domingo, 23 de dezembro de 2012

Imprensa antecipa Final de Ano

Para falar mal do governo

Em vez de valorizar o clima solidário do Natal, a Folha e o Estadão, e provavelmente os seus seguidores nacionais também, já anteciparam os balanços do Final do Ano. Já que o mundo não se acabou.

E tomem pessimismo e críticas ao governo Dilma.
A imprensa quer que a política econômica seja NEOLIBERAL.
E o pior é que tem gente enrustida no governo que dá entrevista sem se assumir, apoiando este tipo de política econômica.
Ou os jornais estão inventando entrevistas em “off”.

Como o maior trunfo do governo Dilma tem sido a manutenção do bom índice de empregos e o baixo desemprego, agora a Folha e a UOL resolveram “alertar” que o desemprego pode voltar a subir. Como a inflação já está subindo e o câmbio também.

Estão querendo estragar o Natal de Dilma e de muita gente.

Leiam a material abaixo:

Perspectivas Brasil 2013/14 - Economia pode perder motor do emprego nos próximos anos

UOL - Luciana Otoni - Em Brasília - 23/12/2012 - 13h30

O Brasil corre sérios riscos de perder nos próximos anos uma das maiores forças motrizes da economia: o forte desempenho do mercado de trabalho, com emprego e renda em alta.

Isso porque a economia ainda continua patinando e, sem uma recuperação mais robusta daqui para frente, segundo avaliações de especialistas, empresários e fontes do próprio governo ouvidas pela Reuters, o mercado de trabalho perderá dinamismo e reduzirá a oferta de vagas em 2013 e 2014.

Segundo uma fonte do governo, que pediu anonimato, os sinais de exaustão ficarão mais evidentes no final deste ano, persistindo nos primeiros meses do próximo ano em resposta à dificuldade de recuperação da economia. No acumulado deste ano até novembro, a geração de emprego formal caiu quase 45 por cento em relação a igual período de 2011.

Uma das maiores preocupações do governo neste momento, segundo relatou a fonte, são os riscos de demissões em segmentos intensivos em mão de obra, como o de serviços, mesmo após uma série de estímulos dada ao setor produtivo em geral.

"Esperamos que não avancem as demissões que se anunciam no setor financeiro, que são elevadas", comentou a fonte citando as dispensas anunciadas pelo Santander. No início de dezembro, o banco espanhol havia comunicado a dispensa de mil trabalhadores no Brasil.

A presidente Dilma herdou um mercado de trabalho robusto, que encarou bem as consequências dos períodos mais tensos da crise financeira internacional em 2008 e 2009.

Em 2010 foram criadas 2,136 milhões de vagas com carteira assinada, um recorde. Em 2011, justamente quando a presidente assumiu o comando, a oferta caiu quase 27 por cento, para 1,566 milhão de postos.

Em 2012, com a atividade perdendo ainda mais fôlego, a abertura de vagas desacelerou, sendo que a previsão do Ministério do Trabalho é da abertura líquida de 1,4 milhão de empregos formais.

Apesar de menor, a geração de emprego ainda pode ser considerada boa, capaz de segurar a taxa de desemprego em níveis baixos, com renda em alta. Em outubro, o desemprego ficou na mínima histórica de 5,3 por cento e o rendimento registrou alta de 4,6 por cento na comparação com igual mês de 2011.


Nota do Blog:

Se quiserem ler mais avaliações econômicas prevendo o fim do mundo, pode comprar a Folha e o Estadão. Não precisa nem ler a Veja.

Mas, eu prefiro ficar com o Espírito do Natal.

Que venha o Natal e que venha 2013!

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