segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

PLR e Salário Mínimo são corrigidos pelo Governo

Salário Mínimo em 2013 será de 322,86 dólares
Se fosse com FHC seria de 80 dólares

Além de definir o valor do Salário Mínimo para 2013 como R$678,00,
o governo finalmente aceita isentar de IR até seis mil reais do valor recebido como PLR – Participação nos Lucros e Resultados.

Depois de nove meses de negociações, promessas e adiamentos, o governo federal aceitou a reivindicação dos trabalhadores assalariados que recebem PLR e que viam estas remunerações serem devoradas pelo Imposto de Renda ser alterada a aplicação do IR.

As Centrais Sindicais, em nome dos trabalhadores, agradecem e conclamam:


É importante ouvir os empresários, os trabalhadores e toda sociedade.
Os empresários são importantes,
mas os trabalhadores também são fundamentais!

Feliz Natal para Dilma, seus ministros,para os trabalhadores da ativa, e também para os aposentados.

Governo anuncia salário mínimo de R$ 678

e isenção da PLR até R$ 6.000


Do UOL, em São Paulo - 24/12/2012 - 13h33 / Atualizada 24/12/2012 - 13h52

O governo anunciou nesta segunda-feira (24) um reajuste de 9% no salário mínimo de 2013, que passará a valer R$ 678, informou a Presidência da República. O valor atual é de R$ 622.

Além disso, será isenta de Imposto de Renda a Participação em Lucros e Resultados (PLR) até R$ 6.000. O impacto dessa isenção nos cofres públicos será de R$ 1,7 bilhão no ano que vem.

O decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff será publicado na edição de quarta-feira do Diário Oficial da União.

A proposta da Lei Orçamentária de 2013, entregue no dia 17 pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), previa o mínimo em R$ 674,96 a partir de janeiro. A proposta original do governo previa um mínimo de R$ 670,95, mas o valor foi reajustado de acordo com novos cálculos da inflação.

Já a isenção do IR sobre a PLR tinha sido anunciada em maio e, desde então, governo e centrais sindicais discutiam o tamanho dessa isenção.

O ministro Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, defendia isenção máxima de R$ 6.000. Por outro lado, representantes de centrais sindicais queriam, no mínimo, R$ 10 mil.



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