sábado, 19 de janeiro de 2013

Nandinas do Brooklin

Em busca da Liberdade

Numa manhã nublada, visitando Nova York, fomos conhecer o Brooklin e olhar a ilha de fora da confusão de prédios.

Depois de pegar um velho metrô, ao andar pela parte também velha do Brooklin, ficamos com a impressão de que o tempo tinha parado naquelas paragens e resolvemos caminhar em direção à orla, ao “Pomerade”.

No caminho encontramos uma padaria belga maravilhosa, daquelas raridades que costumamos encontrar somente em países da língua francesa. Tomamos um café reforçado, fomos muito bem atendidos e continuamos nossa caminhada para a orla.

Quando lá chegamos, a primeira coisa que chama atenção é a construção de quadras esportivas sobre as águas do mar, buscando-se criar mais alternativas de lazer e esportes. Depois, ficamos encantados com os pequenos prédios e suas sacadas de ferro, modelos antigos.

Mas, o que mais chamou minha atenção foram estas nandinas dos jardins das casas.



Vejam que frutas vermelhas bonitas! As nossas são menores e não brilham tanto.

Vejam agora os pés de nandinas e suas flores.




Você fazer caminhadas por uma orla tão bonita faz sua vida ficar melhor.

Mas as flores e as pessoas, ao olharem para o outro lado do mar, com o tempo nublado, veem ao longe uma Estátua da Liberdade, que já foi o símbolo para todos os imigrantes que foram “tentar a vida na América”.



Esta mesma América que deixou de ser a esperança da humanidade e passou a ser um país paranoico.

Na verdade, assim como os imigrantes antigos, atualmente todos estamos procurando um novo símbolo de Liberdade e de “Fé na Vida”.

Como as flores que mudam, secam e renascem, os impérios também crescem e morrem, mesmo sem a gente perceber. Ficando só a angústia...

Onde andará a nova Liberdade?

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