “Amora à Vida”.

Elizabeth Savalla, como Márcia, na novela, tem representado as trabalhadoras e trabalhadores de classe média baixa, que insistem em continuar honestos, dignos e comprometidos em construir um mundo solidário e formativo. É a principal personagem da novela na fase atual, do ponto de vista pedagógico. Não é por acaso que virou a consultora de Felix.

Peguei o jornal e vim ao computador para divulgar a matéria, já que o Estadão não é lido em todo Brasil. Para minha tristeza, procurei durante quinze minutos e não consegui achar a entrevista na internet. E olhem que sou assinante do jornal! Quando já tinha desistido de abordar o assunto, quando entrei na UOL vi uma chamada sobre o assunto.

Parece mentira, a UOL, que é da Folha, divulgar a boa entrevista que o Estadão conseguiu, mas não deu destaque no seu site. Não sei se é dificuldade tecnológica ou se é incompetência de editoria do Estadão. Talvez amanhã ou até o final de hoje, alguém acorde no jornal e publique com destaque a entrevista.

Enquanto isto não acontece, leia a matéria da UOL...
"Corri muito do rapa", diz Elizabeth Savalla, sobre Márcia de "Amor à Vida"
Do UOL, em São Paulo
19/01/201411h32

A atriz Elizabeth Savalla afirmou que mantém a simplicidade de sua personagem Márcia, da novela "Amor à Vida", na vida real, e que seu dia-a-dia de trabalho não tem nada de glamoroso.
Em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", Savalla pontuou que o processo de chegar ao Projac, se maquiar e entrar em cena a deixa esgotada antes mesmo da cena começar. "Fazer pobre em novela é complicado", disse a atriz em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo" neste domingo (19).
"Deve ter havido uns três finais de semana em que não trabalhei. Tem dia em que saio às 6h e vou pra lá. Agora , com o trânsito do jeito que está, chega a quase três horas [o percurso]. Eu levo uma hora e meia para fazer o cabelo. Quando começo a gravar, já estou cansada, querendo ir embora. Fazer pobre em novela é complicado", explicou.  "Corri muito do rapa na 25 de março".

A atriz ainda disse que se surpreende com a reação dos telespectadores na rua. "Outro dia, fui a um restaurante e fiquei segurando mesa,. Atrás de mim, havia uma mesa só de homens e eles ficavam falando 'a periguetona'. Comecei a ficar p***. Aí, que eu saquei que era por causa do personagem do Fúlvio [Stefanini, que a chama assim na trama]. Sabe quando você desliga porque está em outro ambiente? Eu comecei a rir sozinha".

Relembrando a história de sua família, ela disse: "A história da minha família é parecida com a de todo mundo no Brasil. Meu pai teve uma empresa grande, mas foi com muita batalha. Passei muito Natal sem ganhar presente. Cansei de embrulhar presente oara os filhos dos funcionários, mas sabia que, em dezembro, eu não iria ganhar".

Sobre a parceria com Tatá Werneck, ela relembra do primeiro contato que teve com a intérprete de sua filha Valdirene na novela. "Eu não conhecia o trabalho dela. Na primeira reunião de elenco, falei que estava com medo, pois não sabia fazer a personagem. Aí, a Tata deu uns pulos, me abraçou e falou assim: 'Se você está com medo, imagina eu. Estou desesperada'. Então, a gente definiu que estava junto"
A atriz, no entanto, afirmou que não se considera um "talismã" do autor de "Amor à Vida" Walcyr Carrasco. "Você tem que perguntar para ele. Vai que eu respondo alguma coisa que ele não gosta, o sobrenome dele é Carrasco", disse.


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