quarta-feira, 15 de maio de 2013

Tesoureiro bom tem nome

João Vaccari Neto

Um dos fundadores do partido, daqueles que andou de casa em casa e de apartamento em apartamento, batendo nas portas para pedir filiação ao partido, amigo antigo e colega de diretoria do Sindicato dos Bancários de São Paulo,

foi com o maior orgulho que li esta matéria do Estadão de hoje.

Quando a famigerada revista Veja fez uma capa com a fotografia de Vaccari, falando da Bancoop e do PT, fui um dos signatários de uma carta aberta em defesa de Vaccari. Naquela oportunidade dissemos que Vaccari tinha ido para a Bancoop, a pedido do nosso sindicato, para resolver todos os problemas e todas as pendências. Isto Vaccari fez com dignidade e dentro da lei.

Naquela oportunidade dissemos que Vaccari tinha sido nosso melhor tesoureiro no Sindicato, tinha também sido um ótimo tesoureiro na CUT nacional e tínhamos certeza de que seria o melhor tesoureiro da história do PT.

Profeticamente, a reportagem abaixo comprova tudo que afirmamos.
Quando se pensa num bom nome para Tesoureiro,
o melhor nome que conheço chama-se João Vaccari Neto.

Vida longa ao PT e aos seus quadros partidários como Vaccari.

Um governo que combate a pobreza, distribui renda, garante vagas nas escolas e universidades para os mais pobres, amplia bolsas de estudos no exterior, desenvolve o país, integra a nação e da dignidade ao seu povo.

Sem medo de ser feliz!

Leiam a matéria e percebam o quanto nosso partido e nossos quadros representam este novo Brasil que está sendo construído.

PT obtém recorde de doações e sai do vermelho pela primeira vez desde 1998

Autor(es): Daniel Bramati -
O Estado de S. Paulo - 15/05/2013

Prestação de contas mostra que a legenda arrecadou R$ 318 milhões no ano eleitoral de 2012, sendo R$ 255 milhões de fontes privadas; superávit de R$ 8,4 milhões, superior ao do PSDB e do PMDB, permitiu quitação de dívidas de anos anteriores

Graças a doações privadas no valor recorde de R$ 255 milhões, o PT nacional terminou o ano de 2012 com um superávit de R$ 8,4 milhões, o maior entre os grandes partidos do País. Com isso, os petistas conseguiram saldar as dívidas acumuladas até 2011 e ainda ficaram com uma sobra de R$ 2,7 milhões - desde 1998, é a primeira vez que a legenda sai do vermelho em sua contabilidade oficial.

Segundo a prestação de contas divulgada no site do Tribunal Superior Eleitoral, o PSDB também obteve superávit, no total de R$ 7,9 milhões, mas o valor foi insuficiente para saldar dívidas de anos anteriores. O saldo ainda ficou negativo em R$ 1,4 milhão. O PMDB arrecadou R$ 1,3 milhão a mais do que gastou em 2012, e ampliou sua folga de caixa acumulada para R$ 9,8 milhões.

No ano em que conquistou a Prefeitura de São Paulo, a maior do País, o PT teve uma receita total de R$ 318 milhões.

Dos R$ 255 milhões de doações privadas, R$ 220 milhões (86%) bancaram campanhas de candidatos a prefeito e vereador. É esse o valor total das chamadas "doações ocultas" - assim chamadas porque, quando o partido atua como intermediário entre doadores e candidatos, não é possível saber que campanha cada empresa financia.

O total de doações privadas supera em 28,4% o que o PT arrecadou das mesmas fontes em 2010, ano em que Dilma Rousseff foi eleita presidente. A arrecadação de pessoas físicas e jurídicas, na época, foi de R$ 198,6 milhões - os valores, corrigidos pela inflação, não incluem os destinados para os comitês de Dilma e dos demais candidatos do partido.

Em 2010, a prestação de contas do PT mostrava um déficit de R$ 44,5 milhões (R$ 50,5 milhões, em valores de hoje). O rombo nas contas caiu para R$ 6,4 milhões em 2011 e se transformou em superávit no ano passado.

Em 2012, a segunda maior fonte de recursos do PT foi o Fundo Partidário, bancado na maior parte por verbas federais, que destinou ao partido cerca de R$ 53 milhões.

A análise do caixa do PT mostra um partido dependente de recursos de empresas, mesmo em anos não eleitorais. Em 2012, as doações de pessoas jurídicas - principalmente empreiteiras e bancos - representaram quase 80% do total arrecado. Em 2011 sem eleições, as empresas foram responsáveis por 45% da receita.

Outra fonte significativa de dinheiro para o PT são as contribuições de detentores de mandatos eletivos e cargos de confiança no serviço público. Foram R$ 10 mi-
lhões no ano passado. Dos filiados sem mandato e sem cargo, a receita foi de apenas R$ 20 mil.

Fora do Palácio do Planalto desde 2003, o PSDB obteve R$ 96,7 milhões de doadores privados em 2012. Isso equivale a cerca de 38% do valor obtido por seu maior adversário. O PSDB também serviu de "biombo" para ocultar as ligações entre empresas e políticos que concorreram nas eleições do ano passado. O partido recebeu R$ 84 milhões de doadores privados e os repassou para seus principais candidatos a prefeito. No processo, apagou o rastro entre financiadores e financiados.

Apesar de ainda não ter conseguido zerar suas dívidas, os tucanos vêm melhorando suas contas ano a ano. No final de 2010, após a campanha em que José Serra perdeu a disputa presidencial, o déficit chegou a quase R$ 12 milhões (R$ 13,5 em valores corrigidos pela inflação). Em 2011, o rombo caiu para R$ 9,3 milhões e chegou a apenas R$ 1,4 milhão no ano passado.

O PMDB, partido governista, fechou 2012 no azul. A legenda arrecadou quase R$ 119 milhões em doações privadas no decorrer do ano. É menos da metade do que os petistas obtiveram, mas cerca de 37% a mais do que os tucanos receberam.

Dono da segunda maior bancada na Câmara, o PMDB também abocanhou um volume significativo do Fundo Partidário: R$ 44,2 milhões. Os recursos são distribuídos de acordo com a votação dos partidos na eleição para deputado.

As prestações de contas de partidos como PSB, PP, PPS e PDT não estavam disponíveis até ontem no site do Tribunal Superior Eleitoral, apesar de o prazo para as siglas apresentarem os dados ter terminado no dia 30 de abril.

3 comentários:

  1. Parabens Vaccari pela competencia , parabens Gilmar pelo relato.
    Flavio Bancredi.

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  2. Grande Vaccari! Se já fosse tesoureiro há uns 10 anos a gente teria menos problemas...

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  3. Mas o dinheiro, segundo Henriques contou ao repórter Diego Escosteguy, da revista “Época”, não ficava apenas com os políticos do PMDB. O secretário das Finanças do PT, João Vaccari, recebeu o equivalente a US$ 8 milhões durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010. Henriques disse que organizou, com Vaccari, o repasse para a campanha de Dilma. O dinheiro, segundo ele, foi pago pela construtora Norberto Odebrecht, em razão de um contrato bilionário fechado na área internacional da Petrobras, que dependia de aprovação do então presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, do PT.

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