quarta-feira, 31 de outubro de 2012

45% dos paulistas nas prefeituras do PT

80% dos paulistas nas prefeituras que apoiam Dilma

O Estado de São Paulo terá um governo de coahitação. Isto é, o governador é do PSDB, mas 80% da população dos municípios paulistas farão parte das administrações de partidos que apoiam o Governo Dilma. O PT terá a responsabilidade de 45% desta população.

Aos poucos a grande imprensa vai reconhecendo a dimensão das eleições municipais do último fim de semana. Tanto o Estadão como a Folha apresentam bons estudos.

Nesta primeira rodada de visitas aos governantes, Haddad tem sido muito feliz, sendo construtivo, defendendo a unidade de ação para ajudar a melhorar a cidade de São Paulo e ajudar a solucionar os principais problemas da cidade.

Tanto o prefeito que está de saída, Kassab, quanto o governador Alckmin, foram bem cordiais e se colocaram à disposição.

Dilma, além de dar parabéns a Haddad, colocou o governo federal a disposição de Haddad e dos demais prefeitos eleitos.

O Brasil não pode esperar. Todos os eleitos devem trabalhar desde o primeiro dia. O povo votou exigindo competência, propostas e unidade de ação.

O Estado de São Paulo, mais uma vez, poderá ajudar o Brasil a crescer, melhorar a qualidade vida da população e incentivar a inclusão da população de baixa renda.

Se cada um fizer sua parte, o país ficará igual a estas flores do Parque Villa Lobos, com esta foto tirada no domingo, 28 de outubro, antes de ir votar.



Um Brasil verde e amarelo...

A sede da prefeitura já espera por Haddad


A população no Centro comemorou nesta segunda-feira.

UMA NOVA ESPERANÇA!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Grandes Fusões e Incorporações

Brasil, Reino Unido e Alemanha

Enquanto os brasileiros se preocupavam com as eleições municipais, os alemães e ingleses negociavam a fusão entre a Random House e a Pinguim, constituindo assim a maior editora do mundo e ampliando grandes mercados como China e Brasil.

O detalhe é que a Random, alemã, será a principal acionista, com mais de 50% do capital e a Companhia das Letras que é brasileira e vendeu 45% do seu capital para a Pinguim, além da opção de compra no futuro, será parte do negócio, abrindo o promissor mercado brasileiro.

Todos querem vir fazer negócios no Brasil. E nossos empresários, em vez de se consolidarem e crescerem internacionalmente, vendem as empresas para os estrangeiros, perdendo competitividade e deixando o Brasil apenas como mercado consumidor.

Espero que Dilma tome providências, defendendo os interesses nacionais enquanto governo, já que nossos empresários não defendem.

Vejam a matéria da Folha de hoje:

Editoras Penguin e Random House se unem e miram países emergentes


Aumentar a presença em países como Brasil é um dos alvos de acordo que une duas gigantes do setor

Penguin é dona de 45% da Companhia das Letras; negócio pode elevar poder para negociar com a Amazon

Folha - Mariana Barbosa – de São Paulo – 30out12

Mirando o fortalecimento no meio digital e uma presença maior nos mercados emergentes, as editoras Random House, do grupo alemão Bertelsmann, e Penguin (do grupo britânico Pearson) anunciaram ontem a fusão de suas operações.

O negócio, que depende ainda do sinal verde dos órgãos de defesa da concorrência, levará à criação de uma das maiores editoras globais, responsável por 20% dos títulos em inglês vendidos no mundo.

A News Corp., de Rupert Murdoch, dona da HarperCollins, também fez uma oferta pela Penguin, mas as negociações não prosperaram.

Dentre as justificativas para a fusão, o presidente da Bertelsmann, Thomas Rabe, citou a importância de aumentar a presença em países como Brasil, Índia e China.
A Random House, editora do best-seller "50 Tons de Cinza", tem um selo espanhol com presença na América Latina, mas não atua no Brasil. Está presente também na Austrália, na África do Sul na e Índia. Já a Penguin é dona de 45% da Companhia das Letras e atua na China.

