segunda-feira, 11 de novembro de 2013

REFORMA TRIBUTÁRIA, JÁ! Diz Rui Falcão

O lado mais injusto do Brasil

Finalmente o PT acordou para o quê é mais grave no Brasil:
A estrutura tributária.

Da mesma forma que os brancos acabaram com a escravidão, mas abandonaram os negros à própria sorte, na pobreza e nas favelas, o Brasil proclamou sua república mas manteve a estrutura tributária escravocrata. Tudo para os ricos e nada para os pobres.

No Brasil, proporcionalmente, pobre paga muito mais imposto do que rico.

Leiam parte da materia do Valor de hoje:

Lula defende mudança no discurso do PT

Valor – 11/11/2013
Por Camilla Veras Mota e Talita Moreira

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ontem, durante a eleição interna do PT, a renovação do partido e a mudança no discurso dos petistas para reaproximar-se da juventude. Aos militantes, Lula pediu apoio à presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff.

Já a presidente usou a disputa petista para tentar mostrar-se mais próxima da legenda, da qual disse ter "orgulho".

O resultado do pleito, que levou milhares de filiados às urnas para escolher dirigentes em todo o país, poderá ser divulgado hoje e deve manter o presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão (SP), no comando da sigla.

O presidente nacional do PT votou em São Paulo e
defendeu mudanças no sistema tributário brasileiro.

"O partido tem discutido várias propostas de reforma tributária para aumentar a possibilidade de atender mais às demandas", disse Falcão.

"Ter uma saúde de melhor qualidade, educação em tempo integral, mais creches. A preocupação hoje, além da distribuição de renda e do aumento do emprego e do poder aquisitivo, que acho que têm que ser mantidos de qualquer maneira, é avançar para oferecer serviços públicos de melhor qualidade.
E, para isso, é preciso fazer uma reforma tributária", disse.

Segundo Falcão, o PT tem discutido internamente propostas para a reforma tributária e deve definir as diretrizes concretas de um projeto no encontro anual do partido marcado para o ano que vem.
O dirigente disse que a questão do ICMS precisa ser avaliada, "para acabar com a guerra fiscal".

Falcão evitou detalhar o modelo de reforma que defende e se concorda com as propostas que preveem aumento da alíquota de imposto de renda ou taxação de fortunas.

O dirigente comentou ainda acreditar que a política fiscal está sendo conduzida de maneira correta e ressaltou a proposta de a União não cobrir mais eventuais déficits fiscais dos Estados.

Falcão afirmou não saber se o governo trabalhará com o conceito de bandas para estabelecer a meta de cumprimento do resultado primário, mas crê que o mais importante é a "estabilidade econômica", e o controle da inflação.

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