quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Blocos de Rua foram a novidade em 2013

Com apoio da prefeitura, o povo volta a ter alegria

Este ano foi um improviso, com a vantagem de não ter a repressão dos anos anteriores, os blocos se multiplicaram pelos bairros de São Paulo, principalmente no grande centro, incluindo Pinheiros, Vila Madalena, Centro Velho, Santa Cecilia e a tradicional região da Augusta.

Com o "novo" secretário da cultura, podemos ter certeza que a vida cultural de São Paulo tende a crescer mais ainda e teremos festas também nos bairros.

O fundamental é,além de estimular a farra, garantir higiene, limpeza e segurança.

São Paulo volta a ter alegria....

Vejam esta nota da Folha de hoje:

Bombados, blocos de rua de São Paulo prometem mais em 2014

Guilherme Genestreti – UOL e Folha - 13/02/2013 - 04h00

Às 20h de ontem, uma multidão de 3.000 foliões nem havia começado a se dispersar do bloco Agora Vai, no Minhocão (região central de São Paulo), quando outra já lotava toda a praça Benedito Calixto, em Pinheiros, esperando o desfile do Vai Quem Quer.

Foi quase o encerramento do ano em que São Paulo viveu um boom dos blocos de rua. E a promessa de que a dose vai se repetir em 2014.

Ampla divulgação, maior organização e apoio da prefeitura explicam isso,dizem as agremiações.

"Temos o dobro de participantes neste ano", diz a atriz Carlota Joaquina, enquanto puxa o bloco Agora Vai. "No ano passado éramos 'clandestinos', não tínhamos apoio."

"Neste ano está diferente. Todo mundo abraçou a ideia", dizia a comunicadora Mariane Custódio, 25, uma das folionas. A atriz Renata Carvalho, 27, se queixava da multidão. "Como tem pouco bloco, todos ficam 'muvucados'".

O número de foliões no Nois Trupica Mais Não Cai, da Vila Madalena, também aumentou, nas contas de Gustavo Melo, um dos fundadores. "Até 2012, tinha ameaça de multa, de apreensão de instrumentos", afirma Melo.

Segundo ele, o Manifesto Carnavalista, reunião de grupos independentes que não dispõem de verba oficial do município, garantiu divulgação aos blocos de rua.

José Vieira, do Vai Quem Quer, diz que a prefeitura estuda criar um grupo de trabalho para ouvir esses grupos.

O boom, porém, também traz reclamações.

Na semana passada, um grupo de moradores foi à Subprefeitura de Pinheiros
para se queixar do barulho, do trânsito e da sujeira deixada pelos blocos.

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