domingo, 30 de junho de 2013

Brasil: Já imaginou na Copa?

Quem tem Felipão não tem medo de jogar


É Campeão!!!
É Campeão!!!
É Campeão!!!
É Campeão!!!

Um time, um país, uma nação. Brasil, o futuro é agora!
Todos emocionados e torcendo para ver se o Brasil ganharia da Espanha ou não.
Não só ganhou, como goleou!

A Seleção Brasileira parecia o time de 1970.

David Luiz, foi o grande herói da partida,
ao impedir o gol do empate da Espanha.
Se o gol tivesse saído, tudo poderia ser diferente.

Mas a dupla Neymar e Fred resolveu liquidar a partida, fazendo gols memoráveis.

O Brasil emocionado viu sua seleção brilhar mais uma vez.

Esta dupla Felipão e Parreira precisa continuar na comissão técnica.

Felipão é o grande herói brasileiro!

Já imaginaram na Copa?

USA fabrica moeda para sair da crise

A Europa toda está em crise

O governo português atual é o pior desde o fim da ditadura salazarista, uma das piores da Europa, juntamente com a ditadura franquista, na Espanha. Os governos conservadores estão vendendo tudo a preço de banana, os progressistas estão confusos e o desemprego desestrutura a vida familiar de toda Europa.

Mesmo com seus 88 anos de vida e de experiências, Mário Soares,
ex-presidente de Portugal, continua mais lúcido do que a maioria dos governantes e políticos atuais.

Navegar é preciso...

Leiam esta boa entrevista na Folha de hoje, dia 30/06/2013.

Europa precisa acabar com austeridade

Para ex-presidente de Portugal,
União Europeia deve 'fabricar moeda' para sair da crise

BERNARDO MELLO FRANCOENVIADO ESPECIAL A LISBOA – Folha – 30/06/2013

Ícone da esquerda de Portugal, o ex-presidente Mário Soares, 88, diz que a Europa só vencerá a crise com o fim das políticas de austeridade.
Ele afirma que a recessão se alastrou do sul para o norte do continente e que a saída deve ser buscada fora da receita liberal de privatizações e cortes de benefícios.

O socialista critica a chanceler alemã, Angela Merkel, e o plano do primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, de vender estatais para pagar dívidas ao Banco Central Europeu e ao Fundo Monetário Internacional.
Para Soares, o governo de centro-direita de Portugal é o pior desde o 25 de Abril, data que marcou o fim da ditadura salazarista com a Revolução dos Cravos, em 1974.

Ele conversou com a Folha no início do mês, um dia depois de se reunir com a presidente Dilma Rousseff.
Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista.

Folha - Os países do sul da Europa, como Portugal, Espanha e Grécia, são os mais afetados pela crise. Como sair dela?
Mário Soares - A Europa está toda em crise. Uma crise profunda. Portugal, Espanha, Itália. Neste momento, também Holanda, Bélgica, Finlândia, Suécia.

É preciso uma grande mudança. Acabar-se com o neoliberalismo e essa situação de pagar aos mercados acima dos Estados.
Ou isso muda ou a Europa vai toda para o abismo. Eu tenho esperanças de que não vá.
Muitos protestos têm sido direcionados contra a chanceler alemã, Angela Merkel. O sr. concorda com isso?
Merkel sempre foi a favor da austeridade, dos mercados e das troicas [juntas de intervenção formadas por Banco Central Europeu, Comissão Europeia e FMI].

Agora aconteceu-lhe uma coisa horrível. As maiores exportações da Alemanha iam para o resto da Europa. Como a Europa está toda sem dinheiro, não tem mais como pagar. E a Alemanha está a afundar-se também, porque não consegue vender.
Por isso, Merkel está a mudar de opinião.

O sr. está otimista?
Estou convencido de que a Europa tem saída, como teve a América.
É preciso acabar com a austeridade e produzir mais moeda.
Tem que dar a manivela [incentivar o crescimento econômico], mudar completamente de política.

Por que a América saiu da crise? Porque fabrica moeda.
Quando o Banco Central Europeu fabricar moeda, é evidente que tudo isso passa.

Isso não pode gerar inflação e elevar o custo social da crise?
Pode haver inflação, mas não é nada diante do que se está a passar.
Houve inflação na América, mas estão a sair da crise. Nós não estamos.

Portugal é um dos países mais castigados na Europa, com a economia em recessão e o desemprego em 18%. Como o sr. vê a situação do país?
A situação portuguesa é aflitiva. Basta dizer que ontem [segunda-feira], Dia de Portugal, o presidente da República e o primeiro-ministro foram violentamente vaiados.
Todos os dias há grandes manifestações contra o governo. Toda a gente está descontente. É o pior governo desde o 25 de Abril, sem dúvida nenhuma.

Por quê?
Porque está a arrasar o Estado social.

O Serviço Nacional de Saúde, que era impecável, está a ser destruído. Há milhares e milhares de desempregados.
As pessoas estão com fome, vão comer aos caixotes de lixo. Os trabalhadores estão contra o governo. E não são só eles. Os universitários, os militares, os médicos... O que é preciso mais?
Agora estão a acabar com o CTT [empresa de correios, que será privatizada]. Querem vendê-lo ao estrangeiro. Acha isso possível?

A presidente Dilma Rousseff, que o sr. chamou de camarada, quer que brasileiros comprem a TAP. O que acha disso?
Sou político. Não sou homem de negócios.
O governo português diz que as privatizações são necessárias para equilibrar as contas públicas. O sr. concorda?
Não. Isso é absolutamente falso, como, aliás, se provou em toda a América Latina. Não só na Argentina, como na Venezuela, no Peru...

Toda a América Latina é contra as privatizações.
Vocês, brasileiros, conhecem bem isso.

Portugal deve ficar no euro?
Claro que deve.
O Reino Unido está fora do euro e também vive uma situação muito difícil.
Portugal vai sair da crise dentro da Europa.
A Grécia foi o berço da nossa civilização.
Os alemães só fizeram guerras. Nós descobrimos o mundo.
É muito diferente!

sábado, 29 de junho de 2013

Constituinte, Plebiscito e Referendo

O Sonho, a Realidade e o Medo

Os conservadores passaram a usar o Judiciário contra o Legislativo e o Executivo como forma de impedir os avanços sociais e a continuidade da gestão do atual governo e seus aliados. O Judiciário, que deveria cumprir as leis votadas no legislativo, começou a fazer leis e a tomar decisões eminentemente políticas. É a judicialização da sociedade e do exercício do poder.

De repente surgiu "o clamor das ruas" que se mostrou mais eficiente e temerário do que o próprio judiciário.
E apareceram os caronistas para instrumentalizar o movimento, transformando-o num instrumento de pressão sobre os atuais poderes. Caracterizou-se então um vácuo de poder nos Municípios, nos Estados e na União.

A presidente Dilma propôs um pacto sobre cinco pontos, sendo um deles um Processo Constituinte para se fazer uma Reforma Política a partir do povo e para o povo, em vez de se fazer uma emenda constitucional dentro do próprio Congresso Nacional, um dos principais pontos críticos das manifestações nas ruas.

Imediatamente os conservadores reagiram contra o Processo Constituinte e depois passaram a reagir também contra o Plebiscito. Os conservadores passaram a defender um Referendo, isto é, onde o povo é passivo, decidem somente sobre assuntos definidos pelos parlamentares e não definidos pelo povo nas urnas.

Entendemos como possível um processo de Reforma Constitucional com a participação direta da população.Tal reforma estaria restrita aos limites constitucionais, entendendo que seja, neste momento, impossível a alteração de cláusulas pétreas.

A soberania popular exercida na convocação de um órgão constituinte externo ao Congresso Nacional é absolutamente defensável sob o ponto de vista constitucional.

Restrito aos limites constitucionais, o processo constituinte poderia se iniciar com uma PEC - Proposta de Emenda Constitucional, votada pelo Congresso Nacional, que autorize a Convocação de um Plebiscito para definir uma Reforma feita pelo órgão constituinte.

Ato seguinte, o Congresso convocaria um Plebiscito, para que o Povo Brasileiro manifestasse o seu interesse a respeito da criação de um órgão para verificar alterações constitucionais. Aprovado em plebiscito o Órgão Constitucional desenvolve o seu trabalho e aprova a sua Proposta de Emenda Constitucional em referendo popular, vinculando assim a promulgação e vigência da PEC.

Tal procedimento será uma renovação do contexto democrático brasileiro, dando especial destaque à participação popular em situações de "impasse", como referiu-se a presidente Dilma em seu último pronunciamento à Nação.

Este procedimento chamado de Processo Constituinte pode representar um SONHO, mas estes milhares de jovens que saíram às ruas pela modernização do Brasil, talvez estivessem sonhando quando começaram a sair as ruas. E o sonho virou realidade.

Na impossibilidade do Sonho (a Constituinte),
podemos trabalhar com a Realidade (o Plebiscito)
ou o Medo (o Referendo.

O Plebiscito é neste momento mais democrático e legítimo porque caberá ao povo definir o quê deverá entrar na Reforma Política, sendo debatido e aprovado indicações para que o povo em nova votação dê a sentença final. Os congressistas atuais estão tão envolvidos com o tema, como também são diretamente envolvidas nas decisões. Daí a necessidade de um árbitro coletivo: O Povo Brasileiro.

O Referendo, como já aconteceu com a proibição de comercialização de armas de fogo e munições, em 2005, é uma forma simplificada demais para esta conjuntura de manifestações nas ruas. Um Congresso que elege Feliciano para presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara,não tem credibilidade para fazer sozinho uma Reforma Política.

Entre o Sonho, a Realidade e o Medo,
já que não podemos ficar com o Sonho,
pelo menos, fiquemos com a Realidade.

Plebiscito Já!

Observação:
Este texto foi escrito a partir de um estudo elaborado pela Equipe de Advogados Crivelli Associados. Qualquer imprecisão ou erro é de minha responsabilidade. Como nas Diretas Já, há milhares de jovens advogados querendo contribuir para a Modernização do Brasil.

Que se ouçam o clamor do povo e
que se garanta a efetiva participação de todos os Brasileiros!


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Pauta da Classe Trabalhadora

As Centrais Sindicais vão às ruas…

Aos poucos o espontaneísmo vai dando lugar aos movimentos organizados por instituições formais, legalizadas e representativas de setores orgânicos da sociedade.

Quando mais o movimento ganha forma e conteúdo, diminui a ação dos provadores, diminui a violência e também diminui o poder de manipulação por parte da imprensa.

Para contribuir para que o movimento seja pacifico e organizado, reproduzo abaixo a Resolução da Direção Nacional da CUT, aprovada nesta quinta-feira.

Central convoca trabalhadores e trabalhadoras e suas organizações
para mobilização em torno da Pauta da Classe Trabalhadora

CUT Nacional – 27/06/13

1) A Direção Nacional da CUT, reunida em São Paulo nos dias 26 e 27 de junho de 2013, convoca os trabalhadores e trabalhadoras e suas organizações à mobilização em torno da Pauta da Classe Trabalhadora, neste momento particular vivido pela nação brasileira.

Mobilizações de milhões em todo o país, que contaram com apoio e participação de CUTistas, colocaram no centro da conjuntura a reivindicação de redução de tarifas e a qualidade do transporte público, saúde e educação pública de qualidade, expressando um descontentamento com a forma como as instituições políticas vêm funcionando, e já teve resultados concretos;

as massas na rua conquistaram a redução de tarifas do transporte público, na maioria das capitais e inúmeras cidades, a questão da reforma política – bandeira da CUT - saiu da paralisia de um debate viciado no Parlamento e está posta para o amplo debate na sociedade.

Ao mesmo tempo constatamos que a mídia, setores conservadores e de direita tentaram influir nas mobilizações por objetivos estranhos aos interesses da imensa maioria do povo brasileiro.