O editor Luiz Schwarcz, dono da Companhia, diz que o Brasil, apesar de ser um mercado "de tamanho irrisório", é visto com grande interesse pelas empresas estrangeiras pelo potencial digital.

"Com o livro digital e o governo investindo em bibliotecas e tablets, a perspectiva é que o Brasil se transforme em um mercado significativo."

Para Schwarcz, a fusão de dois grupos que fazem parte da liga das seis maiores editoras do mundo é apenas o início de um processo de consolidação global do setor.
Ele diz que é cedo para falar sobre as vantagens para a Companhia das Letras, que podem advir da fusão, "além do fato de estar ligado a um grupo muito mais forte".

Para o consultor editorial Carlo Carrenho, fundador do site PublishNews, o negócio representa um "fortalecimento imenso da Companhia das Letras, que passa a ter acesso privilegiado ao catálogo de duas das mais importantes editoras do mundo".
Na sua opinião, a consolidação é ruim do ponto de vista da diversidade cultural global, mas tem a vantagem de criar selos fortes capazes de fazer fazer frente a gigantes do meio digital.

"Elas terão muito mais força para peitar ou para negociar com a Amazon" diz. "A perda da diversidade é fato, mas hoje, com as opções de autopublicação no meio digital, as editoras perderam muito do poder de guardião do que deve ser publicado."
A presidente-executiva da Pearson (dona também do "Financial Times"), Marjorie Scardino, ressaltou, em nota, que a fusão permitirá às empresas compartilhar investimentos no meio digital e arriscar na tentativa de desenvolver modelos de negócios com livros e leitores digitais.

Dentre as possibilidades, estaria o desenvolvimento de um site para vender livros diretamente ao consumidor.

Hoje os livros digitais representam 22% dos negócios da Random e 20% da Penguin.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

PT - Quatro Vitórias Históricas

Bons exemplos de governar para todos

O Brasil progressista foi o grande vencedor destas eleições.

O Brasil que quer melhorar a vida de todos os brasileiros mostrou sua cara. Nas cidades onde os prefeitos e governadores atuais não souberam respeitar às demandas sociais foram derrotados nas urnas.

A Nova Classe Média quer vez e voz.
Não quer ficar dependendo de paternalismos nem manipulações midiáticas. Esta nova classe média se sente parte deste Brasil moderno.

Vejam quatro exemplos de propostas e de gestões bem-sucedidas
que devem nortear o novo Brasil até 2014:

1 – São Paulo - O primeiro mandato de Haddad – Uma nova história para a cideade e para o estado de São Paulo.O povo passa a ser parte da vida da cidade e passa a decidir sobre seu destino. Isto chama-se Dignidade!

O novo, o gestor, o governante que não agride mas argumenta, o representante das famílias bem sucedidas, “o poste” que tem a humildade de reconhecer os méritos dos “padrinhos e dos amigos”.

Parabéns Haddad, São Paulo precisava de alguém como você. Boa Sorte!

2 – São Bernardo do Campo – O segundo mandato de Marinho.


Um grande prefeito, uma boa pessoa, que sabe ouvir, sabe falar, governa para todos, primeiro pergunta se a pessoa quer trabalhar junto para o bem da cidade, para depois perguntar se pertence a algum partido.

Recuperou a importância histórica de São Bernardo e se credencia para ser candidato a governador de São Paulo. Humildemente, deu uma verdadeira aula de como governar para o bem da cidade e dos seus habitantes.

3 – Osasco – O terceiro mandato com um jeito especial de participação social.

Emídio governou por dois mandatos, fez um trabalho extraordinário em toda a cidade, teve que enfrentar uma sucessão tumultuada, mas, mesmo assim, a população de Osasco reconheceu o seu trabalho e elegeu o sucessor.

Três mandatos que engrandecerão ainda mais Osasco e mostra aos demais prefeitos o quê é “um jeito petista de governar para o povo”. Parabéns Emídio!


