terça-feira, 18 de junho de 2013

Primavera Paulista: Grupo saqueia e depreda em SP

Onde está o limite?

Um dia não tem polícia e os manifestantes quebram lojas;
outro dia tem polícia e esta agride jornalistas e manifestantes.
Outro dia não tem polícia nem depredações; todos ficam contentes.
Mas no dia seguinte, sem polícia, no centro de São Paulo
alguns manifestantes depredam e saqueiam lojas e bancos.
Apesar de na Avenida Paulista a grande manifestação ser pacífica.

Queimaram até um carro da TV Record, no centro de São Paulo!

Qual é o ponto de equilíbrio das manifestações e do sistema de segurança?
Qual é o papel da imprensa?
Qual é o papel dos coordenadores do movimento?
Qual é a responsabilidade dos governantes e dos parlamentares?
Está chegando a hora de todos pensarem sobre os acontecimentos.

Vejam a matéria da UOL.

Grupo saqueia e depreda comércio na região central de SP;
ao menos 8 são detidos 26

Guilherme Balza e Janaina Garcia - Do UOL, em São Paulo
18/06/201320h59 > Atualizada 18/06/201322h04

Veículo da TV Record estacionado em frente à Prefeitura de São Paulo é incendiado.

Um grupo de manifestantes saqueou estabelecimentos comerciais
na região central de São Paulo na noite desta terça-feira (18)
durante o sexto ato contra o aumento da tarifa de ônibus na capital paulista.
Ao menos oito pessoas foram detidas, com sacolas de roupas e uma delas com uma televisão.

Os manifestantes invadiram e depredaram duas agências do Itaú e outra da Caixa Econômica
e chegaram a levar com eles teclados e computadores.

A invasão também aconteceu nas lojas Marisa, Americanas e Claro.

A reportagem do UOL presenciou pessoas com eletrodomésticos, video-games e até televisores de LED.
É a primeira vez que saques são registrados na onda de protestos
pela redução das tarifas de transporte coletivo em São Paulo.
Antes desta terça, houve outros cinco dias de protestos.

Praticamente todas as lojas da rua Direita, na região da Sé, foram saqueadas pelos vândalos,
que mais cedo tentavam invadir o prédio da Prefeitura de São Paulo.
Pessoas que passavam pelo local também aproveitaram para se beneficiar dos saques.

O centro de São Paulo se transformou em um cenário de destruição.


Um número reduzido de policiais iniciou a ação contra os participantes,
mas, por volta das 21h10, a Tropa de Choque chegou para reforçar a segurança e usou bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo,
mas não impediu que os vândalos continuassem a agir.

Paralelamente ao ato de vandalismo de uma a minoria,
um grupo maior participava de passeata pacífica na avenida Paulista,
que ocupava desde a rua da Consolação até a Brigadeiro Luis Antonio.


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