2) A Direção Nacional da CUT considera de fundamental importância a participação organizada da classe trabalhadora neste novo cenário para dar uma saída positiva a esta situação. Por isso, endossamos a proposta de “Dia Nacional de Luta, com mobilizações, paralisações e greves” em 11 de julho, acordada com o conjunto das Centrais Sindicais e apoiada por movimentos sociais e populares.

A Pauta Unitária das Centrais para o Dia Nacional de Luta de 11 de julho inclui:

- contra o PL 4330, da “terceirização” que retira direitos dos trabalhadores brasileiros e precariza ainda mais as relações de trabalho no Brasil; esse Projeto precisa ser varrido imediatamente da pauta do Congresso Nacional;

- que as reduções de tarifa do transporte não sejam acompanhadas de qualquer corte dos gastos sociais;

- 10% do orçamento da União para a saúde pública;

- 10% do PIB para a educação pública, “verbas públicas só para o setor público”;

- fim do fator previdenciário;

- Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas sem redução de salários;

- Reforma Agrária;

- suspensão dos Leilões de Petróleo.

A CUT defende esses pontos unitários, mas, em conjunto com os movimentos sociais, levantará também, na preparação do 11 de julho,

a luta pela Democratização da Mídia e por uma Reforma Política que passe por um Plebiscito Popular.

A CUT considera que os recursos para investir na melhoria dos serviços públicos existem: bilhões de recursos públicos foram dados aos empresários na forma de isenções, desonerações e créditos públicos subsidiados sem exigir contrapartidas;

bilhões estão destinados ao superávit primário para pagar a dívida.

3) A Direção Nacional da CUT convoca todas as Estaduais da CUT a ocuparem seu lugar nesta nova situação, organizando de imediato plenárias com todos os sindicatos filiados e, a partir daí, reuniões com os movimentos sociais e populares aliados, para preparar a mobilização no dia 11 de julho em todas as capitais e cidades importantes do país com base nas seguintes orientações:

a) Tendo em vista a iminente votação no Congresso (Comissão de Constituição e Justiça) em 9 de julho, do PL 4330, a Direção Nacional da CUT propõe que, em 4 de julho seja realizada uma jornada de advertência, com paralisações em categorias chaves, pela derrubada do PL 4330. No próprio dia 9 de julho, a CUT mobilizará sindicalistas para pressão direta no Congresso contra o PL 4330.

b) No dia 11 de julho, Dia Nacional de Luta com manifestações, paralisações e greves, a Direção Nacional da CUT orienta que sejam priorizadas paralisações nos diferentes Ramos e categorias CUTistas que podem e devem incorporar suas reivindicações específicas neste movimento de conjunto de nossa classe.

A CUT continua nas ruas lutando para definir os rumos do Brasil!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Um jogaço em Fortaleza

O melhor jogo desta Copa

A Itália jogou melhor os 90 minutos, a Espanha jogou melhou os 30 minutos da prorrogação e ganhou nos pênaltes.

Um jogo para comemorar. Alguém tinha que perder.

Que a Seleção Brasieira aprenda com os italianos a marcar bem os espanhóis, fazem bons lances longos pelas pontas. Por falar em pontas, o ponta-direita da Itália jogou muito bem. Parecia o futebol dos velhos tempos. Faltou apenas um bom goleador na gande área.

Faltou Neymar no jogo para fazer belos gols de faltas. A Espanha não soube aproveitar as faltas perto da grande área da Itália.

E enquanto a bola rolava, as manifestações aconteciam no Rio de Janeiro e outras cidades.

A festa continua e no domingo o Brasil vai parar para torcer para a nossa Seleção.

Tudo é possível quando o técnico é o Felipão, ajudado por Parreira e Mutosa.

Se segura, Galvão!

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Nello foi para o Céu

Estamos tristes com sua partida

Desde 1983 eu, minha família e meus amigos, frequentamos a Cantina Nello’s, na Rua Antonio Bicudo. Quando nossa filha nasceu, nós a levávamos num “moisés” e ela ficava ao lado enquanto jantávamos ou almoçávamos. Conhecemos o casal, os filhos e os funcionários. Só diminui a ida ao Nello’s mais recentemente com medo dos arrastões.

Nesta noite, ao tomar conhecimento que Nello tinha falecido, fiquei triste como se tivesse perdido um parente querido.
Nossa família envia a todos os familiares e clientes do Nello´s nossas condolências.

Morre Nello de Rossi, ex-ator e dono de cantina em Pinheiros
BRUNO BENEVIDES - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA - 26/06/2013 - 16h49

Nascido em Roma, Nello Roberto de Rossi adotou o bairro de Pinheiros, em São Paulo, em 1974.
Foi naquele ano que abriu a cantina italiana que leva seu nome em um sobrado no bairro.

Nello morreu na manhã desta quarta-feira (26) em São Paulo, de causas naturais, aos 91 anos.
Além da mulher Rina, com quem era casado há 60 anos, deixa quatro filhos.

Até pouco antes do falecimento era possível encontrá-lo no salão conversando com os clientes ou sentado em uma mesa, por vezes bebendo uma taça de vinho.
A família seguirá no comando da casa, que continua no mesmo endereço da fundação, na rua Antônio Bicudo. Há ainda uma segunda unidade, na Vila Leopoldina.

CINEMA E GASTRONOMIA

As paredes recheadas de posteres e fotos de filmes italianos mostram a outra paixão de Nello, o cinema. Ele começou a atuar aos 14 anos em seu país natal. Chegou a trabalhar com os diretores Roberto Rosselini e Victorio de Sica.
Depois de se mudar para Nova York para tentar a carreira artística, chegou ao Brasil em 1973 após a morte de seu irmão Antonio, que desde os anos 1950 era dono do Trastevere em São Paulo.

No ano seguinte, Nello inaugurou seu restaurante, com a mulher à frente da cozinha. A estrela do menu sempre foi a culinária italiana, com massas, risotos, carnes e pizzas.
Entre as especialidades estavam o filé a parmigiana, o nhoque Rina (com ricota de búfala e espinafre), o escalope "al limone" e o tiramisù.

Os pratos a preços acessíveis e o clima informal fizeram o sucesso da casa. Logo na entrada do salão um painel mostrava as personalidades que frequentaram o local. Lá estavam políticos, artistas e jogadores.

Além do restaurante, Nello voltou a se aventurar como ator em comerciais, como no das camisas US Top, no qual soltava o bordão "bonita camisa, Fernandinho".

Como produtor participou dos filmes "Festa", do diretor Ugo Giorgetti, e "Cassiopeia", primeira animação digital feita no Brasil.

O enterro será no Cemitério São Paulo, também em Pinheiros, nesta quinta-feira (27).

Felipão: O Herói Nacional

De um país no caos, surge um líder

Tudo caminhava para dar tudo errado.

Uma seleção caindo aos pedaços, uma diretoria da CBF que não é respeitada por ninguém, uma FIFA metida à besta, achando que manda nos países pobres, uma multidão fazendo manifestações, um monte de provocadores e bandidos infiltrados nas manifestações para desmoralizar os poderes, uns governadores medíocres e covardes, que não controlam suas Polícias Militares e Civis, uma imprensa estimuladora da desmoralização dos poderes, especialmente do poder federal e do legislativo.

Num país como este, antigo melhor futebol do mundo e nova esperança mundial de democracia e inclusão social, a maior paixão nacional estava de luto. Mas, eis que o destino faz com que, em função da renúncia por corrupção do antigo presidente da CBF, aparece a oportunidade de a Seleção Brasileira ter um novo técnico.

O melhor técnico para as horas desesperadoras da nossa Seleção, sempre foi Felipão.

Foi campeão mundial assim, e agora, quando ninguém acreditava em nada, nem no próprio Felipão, em função de sua passagem lamentável pelo Palmeiras, time de São Paulo, Felipão arranjou um parceiro, também ex-campeão brasileiro e grande estrategista de futebol, embora não carismático como ele.

Esta dupla de Felipão com Parreira, mudou a história do nosso futebol atual e fez o Brasil recuperar sua autoestima e sua dignidade. Apesar de tudo e apesar de todos...

Nesta tarde de quarta-feira,dia 26 de junho de 2013, o Brasil parou para ver os meninos de Felipão!

Mesmo ameaçados pelos manifestantes e pelas "Forças Ocultas" que queriam bloquear as estradas, avenidas e o próprio estádio de futebol em BH, Felipão liderou seus meninos, fez com que o Congresso Nacional parasse para ver a Seleção, fez o governo federal parar para ver a Seleção, fez a Direção Nacional da CUT, com representantes de todos os estados brasileiros, parar para ver a Seleção e fez muitas e muitas escolas, empresas e prefeituras pararem para ver a Seleção.

Tudo isto porque Felipão conseguiu, gradativamente, recuperar o espírito coletivo dos meninos, mostrar que um time é maior do que onze jogadores, mostrar também que tem hora que substituir para ganhar é melhor do que insistir na repetição e perder.

E, como na vida dos brasileiros e dos corinthianos,a gente ganha no sofrimento, o Brasil ganhou pelo coração, porque no futebol os uruguaios jogaram mais. Mas Felipão tinha quase 200 milhões de brasileiros torcendo e sofrendo com ele e seus meninos. Eu falei quase 200 milhões, porque deveria ter alguns milhares de golpistas e oportunistas, mascarados ou não, torcendo para nossa Seleção ser derrotada.

Em 1970, como estávamos em ferrenha ditadura militar, era compreensível torcer contra a Seleção para a Ditadura não ficar popular, mas agora estamos num país democrático, abençoado por Deus e bonito por Natureza! Torcer contra nossa Seleção de Felipão é um ato idiota e antipatriótico.

Felipão, o melhor que podemos dizer para você e seus meninos
é que vocês são nossos heróis!
Se ganhar neste domingo vai ser lindo,
mas se não sairmos campeões no futebol,
nós, com certeza, já somos Campeões morais!

Felipão, o Brasil tem orgulho de vocês!

Dilma recebe as Centrais Sindicais

O clamor do povo é a pauta da vez

De vez em quando ”as florestas se movem” e as pautas das sociedades mudam, deixando de ser o que as instituições vinham tocando para, emergencialmente, se preocuparem com as novas demandas.

Dentro da sequencia de reuniões com os representantes dos movimentos sociais, a presidente Dilma reuniu-se com as Centrais Sindicais, nesta quarta-feira, antes do jogo do Brasil.

Vejam o depoimento da CUT

Em reunião com centrais, Dilma afirma que só aprovará projetos em consenso com os trabalhadores


26/06/2013 – site da CUT

Presidente da CUT também afirmou apoio ao plebiscito e ressaltou que entidade fará campanha por reforma política


A CUT e as demais centrais sindicais reuniram-se na manhã desta quarta-feira (26) com a presidenta Dilma Rousseff, em Brasília, para discutir as recentes manifestações que tomaram as ruas do Brasil.



Durante o encontro, ela enfatizou que não aprovará qualquer projeto sem que exista acordo entre trabalhadores, empregadores e governo, atendendo à reivindicação das centrais de estabelecer um canal de diálogo permanente.



Dilma também afirmou que a pauta da classe trabalhadora – com itens como o combate à terceirização, fim do fator previdenciário e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais – será negociada como um todo, as negociações continuarão e o governo apresentará uma resposta até agosto.



A presidenta admitiu que é preciso aprimorar a interlocução com as centrais e disse concordar com as críticas das ruas sobre a qualidade dos serviços públicos. Afirmou, ainda, que a pressão das mobilizações está correta e ajuda na transformação do país.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, porém, ponderou que as melhorias só existirão com o investimento na rede pública.



“O governo tem de se debruçar sobre a saúde, transporte, educação e segurança pública de qualidade. Não adianta querer melhorar privatizando. Apontamos que a resposta tem de vir do Estado e ela concordou.”

