sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Haddad e a Segurança

São Paulo precisa de proteção

As principais manchetes dos jornais paulistas de hoje são:

Estadâo: “Homicídios dobram em São Paulo”

Folha: “Dispara número de homicídios na capital paulista”

Na grande reportagem do Estadão temos manchetes como:
“Média de mortes na capital passa de quatro por dia” e
“SOBE PARA 86 O NÚMERO DE POLICIAIS MORTOS”

Hoje é sexta-feira, último dia útil antes das eleições de domingo, dia 28,
quando Haddad será eleito prefeito de São Paulo.

Gostaria muito que Haddad, antes de domingo, fizesse uma declaração pública em solidariedade às famílias, tanto das vítimas inocentes que morreram assassinadas por bandidos, como para as famílias dos policiais militares que morreram em confronto ou quando se dirigiam para suas residências.

Desde o início da campanha eleitoral que venho insistindo que Segurança é o item mais importante neste momento. Não é por acaso que, no último dia útil de campanha, o principal noticiário seja segurança.

Quando se fala de violência e segurança, necessariamente falamos também da “cracolândia” e do negócio do tráfico. Uma coisa leva à outra.

Os jovens morrem vítimas de assaltantes
que matam por pouco dinheiro para comprar drogas.

E, se os adolescentes merecem tratamento especial por serem menores de dezoito anos, os dependentes de drogas também carecem de autonomia emocional e psíquica para decidirem sozinhos suas vidas e dos moradores de São Paulo.Precisam do apoio das famílias e das instituições.

Haddad, como novo prefeito, queira ou não, terá que se posicionar sobre os dois assuntos: Violência e Drogas nas nossa cidade. E eu acredito na capacidade de Haddad construir soluções, junto com a sociedade, para diminuir nosso sofrimento e insegurança.

E o governador?
Este até agora tem feito pouco. O prefeito mais o governo federal podem ajudar o governo de São Paulo a ser mais ativo e preventivo. Não podemos viver nesta insegurança toda.

“Os PMs de Cristo estão orando contra morte de colegas”.

Orar e ser solidário é importante, mas não é suficiente.
É preciso agir o mais rápido possível. Não podemos e nem devemos nos omitir.

Como disse um soldado a um amigo nosso:

É por isto que lá em casa todo mundo é treze.

Todos temos filhos, pais, irmãos e amigos.
Não podemos aceitar esta insegurança passivamente.
Devemos chorar de alegria pela realização de nossas famílias,
não devemos chorar de tristeza pelas mortes de nossos entes queridos.
Os queremos vivos, e não mortos.

Haddad, preste uma homenagem aos PMs e às vítimas da violência.
Você é do bem!
Todos agradeceremos.
São Paulo merece respeito!

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