quarta-feira, 19 de junho de 2013

Primavera Brasileira: O país da batata quente

Baixar passagem depende do Congresso Nacional?

Agora virou empurra-empurra.
A polícia não faz nada porque a imprensa reclama.
Os prefeitos não fazem nada porque o custo está muito alto e tem a responsabilidade fiscal.
Os governadores não fazem nada porque quem cuida do transporte são os prefeitos.

E todos dizem que a presidenta Dilma e o Congresso Nacional são os principais responsáveis.

Já o ministério público acha que pode substituir os executivos, os legislativos e os delegados...

Já que não sabemos quem manda e quem decide neste país, vamos todos para as ruas exigir providências.

Agora Haddad diz que "Se o Congresso Nacional aprovar lei reduzindo impostos,
e a prsidente Dilma sancionar a lei, Haddad baixa as passagens de ônibus.

Será que Alckmin também também reduz as passagens de Metrô e de Trem?

Mas, se eles podem baixar os preços se a lei for aprovada,
o governador e o prefeito podem muito bem reduzir agora enquanto aguarda aprovar a lei.

O movimento suspende as manifestações e se o Congresso não aprovar
o povo volta para as ruas com muito mais força.
Se podem dar subsídios para as empresas, também podem dar para os pobres.

Vejam a matéria do Estadão sobre a redução da passagem:

Tarifa cai imediatamente 7% se projeto for aprovado, diz Haddad

Previsão da Prefeitura é que o projeto,
que está na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado,
seja votado na próxima terça-feira,

19 de junho de 2013 | 12h 28
Caio do Valle e Victor Vieira - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O prefeito Fernando Haddad (PT) disse nesta quarta-feira, 19, que a tarifa baixa imediatamente assim que um projeto de lei que desonera o setor de transporte público for aprovado no Congresso. Isso pode fazer o preço da passagem ficar 7% menor. Desde o dia 2 de junho, a tarifa custa R$ 3,20. A medida já foi aprovada na Câmara Federal e agora está no Senado. Com isso, Haddad sinalizou que pode baixar o valor da tarifa neste ano, se o projeto de lei for rapidamente aprovado no Senado.

Haddad sinalizou que pode baixar o valor da tarifa neste ano

A previsão da Prefeitura é que o projeto de Lei 310/2009, que está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, seja votado na próxima terça-feira, 25. Se for aprovado, o projeto segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff, o que, se tudo correr bem, deve acontecer até o fim da próxima semana. Após ser publicado no Diário Oficial da União, o prefeito Haddad (e qualquer outro prefeito do País) estará habilitado a reduzir o preço da tarifa. O projeto de lei desonera alguns itens sobre os quais incide o ICMS, incluindo pneus e diesel. O governo federal estaria disposto a acelerar a tramitação do projeto.

Sem a desoneração de PIS e Cofins, ainda segundo Haddad, a passagem em São Paulo estaria custando R$ 3,40.

Sobre os atos de vandalismo ocorridos no protesto de terça-feira à noite, Haddad, que conversou com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) nesta manhã, disse que existem grupos no movimento que querem interditar o diálogo e afirmou que eles não confiam na democracia. "Infelizmente o debate tem sido interditado por grupos que não confiam na democracia. São criminosos os que estão agindo nas ruas", criticou.

Nota do Blog:

Com 7% de redução em função dos impostos, a passagem volta para TRES REAIS.

2 comentários:

  1. Muita confusão ... Converse nas ruas, com o vizinho, com porteiro, com seu patrão ou empregado: cada um fala uma coisa... Sem nexo causal, todos querem meter a boca... Os partidos políticos sao importantes para a estabilidade democrática, porém tem muito a aprender com as Redes Sociais. É lá que o sangue pulsa... É lá que a veia pode estourar... Abs fraterno.

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