Vagner criticou a postura do presidente da Força Sindical e deputado federal, Paulinho da Força, que classificou a reunião como lamentável e disse que a presidenta chamou sindicalistas, levantou e foi embora sem dizer qualquer palavra.



“Não foi uma rodada de negociação da pauta das centrais, que já tem fórum quadripartite e reunião marcada para o próximo dia 3 de julho, quando discutiremos o PL (Projeto de Lei) 4330/3004, da terceirização. Mas sim um espaço para que discutíssemos o que está acontecendo e como devemos fazer para que o movimento crie propostas progressistas.

”

O dirigente comentou, ainda,que a CUT irá construir uma campanha nacional pela reforma política e pelo plebiscito e citou a importância de dar ouvido ao povo.

“Qualquer político ou organização que for contra essa consulta é porque está acostumado à velha política e quer tratar esses assuntos longe da população e da classe trabalhadora, exclusivamente nos corredores do Congresso.

”

Por fim, Vagner destacou que
as conquistas do movimento sindical são resultado de mobilizações
e da capacidade de organização da classe trabalhadora
e não concessão do poder público".

terça-feira, 25 de junho de 2013

Desmoralização dos Poderes

Bloquear Rodovias virou rotina. Até quando?

Um país à deriva!
É esta a imagem que estas manifestações estão causando. Se fossem militantes sindicais, do MST ou de Sem Tetos, a Imprensa, a OAB, o Ministério Público, os Juízes e tudo mais estariam histéricos conclamando a ordem e a intervenção da Polícia Militar e da Polícia Federal, como foi no caso das terras indígenas no Mato Grosso do Sul. Matar índio pode, liberar as rodovias não pode. Depois querem ser respeitados!

A desordem é o caminho da ruptura e da quebra de autoridade. Ou se resolve isto imediatamente ou a população terá que organizar suas milícias para garantir o direito de ir e vir. Liberdade não se ganha, conquista-se!

Será que vão deixar os meninos de Felipão jogar bola nesta quarta-feira?

Será que Aécio tem autoridade para garantir o acesso das Seleções e das Torcidas?
Ou vai deixar Minas Gerais virar uma zona?

Leiam a matéria da UOL, nesta noite de terça-feira.

Protestos fecham o tráfego em rodovias de SP, Minas e Rio


UOL - DE SÃO PAULO - Atualizado às 20h28.

Vários protestos fecham rodovias em São Paulo, Rio de Janeiro e em Minas Gerais na noite desta terça-feira.

O pior caso é o da Fernão Dias, que foi bloqueada as 8h e ainda tinha interdição por volta das 20h20, segundo a concessionária responsável pela via.

O bloqueio na Fernão Dias aconteceu no km 502, em Betim (MG). Segundo a Autopista, a via chegou a ser liberada no final da tarde, mas logo voltou a ser fechada nos dois sentidos. Com isso, havia 18 km de filas no sentido São Paul e mais 14 km no sentido Belo Horizonte, por volta das 20h20.

Na via Dutra, o bloqueio mais longo começou por volta das 17h30, em Nova Iguaçu (RJ). A interdição acontece no sentido Rio de Janeiro, onde ainda havia 10 km de filas por volta das 20h20, segundo a concessionária responsável.

Ainda na Dutra, havia outro ponto de bloqueio no km 147, na altura de São José dos Campos (a 97 km de São Paulo), nos dois sentidos. A via foi fechada por volta das 18h30 e permanecia bloqueada às 20h20, quando havia 2 km de congestionamento em cada um dos sentidos.

A Dutra tinha problemas ainda no km 110, em Taubaté (a 140 km de São Paulo), também nos dois sentido. A interdição começou por volta das 19h30 e persistia às 20h20, quando havia 2 km de filas no sentido Rio e mais 1 km no sentido da capital paulista.

Na Castello Branco, o bloqueio começou às 19h50, nos dois sentidos, e causava filas por volta das 20h20, entre as cidades de Itapevi e Jandira, na Grande São Paulo. Já a Raposo Tavares, chegou a ser bloqueada mais cedo, mas já tinha sido liberada no horário.

A rodovia Rio-Teresópolis (BR-116), de acordo com a concessionária que administra a via, também estava fechada na altura de Guapimirim, no dois sentidos, pois cerca de 50 manifestantes que ocupam as pistas.

Ontem, várias rodovias já tinham sido bloqueadas por manifestações. Ocorreram interdições na Anchieta, Cônego Domênico Rangoni, Imigrantes, além de rodovias de Minas, Goiás, Tocantins, Rio Grande do Sul e Maranhão.

Centrais Sindicais, Manifestações e Primavera

Como aderir, sem apoiar o golpe

“Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come…”

Enquanto os partidos, as centrais sindicais, os movimentos sociais, a UNE, as Igrejas e as entidades patronais continuam perplexas, as manifestações vão ampliando suas formas de ação e também vai crescendo a violência por parte de mascarados e portadores de “armas brancas”.

No caso das Centrais Sindicais, é compreensível o dilema.

As reivindicações apresentadas nas manifestações são, na sua ampla maioria, as reivindicações de todos os trabalhadores/as e da própria sociedade.

Se as reivindicações são as mesmas, por que não se juntam?
Por que as águas não se misturam?

O quê pouca gente sabe é que as manifestações começaram convocadas por grupos mais à esquerda das centrais e dos partidos. Mas, depois da repressão violenta contra jornalistas e manifestantes, a grande imprensa convocou o povo para as ruas em protesto contra a PM. Esta, por sua vez, a partir da pressão da imprensa, passou a se “fingir de morta” e deixar o pau rolar.

A partir daí as manifestações sairam do controle dos grupos mais esquerdistas e passaram a ser controladas pelas “Forças Ocultas conservadoras e gollistas”.

A grande maioria dos manifestantes não tem nem idéia do que seja a PEC 37.
No entanto há muitos deles carregando faixas e cartazes impressos em gráficas. Quem confeccionou, imprimiu e distribuiu estes cartazes e faixas. São gerações espontâneas? Surgiram no asfalto?

Eu também sou contra a PEC 37, acho-a uma grande bobagem e inoportuna. O problema do Brasil está na judicialização do país. Os conservadores perderam o controle do Executivo e do Legislativo e aí apelaram para o Judiciário. Tradicionalmente mais conservador em qualquer país do mundo.

Voltando às reivindicações dos trabalhadores, as centrais por dezenas de vezes, as entregaram a Ministros e mesmo a Presidente Dilma. As respostas sempre foram demoradas, poucas efetivas e muitas evasivas ou sequer foram dadas. O exemplo da isenção do Imposto de Renda na PLR foi uma tortura...

Agora, as centrais podem ir para as ruas, aderindo aos manifestantes, fazendo o jogo de desgaste do governo Dilma, ou podem intensificar um processo de negociações, onde o governo obrigatoriamente tem que dar respostas efetivas, tanto para diminuir a pressão das ruas, como para evitar que o movimento sindical vá para as ruas e adira às manifestações e ao golpe. Tudo é possível.

Ouvindo os dirigentes sindicais, a princípio não temos como saber para onde eles vão.

Tanto eles podem ajudar a salvar o governo, como podem abandoná-lo.
Vai, mais uma vez, depender da presidente Dilma.

Vejam estas declarações sensatas do presidente nacional da CUT - Vagner Freitas

25/06/2013 – A partir de parte de texto publicado no site da CUT Nacional

São Paulo – A CUT, as demais centrais sindicais (CTB, Força, UGT, CSP/Conlutas, CGTB, CSB e NCST), e o MST decidiram, em reunião realizada nesta terça-feira (25), em São Paulo, organizar atos conjuntos – do movimento sindical e social - no próximo dia 11 de julho em todo o País – e também os itens da pauta que serão levados à presidenta Dilma Roussef, em audiência que será realizada amanhã (26), no Palácio do Planalto, em Brasília.

“Vamos chamar à unidade das centrais sindicais e dos movimentos sociais para dialogar com a sociedade e construir uma pauta que impulsione conquistas, as reivindicações que vieram das ruas à pauta da classe trabalhadora”, disse o presidente da CUT, Vagner Freitas.

Segundo o dirigente, além de mais investimentos em saúde, educação e transporte público de qualidade, como os manifestantes pediram e que é também uma pauta dos trabalhadores e das trabalhadoras, os atos de julho irão reivindicar o fim dos leilões do petróleo, o fim do fator previdenciário, a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução do salário, a reforma agrária e o fim do Projeto de Lei 4330 – “esse PL nefasto que acaba com as relações de trabalho no Brasil e é, na verdade uma reforma trabalhista escondida atrás de uma proposta de regulamentação da terceirização”, de acordo com Vagner.

“O que motivou a população a ir às ruas, a princípio, foi a revogação do aumento da tarifa do transporte coletivo. Concordamos que o transporte coletivo tem de ser subsidiado pelos governos, mas isso não pode impedir investimentos em saúde, educação e segurança e transporte de qualidade para a classe trabalhadora”, apontou o presidente da CUT.

Para ele, o Brasil melhorou muito nos últimos dez anos, mas a melhora foi mais da porta para dentro do que da porta para fora. “A insegurança aumentou, a piora nas condições do ensino e da saúde está fazendo com que o trabalhador gaste as conquistas, os ganhos salariais em escola, saúde e segurança privados”, justificou Vagner.

“Não fizemos as mudanças estruturais necessárias, a reforma agrária não ocorreu, o sistema político está falido, a representatividade não é democrática, as pessoas não são ouvidas, só elegem. A sociedade tem de controlar o trabalho dos políticos depois das eleições,” completou o dirigente.

Plebiscito

Sobre o plebiscito proposto ontem pela presidenta Dilma Rousseff para consultar a população sobre a Reforma Política, Vagner disse que a proposta é positiva porque o povo brasileiro quer participar.

Segundo ele, independentemente do debate técnico sobre a constitucionalidade ou não da consulta popular, a proposta é positiva porque a sociedade tem de ter mecanismos para vigiar.

“Ouvir o povo é importante. Os governantes têm de ter esse tipo de postura – que a presidenta Dilma teve – de, durante seu mandato ouvir os eleitores, isso é democracia representativa”, disse Vagner, esclarecendo sempre que não estava falando da Constituição, de questões jurídicas e, sim, da importância de se ouvir a opinião da população.

“Votar não é dar tutela. Tem de ouvir a voz que veio das ruas e o que veio foi, principalmente, a insatisfação do povo com a prática política pequena, para dentro e não para fora. O povo não aguenta mais e quer participar”, concluiu Vagner.

Interdito Proibitório e a Liberdade de Ir e Vir

A Direita brasileira passa pelo Judiciário

As depredações continuam, os bloqueios de avenidas continuam, os bloqueios às rodovias e aeroportos continuam, acintosamente o ministério público não faz nada, os juizes não fazem nada, a imprensa apenas retrata a violência ostensiva, a Policia Militar faz muito pouco e a oposição ao governo Dilma culpa o governo federal.

Existe um artificio jurídico que os patrões, e mesmo as estatais federais, têm feito uso dele para impedir ou dificultar o livre exercício da greve no Brasil.

Este artifício chama-se INTERDITO PROIBITÓRIO.
Criado há muito tempo como forma de se evitar que manifestações impessam o direito de ir e vir dos cidadãos e para impedir invasões de áreas produtivas.

Os patrões, especialmente os banqueiros, usam o Interdito Proibitório

preventivamente para obrigar os bancários e os sindicatos,
mesmo antes de a categoria aprovar em Assembléia Geral,
a ficarem a cem ou duzentos metros de distância das portas das agências bancárias.

Tudo isto legalmente, dizem os advogados e os juízes!
Mesmo que seja moralmente vergonhoso e também sejam ilegítimos,
porque viola o direito de greve que existe na Constituição Nacional.

