quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Juíza liberta Cachoeira

Internautas reclamam

Com o julgamento do mensalão e a ampla campanha da imprensa, a população ficou achando que poderíamos passar a ter um judiciário mais justo. No entanto, antes mesmo de Joaquim Barbosa tomar posse em nova função, o Judiciário mandou libertar Cachoeira, o chefe da quadrilha de Brasília. Como acreditar neste judiciário?

O jornal Estadão registrou em seu site as reclamações dos internautas. Pode ampliar a pesquisa e tentem descobrir alguém que concorda com a decisão do judiciário em libertar Cachoeira. É uma grande vergonha...

Lembram de Pilatos e a condenação de Jesus Cristo na cruz? Eles soltaram Barrabás e crucificaram Jesus. Nosso judiciário não quer saber se Genoíno é honesto. Neste caso do mensalão, nosso judiciário optou pelo circo. Cachoeira ficará livre e torcendo para que Genoíno, Zé Dirceu, Delúbio e outros passem anos na cadeia.

Vejam a matéria do Estadão:

Para internautas, saída de Carlinhos Cachoeira da prisão é injusta

Usuários de redes sociais questionam decisão que permitirá ao contraventor cumprir restante da pena em regime semiaberto.

21 de novembro de 2012 | 9h 55 - O Estado de S.Paulo

Internautas manifestaram indignação com a saída do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, da prisão. Por decisão da Ana Cláudia Barreto, da 5ª Vara Criminal de Brasília, a prisão provisória foi revogada. Nas redes sociais, usuários questionaram os critérios da Justiça para libertá-lo.

Cachoeira estava preso havia nove meses depois dos resultados da investigação da Operação Saint Michel, da Polícia Federal, que apurou tentativa de fraude a licitação no sistema de bilhetagem do transporte público para o governo do Distrito Federal.

Ao estabelecer a sentença na ação, no entanto, a juíza o condenou a cinco anos de reclusão, em regime semiaberto, mais 50 dias multa (cerca de R$ 3 mil) pelos crimes de formação de quadrilha e tráfico de influência.





2 comentários:

  1. Pois eu tendo a achar que está certo. É claro que não acompanho de perto, não li os autos, etc, etc, etc.

    Vendo de longe, portanto. O cara tava em prisão preventiva ou coisa que o valha. Foi julgado e condenado. A pena deu em regime semi-aberto. Ele já cumpriu mais de 1/6. Vai solto. Ele tem outros processos rolando. Aí vamos ver.

    É preciso muito cuidado, para que o desejo de justiça não vire ânsia por justiçamento. E cadeia, só em último caso. Cadeia não melhora ninguém. Eu preferia que o Cachoeira tivesse que pagar pesadas multas. Ou que os seus bens, oriundos de atividades ilegais, fossem desapropriados.

    Resumindo. A gente deplora o julgamento político dos nossos amigos. Não vamos pedir tribunais de exceção para os adversários, nem mesmo para os inimigos.

    Abç

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  2. Joel,
    Gosto deste seu lado pacifista. No entanto, o centro da questão está no carater isonômico do nosso judiciário. A Justiça deveria ser cega e igual para todos. Todos mesmos. Não pode ser de um jeito para os ricos e de outro jeito para os pobres, como é no Brasil.
    Devagar chegaremos lá. Nossa história não gosta de rupturas, é sempre devagar...
    Abraços.

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