sábado, 26 de outubro de 2013

Obama espiona amigos e inimigos

Crise de Autoridade

Yes, we can!
Este slogan da primeira campanha eleitoral de Obama, mais o fato de ele ser o primeiro candidato negro com condições reais de ser eleito, criou uma grande expectativa no mundo todo.

Todos torciam para Obama.

Afinal, seriam duas grandes mudanças: Primeiro ver eleito o primeiro negro da história americana; segundo mudar a política interna e externa dos Estados Unidos, pós Bush, um presidente que denegria a imagem do país.

Yes, Obama foi eleito. But he can´t!
Ele não pode ou não quer, sob o pretexto da crise econômica, enfrentar o poderio militar e econômico dominante e subordinou-se às regras do jogo americano.

Fez somente o Obamacare, o plano de saúde e manteve a economia no "banho maria", sobrevivendo.
Melhorou a ocupação no Oriente Médio, mas não democratizou os países ocupados. Pelo contrário, a desordem continua e aumentou com o fim da "Primavera Árabe".

E agora, para aumentar ainda mais o desgaste de Obama e dos Estados Unidos,
aparece o fogo amigo, isto é, espionagem de celulares pessoais de pessoas como Angela Merkel da Alemanha e outros 34 governantes amigos.

Amigos?
Quem tem amigo como este, não precisa de inimigos!

Foi assim que o Império Romano foi definhando...
Bastavam as orgias dos senadores e dos generais romanos.
Os "bárbaros" encontraram os caminhos desprotegidos
e o povo desmotivado.

Mesmo considerando que a História não se repete,
ela muda na forma e no conteúdo,
decadências são sempre decadências,
mudando apenas os nomes dos países e o tempo que dura a doença.

Angela Merkel tem motivos de sobra para ficar descontente.
Dilma também, apesar dos colonizados serviçais aos colonizadores.
Alemanha e Brasil podem sinalizar novas esperanças para o mundo.

O tempo dirá...

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