Nenhum advogado, nenhum empresário, nenhuma empresa aérea,
nem mesmo os bancos estatais, lembraram-se deste instrumento até agora.
Por que será? Conveniência? cumplicidade? omissão?

Mas quando a presidente Dilma propõe um Plebiscito para viabilizar a Reforma Política,
aparecem milhares de advogados, juristas, juizes e promotores públicos dizendo que é golpe,
que está errado e que é inconstitucional.

Alterar a Constituição para introduzir o direito de reeleição,
comprando votos de parlamentares, como fez FHC, é legal?
É moral? É Legítimo?

O povo não aguenta mais esperar a má vontade dos políticos!
O povo não aguenta mais a manipulação por parte da imprensa!
O povo não quer só comida!

O povo quer que este país lhe respeite
e que todos os brasileiros e brasileiras
sejam de fato iguais perante a Constituição e no seu dia a dia.

Ou se põe limite as depredações e interdições das Rodovias,
ou qualquer hora os transeuntes vão organizar milicias
para enfrentar os Mascarados e Armados de Porretes.

Que o Judiciário se posicione pela Democracia,
pelo direito de todos os brasileiros/as de todo o Brasil.

Chega de dois pesos e duas medidas!
Plebiscito para Reforma Política, Já!

As Primaveras Políticas e o Brasil

Belíssimo relato das Primaveras e do Brasil

Mais uma vez, o Brasil fica dependente do “olhar estrangeiro”.
Curiosamente, como se fosse uma esquizofrenia coletiva, o Brasil tem tradição de “não querer se ver”, ou “querer negar seus defeitos”. Talvez por origem Católica e Portuguesa, o Brasil só queira se ver como um país maravilhoso, sem racismo, sem preconceito, sem luta de classe, sem ignorância e sem corrupção.

Mas a História está aí para mostrar nossas mazelas.
Principalmente quando é mostrada pelos estrangeiros.
Sejam eles os holandeses no Brasil colonial, depois os ingleses,
mais recentemente os franceses e americanos.
Os nossos intelectuais demoram a ver o Brasil universal.

Este texto do correspondente do Estadão em Paris,
cidadão francês, com alma brasileira, amigo do falecido Rui Mesquita,
nos traz uma belíssima contribuição para os acontecimentos atuais.

Leiam com atenção e reflitam sobre o assunto.

Brasil não joga jogo previsto pelos teóricos da política

25 de junho de 2013 | 2h 05
Gilles Lapouge - O Estado de S.Paulo

Os franceses, muito mal informados pelos seus jornais e crentes de que o Brasil é sempre o país do "milagre econômico", da magia Lula, do crescimento de dois dígitos, estão atônitos: como é possível que esse "milagre" tenha se transformado, de uma hora para a outra, sem nenhum aviso, não em um inferno, mas em um problema, um perigo?

Os comentários dos jornais franceses são numerosos, confusos e moderados. Não têm noção da dimensão da situação, e isso é compreensível. A ciência política não dispõe de instrumentos que expliquem choques da magnitude do atual.

Nem Tocqueville nem Karl Marx nem Raymond Aron nos ofereceram as chaves desses movimentos.
O Brasil "não está jogando o jogo" previsto pelos teóricos da política.

Que negócio é esse de ausência de liderança, de inexistência de preparação, de doutrina ou estratégia, de comandos de elite, de bazucas, e que faz tremer o poder? Em vão pesquisamos toda a biblioteca política; revoltas assim não são catalogadas, a menos que remontemos à Idade Média, quando, de tempos em tempos, a Europa era sacudida por febres espontâneas, por revoltas camponesas que atiravam os pobres, os esfomeados e os intelectuais sem emprego contra os castelos.

É esse aspecto que permite aos comentaristas europeus associar as revoltas que se sucedem no mundo há três anos. As convulsões que agitam as nações neste período apresentam duas características comuns: a espontaneidade e a imprevisibilidade.

E aqui está o paradoxo:
jamais as polícias e os governantes estiveram melhor informados. Os Estados hoje se parecem com o Big Brother de George Orwell. Os dirigentes dispõem de uma "radiografia" permanente e instantânea das ações de seus administrados e de seus pensamentos mais íntimos graças à internet e aos serviços de segurança. Mas essas "grandes orelhas" não conseguem captar nada. Um belo dia, uma rua se inflama de repente, por si própria, e o fogo incendeia todo um povo.

Foi o que aconteceu nos países árabes.

Para que a Tunísia explodisse foi preciso que um desempregado se imolasse. Dias mais tarde, o Egito pegava fogo; em seguida, foi a vez da Líbia. Meses mais tarde, as ruas sírias desafiaram Bachar al Assaf, em seguida, a Turquia, e agora o Brasil.

Ocorre que cada um desses sismos é específico.

Os líbios se revoltaram contra um feroz ditador, Kadafi.
Os turcos querem derrubar um primeiro-ministro poderoso e eficiente, escolhido por vias legais, mas tentado a reinstaurar um Islã obsoleto.
A Síria se ergue contra um governante sanguinário.

Entretanto, não devemos confundir essas revoltas.
É verdade que todas obedecem a esse novo modelo:
espontaneidade e anonimato, experimentado uma primeira vez em Paris,
em maio de 1968, e ignoram todos os alfabetos clássicos da luta política.

Seus efeitos não são sempre positivos:

as "primaveras árabes" geraram desastres econômicos ou retrocessos políticos, como o despertar dos "islamismos" mais obscuros. A revolta dos sírios deu origem a uma guerra sangrenta. Na França, maio de 1968 (de cunho esquerdista) garantiu o retorno da direita por longos anos. Portanto, não devemos confundir todos esses levantes entre si nem suas causas nem suas estratégias e efeitos. Mas elas têm um ponto em comum.

Todas dizem aos dirigentes:

"Não bebam o nosso sangue, não se comportem como ladrões, não entreguem as chaves da casa aos arrombadores. As pessoas estão cansadas; é verdade, elas parecem passivas e resignadas, mas um dia despertarão e o poder estará ameaçado. Governantes, tenham medo!"

TRADUÇÃO ANNA CAPOVILLA
* GILLES LAPOUGE É CORRESPONDENTE EM PARIS

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Primavera Brasileira: Plebiscito para modernizar o Brasil

Quem for contra é porque tem medo do povo

Já estava passando da hora de o Brasil fazer uma Nova Constituição que represente o Brasil do Século 21, o Brasil de todos os brasileiros. O Brasil da nova classe média e de todas as regiões do Brasil.

De Norte ao Sul, do Leste ao Oeste, em todos os Estados e Municípios, os brasileiros e brasileiras maiores de 16 anos deverão dizer, através do Voto, qual é o Brasil que queremos.

Parabéns, Dilma. Governe para todos e todas.
É isto que o Brasil espera de você. Sem medo de ser Feliz!

Leiam parte da matéria do site do Estadão.

Dilma defende plebiscito para reforma política

Encontro com líderes de Estados e das capitais vai definir propostas
para atender à pauta de reivindicações dos protestos recentes

24 de junho de 2013 | 17h58 - Rafael Moraes Moura e Tânia Monteiro - O Estado de S. Paulo

Em reunião com governadores e prefeitos das capitais brasileiras, a presidente Dilma Rousseff propôs nesta segunda-feira, 24, a realização de um "plebiscito popular que autorize o funcionamento de processo constituinte específico para fazer reforma política". Segundo Dilma, "o Brasil está maduro para avançar e já deixou claro que não quer ficar parado onde está".

O encontro foi convocado pela presidente após os protestos que tomam conta das ruas do País desde a semana passada. Na abertura da reunião, a presidente apresentou os cinco pactos a serem discutidos: reforma política, responsabilidade fiscal, saúde, educação e transporte público.

Dilma defendeu uma reforma que amplie a "participação popular e os horizontes da cidadania". "Esse tema (reforma política) já entrou e saiu várias vezes da pauta do País. É necessário que, como entrou e saiu várias vezes, tenhamos a iniciativa de romper o impasse", afirmou a presidente.

Dilma também destacou como "prioridade ao combate à corrupção de forma ainda mais contundente do que já vem sendo feito em todas as esferas". Para a presidente, uma iniciativa fundamental para combater a corrupção é que se "crie uma nova legislação que classifique a corrupção dolosa como equivalente a crime hediondo com penas muito mais severas".

De acordo com a presidente, todas as esferas administrativas e todos os Poderes devem se esforçar também para implantar de forma plena a Lei de Acesso à Informação, que dá ao governante mais instrumento de combate à corrupção. "Precisamos agilizar a implantação da Lei de Acesso à Informação", afirmou Dilma.

Por mais de uma vez, Dilma falou sobre a necessidade de ouvir as "vozes das ruas". "As ruas estão nos dizendo que o País precisa de serviços públicos de qualidade, mecanismos mais eficientes de combate à corrupção, representação política permeável", destacou.

domingo, 23 de junho de 2013

O mundo quer conhecer o Brasil

Tunísia é o 93o. país neste Blog

Preciso escrever para Obama e seu serviço secreto esclarecendo que meu Blog, mesmo já tendo sido visitado por 93 países,
é um Blog da Paz, Amor, Flores, Música e Solidariedade Internacional.

Com este negócio do serviço secreto americano espionar todo mundo que usa a Rede, até eu fiquei preocupado. Meu provedor é nos Estados Unidos.
Meu blog é "gilmarcarneiro.com", sem o "BR" de Brasil, sil, sil, como diz Galvão Bueno, nosso locutor da Seleção Brasileira.

Fui dar uma olhada nos últimos países que visitaram este Blog
e a lista é realmente interessante e curiosa:

Tunísia, Finlândia, Grécia, República Tcheca, Belarus, Lituânia,
Suazilândia, Jordânia, Marrocos e Territórios Palestinos.

É evidente que há também uma lista grande de países ocidentais que entram diariamente,
além dos asiáticos como China e Japão, além de muitos países latino-americanos.

O fato mais interessante com o pais mais recente a nos visitar
é que foi lá na TUNÍSIA, que as PRIMAVERAS começaram.

Agora chegou ao Brasil e pode se alastrar por muitos outros países, inclusive europeus.
Lá também estão precisando de um "banho de Primaveras".
Os banqueiros continuam impondo arrochos salariais, desemprego e pobreza.

Como dizem os velhos militantes:
"As condições objetivas estão dadas... estão precisando das subjetivas... ou uma nova direção, ou mesmo um movimento sem indivíduos dirigindo, todos precisam de Uma Direção, como um norte ou uma estrela polar.

Na Tunísia e no Oriente Médio, as Primaveras convivem com o Islamismo.

Aqui no Brasil, embora participem católicos, evangélicos, judeus e não religiosos, a Primavera caminha mais para ser uma Reforma Neoliberal do que uma Primavera Modernizadora das Políticas Públicas, de qualidade para toda a população. Aqui no Brasil também temos muçulmanos, mas eles ainda não participam de manifestações de rua. São mais cuidadosos.

Aqui na nossa Primavera, se os jovens não abrirem os olhos, os verdadeiros vitoriosos serão os "felicianos da vida", mesmo aqueles que apenas usam os Evangélicos para ganhar eleições e repudiar a inclusão de milhões de pobres na classe média. E depois vão dizer que não gostam de Partidos, mas que Partidos são "um mal necessário".

O neoliberalismo é como um vírus que se diz moderno e democrático,
mas no fundo não gosta de pobre e é aristocrático.
Democracia é só quando eles estão ganhando.
Se eles perdem, eles pegam a bola e mudam o jogo.

A grande reivindicação das Primaveras no mundo, além da Liberdade, é pela Universalização das Políticas Públicas e de Melhores Condições de Vida.E que todas as religiões respeitem as religiões e valores das outras pessoas.

O mundo é plural, diferente, diverso e precisa garantir comida, escola, trabalho, liberdade e cultura para todas as pessoas.

