segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Boas e más notícias

Dilma continua crescendo

a imprensa não consegue entender, mas o povo continua sábio.
A imprensa bate e bate no governo Dilma, e quando faz pesquisa, a resposta é mais apoio ao governo. Do jeito que vai a eleição vai ser definida no primeiro turno. Ainda bem.

Para dizer que ainda tem jogo eleitoral a Folha veio hoje com pesquisas para governador e a avaliação de Haddad. Como querendo mostrar que o jogo será empatado. Não sei não. O povo de São Paulo está cansado de PSDB e Skaf está aí assustando os tucanos. Como eu apoio a dobradinha PMDB e PT, mesmo que seja para o segundo turno. Isto significa que muita água ainda vai rolar.

Mas, como não só de alegrias vivemos nós, tivemos duas mortes neste final de semana. A morte da mãe de uma amiga de nossa filha e a morte de Deda, nosso querido petista de Sergipe. A vida é assim, todos sabemos que vamos morrer, mas todos ficamos tristes quando a morte chega. Faz parte...

Já que dei duas notícias ruins e uma boa, vou completar com outra noticia boa para ficar empate. Estivemos, eu e Luis Claudio Marcolino, em reunião em Brasilia para resolver pendências da Bancred e do Olhar Local. Parece que agora a coisa vai andar e voltaremos a atender a população.

Cada dia é um dia e amanhã teremos mais notícias...

Um comentário:

  1. Luiz Fux disse, em evento de entidade empresarial, que a nossa Constituição é demagógica.

    Para um ministro do Supremo, tal afirmação deveria receber a contrapartida imediata do Senado da República.
    Nossos Senadores, entretanto, parecem dormir em berço esplêndido.

    “O Poder emana do povo, e em seu nome será exercido”, deveria significar para o Congresso Nacional, especialmente para o Senado da República, exercer a soberania em nome do povo e dar um basta nas alucinações dos senhores ministros do Supremo.
    Para melhor entender o raciocínio, a Constituição é elaborada e ou emendada pelos senhores Congressistas, que o fazem em nome do povo, que não pode ser substituído pelos arroubos alucinógenos dos ministros do Supremo. Simples assim!

    Ao extrapolar os limites constitucionais os ministros do Supremo deveriam ser advertidos pelo Senado Federal, a quem cabe exercer o controle externo sobre os atos dos homens e mulheres que estão investidos na função de ministros do Supremo.

    O nome supremo não quer dizer que a suprema palavra, a decisão final, pertença ao Supremo Tribunal Federal. Para tudo há limites. E o limite dos atos dos integrantes do Supremo deveria estar sob atento e permanente controle dos senhores Senadores.
    E o que fazem eles – os senadores – nesses tempos de invasão de competência e de alteração dos direitos fundamentais do cidadão pelos ministros do Supremo?

    O povo precisa refletir sobre esses fatos e exigir que seu Poder absoluto na República seja acatado por todos, inclusive – e principalmente – pelos senhores ministros do Supremo.

    E aí? O que nós – cidadãos dessa Nação vilipendiada pelas elites desde sempre – iremos fazer?

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