sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Truffaut , Hitchcock e a Arte do Cinema

Antigamente tinha Paulo Emílio

Há muito tempo atrás eu lia os artigos de Paulo Emílio ou lia sobre Paulo Emílio e ficava pensando sobre a importância do crítico de cinema e o fato de existir especialistas no Brasil que nos ajudava a conhecer mais os filmes importantes.

Na década de 80 achei um livro de Paulo Emílio: “Crítica de Cinema no Suplemento Literário - Volume I”, da Editora Paz e Terra com a Embrafilme. Este livro foi editado em 1981. Como o nome já diz, são artigos publicados no Suplemento Literário do Jornal O Estado de São Paulo. O famoso Estadão.

Anos depois, quando fomos ao Espaço Unibanco, na Rua Augusta, assistir a algum filme, achamos na livraria do cinema, um outro livro lendário: François Truffaut, de autoria de Antoine de Baecque e Serge Toubiana. Este é da Editora Record, de 1996.

A partir desta biografia de Truffaut, passei a prestar mais atenção nos filmes de Hitchcock e a ter vontade de ler o livro de Truffaut com as entrevistas que ele fez a Hitchcok.

Toda vez que vou ao Reserva Cultural, novo espaço de cinema de arte, localizado na Avenida Paulista, no prédio da Gazeta, lá também tem uma pequena livraria e sempre tem um exemplar do livro de Truffaut com Hitchcock em destaque na prateleira. E toda vez eu pego o livro para dar uma olhada e deixo para comprar depois. É uma edição da Companhia das Letras, datada de 2010.

Finalmente, depois de muito namoro e paquera, acabei ganhando de presente de Natal o famoso livro de Truffaut com Hitchcok. Um presente muito especial e que vou curtir durante muitos longos anos.

E para fechar o ano de 1012 com mais alegria, ganhei de final de ano um outro livro que é um documento fundamental do Século XX: Uma publicação especial da CosacNaify, também de 2010, o livro é HENRI CARTIER BRESSON – O Século Moderno.

Fotografias e Cinema, ambos se completam e marcam o tempo e a história.

Ainda estou lendo “O Livro das Maravilhas”, de Marco Polo, mas estou maravilhado lendo vários livros ao mesmo tempo.

E por falar em lembranças e maravilhas, ao folhear a Biografia de Truffaut, achei no meio das folhas, umapágina velha e amarela de um jornal. Era a página de capa, D15, do Caderno 2, do Estadão, de Fim de Semana, sexta-feira, 27 de abril de 2001, onde a manchete era:

“Ver Truffaut, uma forma possível de felicidade”, e o autor é, o ainda crítico de cinema do Estadão, Luiz Sanin Oricchio. Há uma outra matéria, do também ainda crítico de cinema do Estadão, Luiz Carlos Merten, com o título “O autor entre o provisório e o definitivo”.

Guardei com cuidado a página amarelada do Caderno2, do Estadão de 27 de abril de 2001, e fiquei olhando para os livros sobre a mesa. Creio que não precisa transcrever nenhuma parte dos livros aqui citados. Eles estão nas mentes e nos corações de quem os conhecem e é bom saber que o Cinema e as Fotografias ainda fazem parte da nossa vida.

Ainda hoje eu vi uma foto de Sebastião Salgado com a presidente Dilma em Brasília. Quem sabe daí apareçam mais fotos e filmes com o padrão de qualidade que o Brasil precisa?

Estou cada vez mais animado com 2013.

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