Estejam elas no Brasil ou na Tunísia.

Primavera Brasileira: Alegrias e Tristezas

Flores, Manifestações e Solidariedade

O mês de junho de 2013 já entrou para a História do Brasil.
Com coisas boas, como as manifestações pacíficas que tomaram conta do Brasil, principalmente pela conjunto de cartazes que identificam motivos para manifestar-se.
O Brasil estava mesmo precisando modernizar-se.

O mês de junho também, como acontece todos os anos,
é um mês em que florescem em grande quantidade os Ipês de São Paulo.
São tão bonitos que até nas propagandas das construtoras
aparecem fotos e desenhos de ipês floridos.

Vejam este belo exemplar de Ipê Rosa.


Esta imagem foi tirada num domingo,
depois da Festa de São João, no Colégio Santa Clara.

Ainda neste mês de junho,
o sol começou a aparecer com mais brilho,
as flores apareceram e acompanham o sol da manhã.

Vejam estas flores de Primavera.
São as primaveras da Vila Madalena.
São pacíficas, estão em muitas ruas
e não depredam, não roubam, nem saqueiam ninguém.
Apenas querem ser admiradas pelas pessoas que passam na rua.


E, como tudo passa, o mês de junho também está passando.
E como nos meses anteriores, novas flores começam a aparecer.

Agora são as Cerejeiras.
Sejam no Japão ou no Brasil,
as Cerejeiras são de uma beleza rara.

Vejam este pequeno exemplo de como nossas ruas
nossos bairros e nossas cidades podem ficar...


E estas flores não estão mascaradass,
nem ameaçam ninguém.
Elas também não queimam outras flores.

Estas flores querem que todas as flores
também tenham direito de mostrar sua beleza.
Deixando que as pessoas livremente
escolham qual flor quer admirar,
no dia e na hora que as pessoas quiserem.

Sem a gente saber,
as flores nos dão uma aula de democracia e liberdade.
As flores estão presentes nas ruas do centro de São Paulo,
nas avenidas grandes e pequenas,
mesmo nas marginais e nos bairros pobres,
as flores também estão presentes,
mostrando que viver com tolerância e solidariedade é possível.

As flores são as maiorias da Natureza.
Que o mês de julho nos traga muitas cerejeiras,
muitas flores de Ipê
e Muitas Primaveras...

sábado, 22 de junho de 2013

Brasil: A Ordem ou o Golpe

Ou o Golpe para a Ordem

Todos devem tomar posição.
Ninguém poderá alegar ignorância ou inocência.
Desde o pai e a mãe que dão entrevista à televisão orgulhosos que suas filhinhas adolescentes estão indo para as ruas combater "tudo que está aí", até os políticos e governadores que estão acorvadados sem saber como conter a violência crescente. A maioria silenciosa precisa por limite na minoria predatória.

Ou as PMs protegem as pessoas, as rodovias e aeroportos, e o patrimônio público e privado,
ou o Exército terá que ir para as ruas garantir a Segurança.
E não me venham com moralismo pequeno burguês.
O povo não pode ficar refém de saqueadores mascarados.
Que se tirem as máscaras e saiam do armário.
Aqui ainda é uma Democracia.

Expor os jovens aos depredadores e saqueadores, é expor os filhos ao risco.
Aprender é muito importante, mas também é importante saber parar e saber ter medo da morte.Caso contrário, estaremos concordando que a morte faz parte das manifestações.Desde que os mortos sejam dos outros. Não os nossos filhos e irmãos.

Os traficantes e as quadrilhas que faziam arrastões nos restaurantes e nos prédios,
agora fazem arrastões sob os flashes das tvs e dos fotógrafos.
E a imprensa diz que fugiu do controle das lideranças. Quais lideranças?

Nenhuma comunidade, humana ou não humana, sobrevive sem a ordem.
Seja uma ordem democrática e legítima ou seja uma ordem autoritária.
Mas a ordem é condição de sobrevivência de qualquer comunidade.

A Imprensa declaradamente está investindo na desmoralização dos governos e dos políticos.
A Imprensa está trabalhando para desacreditar o governo Dilma e do PT.
Os demais partidos estão acorvadados, assistindo para ver o que vai acontecer.
O PT, por sua vez, cometeu um grande erro ao conclamar a militância para ir para as passeatas com suas bandeiras.
Não era a hora nem a melhor forma. Deu motivo para "a direita sair do armário".

Nada, nada a não ser a intenção deliberada de derrubar governos, justifica bloquear estradas, rodovias, aeroportos, correios, administrações públicas e avenidas estratégicas.
Ao fazer isto, a população e as empresas ficam reféns dos manifestantes, dos guerrilheiros ou dos militares golpistas. Esta é a realidade histórica. Há inclusive um bom livro sobre formas de se derrubar governos. Chama-se "Revolução e Golpe de Estado", de um autor inglês.

A declaração da presidente Dilma ao Brasil, através de rádio e televisão, foi muito boa,
mas não entendemos porque ela falou em "importar" médicos cubanos.

Todo mundo sabe que o Brasil, principalmente os bolsões de pobreza, precisa de médicos. Mas, além de médicos, precisa de infraestrutura médica e garantias de que os prefeitos e governadores vão pagar os salários acertados e garantir a continuidade das condições dignas de atendimento médico. Tem muito prefeito e governador que convida médicos brasileiros para trabalhar no interior e depois falta tudo, até algodão e salário.

Realmente o Brasil está refém de maus políticos, maus partidos, maus administradores, e até maus juízes, mas são as mesmas pessoas que estão estimulando os jovens e os paramilitares a irem para as ruas, são estas mesmas pessoas que sempre deram sustentação a estes políticos corruptos, ineptos e a este partidos de fachada, criados somente para negociar tempo de rádio e televisão. Ou Serra não comprava partidos para sua candidatura? Ou Serra não comprava "pastores" para sua candidatura? Ou a imprensa também não fazia o jogo sujo com os políticos. Quando Quércia apoiava Lula, Quércia era corrupto. Quando Quércia apoiava Serra. Quércia era um bom político e ganhava até página inteira de jornal.

No Brasil, político corrupto, são os outros.
Quando ele apoia quem a imprensa quer,
passa a ser bonzinho ou evitado falar mal.

Quem pode atirar a primeira pedra?
A Rede Globo? A Folha?
Joaquim Barbosa? Gilmar Mendes?
Marina Silva? Aécio Neves?
Eduardo Campos? Rui Falcão?
Quem? quem? quem?

A sorte está lançada:

Ou se garante a Ordem, principalmente, nos acessos públicos, ou teremos o GOLPE.
E contra a Desordem, qualquer população aplaude qualquer Golpe.

Mesmo que depois tenha que voltar às ruas para derrubar os golpistas.
O povo aceita errar, mas não aceita se omitir!

Que os políticos e seus partidos tomem coragem, saiam do seu mutismo, e venham defender a Democracia.
Uma Democracia legal, legítima e participativa.

Se eles continuarem mudos, que seja chamado um plebiscito por antecipação das eleições e por uma Nova Constituinte, exclusiva, para se definir uma nova regra de governabilidade e de respeito aos brasileiros.

"O tempo não para!", já dizia Cazuza.
"O tempo está correndo", também já dizia o locutor esportivo.

E hoje tem jogo da nossa Seleção,
comandada pelo grande Felipão!
E os jovens atletas que se entenderam,
deixaram de ser individualistas,
para ser um time: A Seleção Brasileira!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Primavera Brasileira: El País fala do Brasil

E de Dilma...

A Primavera Paulista transformou-se em Primavera Brasileira e, como nosso caso está parecendo o caso espanhol, resolvi pegar uma matéria do principal jornal da Espanha, para mostrar como os espanhóis estão vendo o Brasil e a presidente Dilma.

Leiam com atenção.

Dilma Rousseff promete un gran pacto sobre servicios públicos


La presidenta de Brasil elogia a los manifestantes pacíficos
pero advierte que mantendrá el orden

EL PAÍS, FRANCISCO PEREGIL - CMéxico 22 JUN 2013 - 02:46 CET (Horário na Espanha)

Por segunda vez consecutiva, la presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, volvió a tender esta semana la mano a los manifestantes. La primera vez fue el martes por la mañana cuando, tras 12 días de silencio, declaró que había escuchado las voces de la calle. Esa misma tarde voló hacia São Paulo y se reunió con el expresidente Lula da Silva y con el alcalde de la ciudad, Fernando Haddad, también del Partido de los Trabajadores. El miércoles, Haddad anunció la retirada de las subidas en el transporte, el principal reclamo de los manifestantes. Pero eso no bastó para aplacar las voces de la calle.

Al día siguiente se produjo la mayor protesta que ha vivido el país en dos décadas, con más de un millón de personas en las calles. Hubo intentos de asalto a los palacios y ministerios del Gobierno. Las reivindicaciones ya ocupaban toda la gama que se pueda encontrar entre la derecha y la izquierda. Y al Movimiento del Pase Libre, que había convocado todas las manifestaciones, no le hacía gracia ver tantos reclamos conservadores.

Así que anunció la suspensión de sus convocatorias. Pero las manifestaciones continuaron el viernes en más de 40 ciudades. Contra la corrupción, contra los proyectos de ley que atentan a los derechos de los homosexuales, contra los gastos por el Mundial… Las principales vías de São Paulo y Río quedaron bloqueadas por miles de manifestantes. Se produjeron también algunos saqueos en Río.

Y en ese contexto, más de 24 horas después de la gigantesca protesta, Rousseff se dirigió a la nación el viernes a las nueve de la noche mediante un mensaje grabado y emitido en todas las cadenas de radio y televisión. Anunció que iba a convocar a los gobernadores y a los alcaldes de las principales ciudades para negociar un gran pacto de servicios públicos. Prometió también que recibiría a los líderes de los movimientos pacíficos, a los representantes de las organizaciones de jóvenes, de las entidades sindicales y de las asociaciones populares.

Rousseff prometió elaborar en ese pacto un plan nacional de movilidad que privilegio el transporte colectivo. Además, pretende destinar el 100% de los recursos del petróleo a la educación y aseguró que traería de inmediato a miles de médicos desde el extranjero. En definitiva: transporte, educación y salud, parte de los principales mensajes que se oyeron en las calles.

La presidenta volvió a elogiar a los manifestantes. “Necesitamos sus contribuciones, reflexiones y experiencias; su energía y creatividad, su apuesta por el futuro y su capacidad para cuestionar los errores del pasado y del presente. , insistió en que había aprendido importantes lecciones de ellos y reconoció: “Es preciso oxigenar nuestro viejo sistema político”. Recordó que quienes salieron a la calle tienen derecho “a la libertad de criticar y cuestionar todo. Pero de forma pacífica. (…) Soy la presidenta de todos los brasileños, los que se manifiestan y los que no se manifiestan”.

El mensaje fue preparado junto al asesor electoral de Lula y Rousseff, JoãoSantana. Y la mano del asesor parecía notarse con mucha claridad cuando la presidenta hizo una sutil alusión a su pasada como luchadora contra la dictadura y víctima torturada. “Mi generación luchó mucho para que la voz de las calles fuese escuchada. Muchos fueron perseguidos, torturados y murieron por eso”.

Todo su discurso giró en ese sentido: elogios para los manifestantes pacíficos y advertencia clara hacia las minorías violentas que “no pueden manchar un movimiento pacífico y democrático”. Asumió que tiene la obligación de escuchar la voz de las calles, pero también de mantener el orden.

También se refirió al Mundial de 2014, cuya gestión ha sido duramente criticada en las movilizaciones. Rousseff apeló a la hospitalidad del pueblo brasileño. Recordó que Brasil es el único país del mundo que participó en todos los mundiales de fútbol y que fue cinco veces campeón mundial. “Precisamos dar a nuestros pueblos hermanos la misma acogida generosa que recibimos de ellos”.

El mensaje llegó el mismo día en que se conoció los datos de una encuesta publicada por Dataholha. En ella el 55% de los habitantes de São Paulo consideran “mala” o “pésima” la reacción de Rousseff frente a las protestas que han sacudido todo el país. El 27% calificaron su actuación como regular y sólo el 15% la consideran óptima. En la encuesta anterior, efectuada el martes 18 de junio, los que desaprobaban su gestión de la crisis eran el 49% de los encuestados frente al 55% del viernes.

Primavera Brasileira: A Direita saiu do “armário”

E o Movimento Passe Livre suspende novas manifestações

Estava escrito nas estrelas!

Devagarzinho e a cada dia, aquilo que estava previsto vai acontecendo em São Paulo e no Brasil.
O pessoal que é contra o governo voltado mais para os pobres, dirigidos a partir de São Paulo,
vai organizando formas de direcionar a insatisfação dos jovens e da classe média contra o governo Dilma.

As “Forças Ocultas” contrariadas com a baixa dos juros, a subida do dólar e as invasões de terras pelos índios, além de contrariados com a Comissão da Verdade, que resolveu desafiar os militares, e com a liberalidade dos direitos aos homossexuais, resolveram botar a tropa na rua, quebrando e sendo assistidos passivamente pela polícia militar.

Governadores não governam, não mandam na polícia e a imprensa
chama os violentos de “pequenos grupos fora de controle”.

Agora chegou a vez de o pessoal do Movimento Passe Livre bater em retirada,
depois será a vez dos jovens inocentes e finalmente
este pessoal violento tentará tomar o poder,
seja pela força ou seja pelo tapetão de um judiciário subordinado às Forças Ocultas.

Está chegando a hora de todos se mobilizarem pela Liberdade e pela Democracia.

Brasil não é Venezuela nem Paraguai!

Leiam a matéria da UOL sobre o MPL.

Passe Livre anuncia que não vai convocar novas manifestações

Gil Alessi
Do UOL, em São Paulo
21/06/201310h02

Após a redução da tarifa dos transportes públicos -- comemorada em ato marcado pela hostilidade contra militantes de partidos -- o MPL (Movimento Passe Livre), que vinha convocando as manifestações desde a semana retrasada, irá suspender temporariamente este tipo de evento.

"O MPL não vai convocar novas manifestações pelos próximos dias. Atingimos nosso objetivo, que era a revogação do aumento, e agora vamos avaliar a situação", afirmou Douglas Belomeni, do MPL.

O militante também condenou a hostilidade contra os partidos, que marcou os atos em São Paulo e no Rio de Janeiro. "Essas legendas estavam conosco desde o início compondo a luta contra o aumento e pela revogação, não são oportunistas".

Belomeni se mostrou contrário a diversas 'pautas conservadoras' que engrossaram a manifestação. "Nos últimos atos pudemos ver pessoas pedindo a redução da maioridade penal e outras questões que consideramos conservadoras. Não endossamos essas reivindicações".

Segundo Douglas, o MPL luta por transporte público, mas apoia outros movimentos sociais que lutam por uma sociedade mais justa e igualitária. "Continuaremos lutando pela tarifa zero, colhendo assinaturas para viabilizar um projeto de lei nesse sentido."

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Primavera Brasileira: A Festa, o Caos e a Ordem

A Imprensa mostra mais a violência

E a passividade da Polícia Militar. Que está subordinada aos governadores, que estão passivos e acuados pelos jovens, pela imprensa e pela situação imprevista.

Hoje deveria ser um dia de Festa em comemoração à Grande Vitória do Movimento pela Redução da Tarifa de ônibus.
Todos os prefeitos e governadores tiveram que reconhecer a força do movimento e tomaram a decisão de recuar nos reajustes das tarifas do transporte.
Foi uma grande conquista! Todos reconhecemos.

Mas, por que em vez de ser uma grande festa, transformou-se em manifestações de agressões, vandalismo e descaso para com o patrimônio público.
Por que depredar o Palácio do Itamaraty? Oscar Niemeyer deve ter ficado triste em ver sua obra de arte, reconhecida internacionalmente, ser agredida por manifestantes.

Antes de jantar, fiquei assistindo ao noticiário na TV. Achei curioso como uma grande rede de televisão, que foi contra o movimento das Diretas Já e foi contra o movimento do Impeachment de Collor, de repente, suspende sua programação habitual para contar, lance por lance, a grande manifestação cívica e as depredações.

Se eu não entendi mal, o locutor até comemorou quando viu que os manifestantes em Brasília estavam usando os cones de plástico para fazer fogueiras e arremessá-los contra a PM. Ele não percebeu, mas o microfone estava aberto e deu para ouvi.

Neste conjunto de crise de autoridade e de cumplicidades explícitas e implícitas, nenhum partido deve tentar pegar carona. O movimento começou apenas com o PSTU e com PSOL, e mesmo estes dois pequenos partidos esquerdistas já começam a ser perseguidos e intimidados nas manifestações. Eu volto a lembrar a experiência da Espanha. Tanto na Guerra Civil como em período recente, quando os estudantes ocuparam as praças contra os socialistas, ajudaram a eleger a direita conservadora e agora está desempregada e passiva.

Há um cumplicidade no ar, há segundas intenções na licenciosidade e omissão das autoridades, há omissão por parte de quem esquece as demissões generalizadas de jornalistas, e agora sentem-se porta-voz de uma "Nova Revolução". Ou a Primavera Brasileira. É o velho lema conservador de "Tudo pela Pátria, por Deus e pela expulsão deste pessoal que só pensa nos pobres e esquece a classe média". E sempre teremos pessoas pobres que darão entrevistas e depoimentos sobre a importância de ser contra os políticos e contra o governo.

Como o Brasil não tem diversidade de comunicação nos canais de TVs, nos rádios e nos grandes jornais, A Associação Nacional de Empresas de Comunicação deve estar atuando articuladamente para "limpar o país destes que são contra esta hegemonia história brasileira". E acabar com este negócio de "peão" mandar no país!

Este é um momento oportuno para acabar com esta história de pobre encher os aeroportos e aviões, encher as ruas de carros novos e usados, dificultando a livre e rápida circulação dos ricos. Agora, até os Hospitais de Ricos estão cheios de pobres por que passaram a ter convênio médico. E ainda querem trazer médicos cubanos e portugueses!

Precisamos ser menos preconceituosos!
Precisamos pensar num Brasil para todos.
Temos riquezas naturais e humanas
para construir uma grande Nação.

O momento exige serenidade e muito cuidado.
Mas é preciso preservar o patrimônio público e privado.
É necessário garantir que as Rodovias fiquem livres,
sem bloqueios por parte dos manifestantes.
É preciso garantir a segurança das pessoas e das instituições.

É importante ouvir o clamor do povo por mudanças,
mas não devemos ficar reféns da violência e de oportunistas.

O sonho não acabou, mas, o sonho está ameaçado.
Os jovens representam os desejos e o futuro,
mas não podemos deixar a violência destruir o presente.
Hoje é o fruto do ontem e a semente de amanhã.

O Brasil sempre foi um país mais de paz do que de guerra.
Sempre foi o país do futuro.
E o futuro é agora.

E nossa alegria,neste momento de incerteza,
mais uma vez é a presença de Felipão
como técnico da seleção brasileira.
Ele bota ordem na casa, organiza o time
e dá alegria a todos os brasileiros.
E aí, Neymar volta a fazer gols e dar lindos dribles
e o jovem Jô entrar em campo para dar mais alegria.

Na Primavera Brasileira, nossa cidade de São Paulo,
está repleta de pés de Ipês floridos.
A rua da Consolação tem muitas passeatas,
mas hoje eu contei oito pés de Ipês cheios de flores.

Nossa Primavera pode ter muitas flores de verdade.
E uma grande mudança na vida brasileira
Modernizando nossas instituições
e acabando com esta leniência coletiva.

Cada um de nós pode também ser um Felipão,
ajudando a botar ordem na casa,
organizando nossa vida
e vendo o Brasil ser Campeão.

Primavera Brasileira: CUT orienta sua militância

É preciso ouvir o clamor do povo!

"Daqui para frente, tudo vai ser diferente!” diz a música.

A Primavera Brasileira chegou para ficar.


O Brasil acordou e o futuro é agora.

Agora é o MATCH POINT!

A hora é decisiva para o Brasil.
Corremos o risco de aparecerem oportunistas e aventureiros provocando badernas, depredações e saques.
Todas as instituições, comprometidas com a Democracia e a Liberdade,
devem contribuir para preservar a Paz e a Liberdade.

O movimento sindical tem papel relevante
e tem grande capacidade de mobilização e organização,
portanto, pode muito bem ajudar a melhorar o Brasil
e avançar na Democracia Participativa.

Leiam a Nota Oficial da CUT – Central Única dos Trabalhadores.

CUT participará dos atos em todo o país

Orientações para as Estaduais e Ramos da CUT e todos seus filiados

Comunicado Oficial da CUT – 20/06/2013

Considerando que sempre estivemos ao lado dos trabalhadores/as e dos movimentos sociais, a Executiva Nacional da CUT orienta:

1 – Devemos participar das atividades em todo o Brasil, contribuindo de forma organizada, com nossas reivindicações históricas, como a Plataforma de Reivindicações da Classe Trabalhadora, evitando qualquer depredação ou saque e valorizando a mobilização;

2 – É importante que a militância se identifique como CUTista, usando camisetas da CUT, bonés e faixas, sem criar constrangimento para outros movimentos;

3 – Nossa solidariedade ao movimento é fundamental e devemos explicitar isso, por exemplo, levando faixas de solidariedade e colocando nossa infraestrutura à disposição;

4 – Devemos, mais uma vez, valorizar também as negociações com os representantes dos governos municipais, estaduais e federal;

5 – Finalmente reforçamos que devemos evitar qualquer tipo de conflito. O movimento deve continuar pacífico;

A CUT teve papel fundamental na redemocratização do Brasil, na luta dos trabalhadores/as do campo e da cidade, na luta por anistia e pela democratização dos meios de comunicação.

A CUT continua tendo papel fundamental na organização e representação da classe trabalhadora e ao longo destes 30 anos de existência, muita coisa evoluiu no Brasil, mas muita coisa precisa melhorar.
É preciso ouvir o clamor do povo.

São Paulo, 20 de Junho de 2013.


Vagner Freitas
Presidente Nacional da CUT

Sérgio Nobre
Secretário Geral Nacional


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Primavera Brasileira: O país da batata quente

Baixar passagem depende do Congresso Nacional?

Agora virou empurra-empurra.
A polícia não faz nada porque a imprensa reclama.
Os prefeitos não fazem nada porque o custo está muito alto e tem a responsabilidade fiscal.
Os governadores não fazem nada porque quem cuida do transporte são os prefeitos.

E todos dizem que a presidenta Dilma e o Congresso Nacional são os principais responsáveis.

Já o ministério público acha que pode substituir os executivos, os legislativos e os delegados...

Já que não sabemos quem manda e quem decide neste país, vamos todos para as ruas exigir providências.

Agora Haddad diz que "Se o Congresso Nacional aprovar lei reduzindo impostos,
e a prsidente Dilma sancionar a lei, Haddad baixa as passagens de ônibus.

Será que Alckmin também também reduz as passagens de Metrô e de Trem?

Mas, se eles podem baixar os preços se a lei for aprovada,
o governador e o prefeito podem muito bem reduzir agora enquanto aguarda aprovar a lei.

O movimento suspende as manifestações e se o Congresso não aprovar
o povo volta para as ruas com muito mais força.
Se podem dar subsídios para as empresas, também podem dar para os pobres.

Vejam a matéria do Estadão sobre a redução da passagem:

Tarifa cai imediatamente 7% se projeto for aprovado, diz Haddad

Previsão da Prefeitura é que o projeto,
que está na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado,
seja votado na próxima terça-feira,

19 de junho de 2013 | 12h 28
Caio do Valle e Victor Vieira - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O prefeito Fernando Haddad (PT) disse nesta quarta-feira, 19, que a tarifa baixa imediatamente assim que um projeto de lei que desonera o setor de transporte público for aprovado no Congresso. Isso pode fazer o preço da passagem ficar 7% menor. Desde o dia 2 de junho, a tarifa custa R$ 3,20. A medida já foi aprovada na Câmara Federal e agora está no Senado. Com isso, Haddad sinalizou que pode baixar o valor da tarifa neste ano, se o projeto de lei for rapidamente aprovado no Senado.

Haddad sinalizou que pode baixar o valor da tarifa neste ano

A previsão da Prefeitura é que o projeto de Lei 310/2009, que está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, seja votado na próxima terça-feira, 25. Se for aprovado, o projeto segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff, o que, se tudo correr bem, deve acontecer até o fim da próxima semana. Após ser publicado no Diário Oficial da União, o prefeito Haddad (e qualquer outro prefeito do País) estará habilitado a reduzir o preço da tarifa. O projeto de lei desonera alguns itens sobre os quais incide o ICMS, incluindo pneus e diesel. O governo federal estaria disposto a acelerar a tramitação do projeto.

Sem a desoneração de PIS e Cofins, ainda segundo Haddad, a passagem em São Paulo estaria custando R$ 3,40.

Sobre os atos de vandalismo ocorridos no protesto de terça-feira à noite, Haddad, que conversou com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) nesta manhã, disse que existem grupos no movimento que querem interditar o diálogo e afirmou que eles não confiam na democracia. "Infelizmente o debate tem sido interditado por grupos que não confiam na democracia. São criminosos os que estão agindo nas ruas", criticou.

Nota do Blog:

Com 7% de redução em função dos impostos, a passagem volta para TRES REAIS.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Primavera Paulista: Grupo saqueia e depreda em SP

Onde está o limite?

Um dia não tem polícia e os manifestantes quebram lojas;
outro dia tem polícia e esta agride jornalistas e manifestantes.
Outro dia não tem polícia nem depredações; todos ficam contentes.
Mas no dia seguinte, sem polícia, no centro de São Paulo
alguns manifestantes depredam e saqueiam lojas e bancos.
Apesar de na Avenida Paulista a grande manifestação ser pacífica.

Queimaram até um carro da TV Record, no centro de São Paulo!

Qual é o ponto de equilíbrio das manifestações e do sistema de segurança?
Qual é o papel da imprensa?
Qual é o papel dos coordenadores do movimento?
Qual é a responsabilidade dos governantes e dos parlamentares?
Está chegando a hora de todos pensarem sobre os acontecimentos.

Vejam a matéria da UOL.

Grupo saqueia e depreda comércio na região central de SP;
ao menos 8 são detidos 26

Guilherme Balza e Janaina Garcia - Do UOL, em São Paulo
18/06/201320h59 > Atualizada 18/06/201322h04

Veículo da TV Record estacionado em frente à Prefeitura de São Paulo é incendiado.

Um grupo de manifestantes saqueou estabelecimentos comerciais
na região central de São Paulo na noite desta terça-feira (18)
durante o sexto ato contra o aumento da tarifa de ônibus na capital paulista.
Ao menos oito pessoas foram detidas, com sacolas de roupas e uma delas com uma televisão.

Os manifestantes invadiram e depredaram duas agências do Itaú e outra da Caixa Econômica
e chegaram a levar com eles teclados e computadores.

A invasão também aconteceu nas lojas Marisa, Americanas e Claro.

A reportagem do UOL presenciou pessoas com eletrodomésticos, video-games e até televisores de LED.
É a primeira vez que saques são registrados na onda de protestos
pela redução das tarifas de transporte coletivo em São Paulo.
Antes desta terça, houve outros cinco dias de protestos.

Praticamente todas as lojas da rua Direita, na região da Sé, foram saqueadas pelos vândalos,
que mais cedo tentavam invadir o prédio da Prefeitura de São Paulo.
Pessoas que passavam pelo local também aproveitaram para se beneficiar dos saques.

O centro de São Paulo se transformou em um cenário de destruição.


Um número reduzido de policiais iniciou a ação contra os participantes,
mas, por volta das 21h10, a Tropa de Choque chegou para reforçar a segurança e usou bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo,
mas não impediu que os vândalos continuassem a agir.

Paralelamente ao ato de vandalismo de uma a minoria,
um grupo maior participava de passeata pacífica na avenida Paulista,
que ocupava desde a rua da Consolação até a Brigadeiro Luis Antonio.


Primavera: A Alegria dos Jovens

Alguns slogans na Marcha de ontem

Algumas pessoas que estiveram na Marcha no dia 17/6/2013 ficaram impressionadas com as palavras de ordem.

A grande lição aprendida foi que o pessoal está fazendo a manifestação de forma bem intencionada, sem quere incendiary o país, apenas transformá-lo pacificamente.
Eles querem liberdade, alegria e participação.

Apesar de algumas palavras grosseiras nas manifestações, a intenção é boa.

Vejam que curiosas:

O povo acordou

O povo não é bobo

Ei globo vai tomar no cu

Ei Datena vá tomar no cu

O hino nacional

Abaixo a tarifa põe na conta da fifa

O povo unido jamais será vencido!!

vem pra rua vem contra o aumento vem

Você ai parado também é explorado
Vem pra luta

Mãos para o alto 3,20 é um assalto

Eu sou brasileiro com muito orgulho com muito amor

Alckmin. Fascista você e um terrorista!!

Que coincidência não tem policia Não tem violência!!!

O povo unido é gente pra caralho!!!!

O mais que legal Brasil parou e nem é carnaval


Já nas Redes Sociais, hoje encontramos os mais diversos comentários e convocatórias de Manifestações e Greves.

Por exemplo há DUAS convocações para Greves Gerais.
Uma para o dia 1o. de Julho e outra para o dia 26 de junho.
O curioso é que nenhuma tem responseveis pela convocação.
São genéricos...

Das duas uma:
Ou este pessoal que convoca a greve geral acha que a Imprensa vai convocar para eles;
ou então acha que os empresários vão liberar os trabalhadores para fazerem a greve geral.

Aí seria um Lock Out patronal e não uma greve realizada pelos trabalhadores.

As duas hipóteses podem acontecer, mesmo mudando as datas. Hoje em dia, no Brasil pode acontecer qualquer coisa, mesmo “elefante voar”, como parodiava o filme Dumbo.

Que venha a Primavera, com novas conquistas, com muita paz e alegria.


Conselheiros de Haddad defendem redução de tarifa

O povo e os amigos defendem a mesma coisa

Quanto mais rápido Haddad agir, melhor. O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, também defende a redução da tarifa.
É preciso contribuir para resolver os problemas do país.

Vejam a materia da UOL sobre a reunião do Conselho Municipal de São Paulo

Conselho criado por Haddad
defende redução na tarifa em São Paulo


Gil Alessi - Do UOL, em São Paulo - 18/06/2013 - 12h18 



A maioria dos integrantes do Conselho da Cidade, criado pelo prefeito Fernando Haddad no início do mandato dele, defendeu a redução da tarifa do transporte público na capital paulista durante reunião extraordinária realizada nesta terça-feira (18). O encontro aconteceu na prefeitura, na região central de São Paulo. O conselho tem caráter apenas consultivo, mas entre os membros do grupo há um sentimento de que se o prefeito for contra um decisão unânime é o caso de repensar a função do comitê.

A arquiteta e urbanista Raquel Rolnik criticou o poder que as concessionárias de transporte têm nas decisões. "É preciso suspender o aumento [das tarifas do transporte em São Paulo] imediatamente e rediscutir o modelo da concessão de transportes. O que os protestos nas ruas estão dizendo é 'queremos participar ativamente do processo decisório.'"

Outro integrante do conselho, o jornalista e blogueiro do UOL Leonardo Sakamoto, também defendeu a suspensão do aumento das tarifas, que elevaram o preço do transporte coletivo em São Paulo de R$ 3,00 para R$ 3,20. "O primeiro passo é a revogação do aumento e, depois, a discussão e os debates sobre o modelo", afirmou. "Existem várias fontes de onde a prefeitura pode tirar recursos, como, por exemplo, aumentar o IPTU de estacionamentos", disse.

De acordo com o conselheiro Luís Carlos Bresser, a prefeitura precisa aproveitar o momento de licitação das empresas de transporte para limitar a taxa de lucro das companhias. Sônia Coelho, também conselheira, questionou se o valor gasto pelo governo com gás lacrimogêneo e balas de borracha não poderia suprir os custos da prefeitura com a redução da tarifa.

Mais cedo, Haddad afirmou que dobrar o valor do IPTU não seria suficiente para zerar a tarifa do transporte público da capital paulista, como quer o Movimento Passe Livre (MPL), que também participa do encontro. De acordo com ele, a medida cobriria apenas 50% do valor. "Isso porque 60% dos impostos estão vinculados a saúde e educação, de acordo com a Constituição Brasileira", disse.

O prefeito disse ainda que o valor que a Prefeitura perderia com a redução do valor da tarifa ou com o congelamento até 2016 seria suficiente para contratar 20 mil médicos ou dobrar a rede de hospitais.
"A decisão precisa ser tomada com base em informações, e eu sinto que ainda há muito desinformação sobre o assunto. É preciso que a sociedade saiba quais as consequências de cada decisão", declarou.
Segundo ele, a decisão sobre a revisão do reajuste do preço da passagem é política. "A decisão não é técnica, é política mesmo", disse.
Dinheiro para a Copa

Para Mayara Vivian, uma das líderes do MPL, "se há dinheiro para estádios, há dinheiro para o transporte". Segundo ela, a decisão do aumento da tarifa é política. "Não acreditamos que seja uma questão só de remanejar impostos. O modelo de transporte e o papel dos empresários precisa ser revisto".
Haddad havia afirmado antes da fala do MPL que nos países desenvolvidos os empresários são responsáveis por subsidiar um terço do valor da passagem. De acordo com o prefeito, em São Paulo, esse valor é de apenas 10%.
Referendo

Durante a reunião, a Rede Nossa São Paulo apresentou um documento sugerindo que o valor da tarifa e o modelo do transporte público seja definido em um referendo.

A rede também quer que seja criado um conselho municipal de transporte junto à Secretaria Municipal de Transporte para apresentar em 60 dias um estudo com as principais propostas para um Plano de Mobilidade e Transportes Sustentáveis. Posteriormente, o plano deverá ser apresentado e discutido com a população.

O documento da rede também cobra que o Governo Federal entre no rateio dos custos para priorizar o transporte público, "posto que já contribuiu bastante para financiar e subsidiar o transporte individual".
Entenda

Reportagem da Folha publicada nesta terça mostra que se os usuários de transporte público deixarem de pagar passagens, como pede o Movimento Passe Livre, esse dinheiro terá que vir dos cofres da cidade. Haveria duas formas de obtê-lo: cortando custos em outros setores ou aumentando impostos.

Quando a Prefeitura de São Paulo propôs a extinção da tarifa de transporte público em 1990 (na gestão Luiza Erundina, então do PT), a previsão era que o dinheiro sairia do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), cobrado de quase 2 milhões de proprietários de imóveis na cidade. Essa é a fonte mais óbvia para os recursos, porque atinge de forma uniforme quem mora ou tem uma empresa na capital.


Primavera Paulista se espalha pelas capitais

O que era Paulista está virando Brasileira

Todos os jornais estão destacando que houve manifestações ontem em ONZE CAPITAIS!
Onde é uma afirmação de admiração, também é uma constatação de que as coisas estão caminhando como prevista.
Embora liderados a partir de São Paulo, é importante que o movimento adquira caráter nacional.
O Rio de Janeiro, mais uma vez, fez extraordinária demonstração de coragem e mobilização.
O Rio de janeiro continua lindo!

Mobilizar o Brasil não é fácil, mas é possível.
Quando fazíamos Greve Nacional dos Bancários nos anos oitenta, tínhamos o cuidado de organizar a greve a partir de São Paulo, mas atuando para que também houvesse greves em todas as regiões do país. Caso contrário o Jornal Nacional e os rádios iriam dizer que a Greve Nacional dos Bancários tinha fracassado.
Quando se tem a imprensa boicotando o movimento, tudo fica mais difícil.
Mas, quando se tem a imprensa como estimuladora, tudo fica mais fácil.
É o famoso "Vai por mim que te ajudarei!"

Hoje ouvi no rádio que, no caso brasileiro, não é uma Primavera.

Ledo engano, tem sim o caráter de Primavera, mesmo que esteja apenas no começo.
Ela pode ser abortada ou pode crescer e transformar-se num marco histórico para o Brasil
A Revolução de 1930, que acabou com a República Velha, também começou pontualmente.

As Primaveras no mundo não eram exclusivamente contra os governos.
Todas elas eram por mais Liberdade, mais Cidadania, mais Respeito as Pessoas e por direito de ir e vir.

O Brasil também precisa de uma Primavera.
Os poderes atuais, legislativo, judiciário e executivo, já não conseguem refletir as demandas da população.
A forma como estão estruturados, com custos altíssimos e pouca agilidade, fazem com que a população fique indignada com o alto custo e o baixo desempenho dos governantes e dos políticos.

Como mudar isto? Só com negociações, conversas e mais reuniões?
Historicamente, quem está no poder não cede facilmente.
O desafio é como conseguir mudanças de forma pacífica.
Como evitar depredações, mortes e guerras?
Para evitar isto, o melhor caminho tem sido as consultas populares ou plebiscitárias.

No mundo ocidental, melhor do que o presidencialismo, tem sido o parlamentarismo.
Os governos são compostos pelos partidos mais votados de forma explícita, não é como no Brasil, onde os candidatos brigam antes e depois se compõem barganhando cargos e dinheiro. Facilitando a corrupção.
No parlamentarismo, o governante só fica o mandato inteiro se tiver apoio parlamentar e social.
Quando o governo perde o voto de confiança, convoca-se novas eleições e o povo, soberanamente, escolhe novo Congresso e nova maioria.

Quando não há consulta à população, resta as manifestações e as Primaveras...
O último caso de grandes transformações de forma pacífica foi a queda do império soviético.
Mas, antes disto, o estalinismo matou milhões de pessoas.

As Primaveras Árabes aconteceram com mortes e guerras civis.
E ainda não se transformaram em democracias nos moldes ocidentais.
Lá, a islamização continua como forma principal de governo e de valores.
Talvez o mundo ocidental precise respeitar esta característica regional.

Temos também o desafio do modelo chinês.
Um imenso país, com a maior capacidade produtiva do planeta,
mas, sem liberdades democráticas nos moldes ocidentais.
E a maior base de sustentação do modelo chinês
vem das empresas multinacionais ocidentais e do governo americano.

Por enquanto, o modelo chinês serve como "reserva de mão de obra e de baixos custos" para combater os custos internos nos países ocidentais. É só pesquisar sobre os conflitos entre as importações de produtos chineses no Brasil e no mundo e constatar que este modelo de preços subfaturados quebra as economias dos países e gera desemprego.

Precisamos continuar e ampliar a Primavera, mantendo seu caráter pacífico, apartidário e defensor de mais direitos para toda a população. O povo merece Respeito!

Mas, diariamente, precisaremos tomar muito cuidado para que o movimento não descambe para depredações, invasões e mortes. O perigo vai aparecer em cada cidade ou em cada agência bancária ou ônibus que estiver circulando.

Provavelmente as manifestações de hoje sejam menores do que as de ontem. É preciso saber combinar pressão com organização e respeito ao quotidiano da população. Cada dia de manifestações também significa mais tempo no trânsito, menos comércio, menos aula e mais angústia. A flexibilidade tática é imprescindível.

Da mesma forma que o Brasil soube combater o desemprego que se espalhou pelo mundo a partir de 2008, o Brasil também pode contribuir para que surjam novas formas de governar e de participar. É que chamamos de Democracia Participativa. Superando a velha democracia representativa. O sistema de governo atual tem legalidade, mas não tem legitimidade.

Vamos estimular as Mudanças!
Sem medo de ser Feliz!
E sem medo das Primaveras!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Primavera Paulista - A foto mais bonita desta segunda-feira

Parabéns! Jovens de São Paulo

É a maior manifestação nacional desde a Campanha das Diretas.
Parabéns aos pacifistas que lutam por um Brasil melhor!
Parabéns à Polícia Militar, que soube respeitar o direito de as pessoas se manifestarem democraticamente.

As estruturas legais e herdadas da ditadura não contemplam o Brasil moderno e com milhões de pessoas na classe média.

O povo trabalha muito e quer ser respeitado.

Quem sabe seja a hora de começar a pensar numa Nova Constituinte,
que reflita a nova realidade nacional?

Vejam a foto mais bonita desta noite!

A foto é tão bonita que depois fui procurar identificar o autor,
colocar seu crédito e do jornal responsável.
Fotógrafos são como pintores e compositores,
transformam olhares e idéias em artes.
O artista desta foto é ÉVELSON DE FREITAS, e é fotógrafo do ESTADÃO.
Parabéns para Évelson e para o Estadão.


A Ponte Estaiada foi uma iniciativa da prefeita Marta Suplicy.
Além de ser bonita, acabou representando um dos símbolos mais marcantes destas manifestações.

É preciso saber ouvir o clamor do povo!

Primavera Paulista: A luta continua

Imprensa convoca a juventude

Como tive reunião cedo em Carapicuiba, na grande São Paulo, tive muito tempo preso no trânsito e assim tive muito tempo para ouvir radio. Em todas as estações os locutores estavam animadíssimos com as convocatórias para as grandes manifestações contra tudo que está aí.

Os locutores insistiam que já tinham 247.000 adesões pelas redes sociais e tudo indicava que as manifestações continuariam aumentando. Principalmente agora que o governador de São Paulo disse que não enviaria a tropa de choque. E se tiver depredações? As lideranças, ainda segundo a imprensa, fariam tudo para impeder novas depredações e incêndios.

Alguns locutores insistiam bem que a represso policial acontecia em governos de todos os partidos. PSDB em São Paulo, PT em Brasília, PMDB no Rio de Janeiro e por aí seguiam os comentários sobre como os governos atuais não respondem mais as necessidades da população.

Agora, no final da tarde, entrei na internet para saber como andavam as manifestações
e peguei as seguintes manchetes:

http://noticias.terra.com.br/brasil/ao-vivo/agora/sp-chega-ao-5-dia-de-protestos/

Grupos vinculados a partidos políticos são hostilizados por manifestantes
"Aqui não é comício", gritam manifestantes, reprimindo ação de jovens que empunhavam bandeiras do PSTU, PCO e PCB.

Equipe do jornalista Caco Barcellos, da Rede Globo, é expulsa de manifestação no Largo da Batata
Militantes identificados com bandeiras de partidos também foram hostilizados por manifestantes. "Nenhum partido nos representa", gritava a multidão.

No Rio, manifestantes são saudados com papel picado por moradores
 do alto de prédios na esquina da avenidas Rio Branco e Presidente Vargas, moradores prestam solidariedade a manifestação que circula pelo Rio de Janeiro.
Assim como em São Paulo, grupos que agitavam bandeiras de partidos políticos foram hostilizados por outros manifestantes.


Em Belo Horizonte, manifestantes e PMs entram em confronto
. Policiais atiraram contra manifestantes que avançavam em marcha, que revidaram com bombas caseira. PM emprega balas de borracha e bombas de efeito moral.
Devido ao tumulto, o comércio nas proximidades do estádio do Mineirão está fechado.


domingo, 16 de junho de 2013

Primavera Paulista - Primeiro o CAOS

Depois a ORDEM

As "Forças Ocultas" já decidiram e estão implementando:
Estimular o Caos e a Desordem, gerando pânico na população
e depois, com o povo intimidado, lançar candidatos conservadores
para restabelecer a ORDEM e a AUTORIDADE.

Vão usar o "feitiço contra o feiticeiro!"
Vão usar os jovens, os puncks, os esquerdistas, os desiludidos, a horda e os "perdidos na noite" para mostrar tudo que tem de ruim na sociedade. Ignorando o papel da Justiça, dos Governos, dos Políticos, dos Padres e Pastores, ignorando o papel dos Pais. Afinal, a novidade vem pelos jovens! Todo poder aos jovens!

E, como historicamente os jovens e os pobres não conseguem governar,
aí chega a hora de RESTABELECER A ORDEM.

E o povo vai aplaudir nas ruas e silenciosamente.
Aceitando as prisões e as mortes.
Faz parte do sacrifício para restabelecer as condições mínimas de vida.

Depois da Revolução Francesa veio o quê?
Depois da Revolução Russa veio o quê?
Depois da Revolução Chinesa veio o quê?
Depois de 1964 veio o quê?
Depois da invasão do Iraque veio o quê?

Depois de todas as primaveras árabes, vieram o quê?
Por que os religiosos pregam mais a guerra do que a paz?
Por que os políticos e juízes não conseguem manter a paz?

Por que a Imprensa toma partido e abre mão da verdade?

Todos os jornais e revistas estão comemorando a "desordem" e as novas alternativas de lutas.
Já que os tucaninhos não conseguiam mobilizar a população contra os petistas,
agora eles vão usar "o feitiço contra os feiticeiros", vão usar os esquerdistas!

Foi assim na Espanha recente, num governo social democrata, as Forças Ocultas estimularam os jovens e revoltados a ocuparem as praças da Espanha, desmoralizar o governo socialista, e depois de eleito um governo de direita, restabeleceram a ordem. E os jovens e revoltados "se conformaram", se sentiram impotentes...

Aqui, no Brasil, além de estimularem a Desobediência Civil, (é só ver a capa da Veja), vão estimular as vaias nos estádios (ou arenas) para desmoralizar os governantes. Estes, porém, tem certa responsabilidade, tiraram os pobres e negros dos estádios, passaram a chamar o lugar onde se joga bola de ARENAS, e encheram de gente com condições de pagar uma FORTUNA por um ingresso.

Negro no estádio ou Arena, só se for na limpeza ou como jogador de futebol.
Quando muito tem Pelé e Gilberto Gil, como convidados especiais.
Mais uma vez é o feitiço contra o feiticeiro.

Se Dilma briga com os banqueiros ao reduzir as taxas de juros,
briga com os políticos quando não libera verbas e projetos,
briga com Cachoeira e com Daniel Dantas.
Ameaça brigar com Eduardo Campos, de Pernambuco,
brigar com o governador do Rio de Janeiro,
com a direita catarinense,
com os conservadores gaúchos
e com o poder judiciário.

É muita briga, ao mesmo tempo.
É dar motivo para os cachorros loucos como a turma do PSTU, do PCR e do PPS,
que aproveitam o horário gratuito de seus partidos
para conclamarem a Mobilização Nacional contra Dilma e o PT!
E vem mais partidos pela frente. Teremos mais de trinta partidos!
Viva o CAOS!

É do caos que surge a LUZ!
Mesmo que para isto morram milhões de pessoas...

Por que a Democracia e a Liberdade não surgem pacificamente?
Será que viveremos uma Primavera Paulista, como uma guerra?
Haddad sinalizou que quer ajudar a pacificar a cidade.
Alckmin precisa agir com rapidez, ou será desacreditado.