4 – GUARULHOS – A primeira cidade do Brasil
que o PT governa por quatro mandatos consecutivos.


Grande mérito de Eloi Pietá, complementado pelo bom trabalho de Almeida.
Uma cidade enorme, maior do que muitas capitais de estados, que tinha uma imensidão de problemas, mas Eloi e Almeida, humildemente, souberam unificar todos os setores progressistas da cidade, tiveram apoio do governo federal e um pouco do governo estadual e, com muito trabalho, deram dignidade a esta grande cidade, que é Guarulhos.

Quem mora em Guarulhos sabe muito bem o que estou dizendo.
Um jeito humilde e perseverante de se dedicar à população
e aos desafios de uma grande cidade.


Hoje é um outro dia, cheio de esperanças e mensagens.


Desejo que todos pensem sobre os resultados das eleições.
Tanto o primeiro, como o segundo turno e que todos possamos aprender com a voz do povo, que é a voz de Deus para nossa incipiente democracia.

Parabéns especial para Lula, Dilma e toda a militância do PT, que de norte a sul do Brasil, recuperou a motivação para fazer campanha eleitoral e enfrentou desafios enormes, mas saímos como os grandes vencedores.

Nós contribuímos para fortalecer a democracia brasileira.
Nós ajudamos este país a ter melhor distribuição de renda,
melhores de condições de vida e melhores trabalhos.

Nós temos orgulho de poder dizer que o Brasil deixou de ser um país do futuro,para ser um país do presente.
Que a nossa estrela continue brilhando, iluminando os brasileiros e brasileiras. Não devemos perder as esperanças, não devemos nos afastar do povo.

Brasil: Um país de todos, com todos e para todos!


domingo, 28 de outubro de 2012

Haddad e São Paulo: Uma nova História

Homenageando Chico Buarque

Eu gostaria de esperar às seis horas da tarde para fazer uma matéria já com o resultado oficial. Mas precisarei sair para outra atividade antes deste horário.

Assim, resolvi fazer o texto de hoje homenageando Chico Buarque.

Eu acho que na festa da posse, Haddad devia convidar Chico para fazer um grande Show para os paulistas. Incluindo os trabalhadores e trabalhadoras dos bairros distantes do centro da cidade. Chico tem muito a ver com a nossa história.

Como amanhã vai ser outro dia, prometo fazer um texto mais bonito amanhã.

Mas todos os militantes petistas e dos partidos que apoiaram Haddad se lembram da simbologia desta música e deste disco.
Eram tempos difíceis e Chico compunha poesias e músicas como ninguém.

Para aumentar as emoções, ouçam esta versão de Construção, afinal, estamos construindo uma nova São Paulo, para um Brasil Melhor.



Parabéns a todos que trabalharam para eleger Haddad.

sábado, 27 de outubro de 2012

Eleições: Amanhã vai ser outro dia

O novo será eleito em Sampa

Com muita serenidade, o povo de São Paulo já comenta as eleições como se comenta o Campeonato Brasileiro de Futebol, onde o Fluminense segue na frente, com larga vantagem.

Os jornais de São Paulo já preparam as matérias sobre o resultado das eleições.Precisamos ter serenidade e nos preparar para a festa e também para governar bem.
Não temos direito de errar. Devemos fazer o melhor possível para ter uma gestão que o povo se orgulhe dos seus governantes e volte a ter alegria e segurança.

Em homenagem à bela campanha que Haddad fez
e aos 70 anos de Milton Nascimento,
vamos ouvir uma música muito especial.
Muitos militantes que trabalharam muito nesta campanha
vão ficar emocionados.

Afinal, Amanhã vai ser outro dia...

São Vicente, com Milton Nascimento em Montreal, Canadá



Sem medo de ser feliz!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Milton Nascimento aos 70 anos

De Três Pontas para o Mundo

Simplesmente maravilhosa, esta reportagem do Estadão sobre os 70 anos de Milton Nascimento. Até o título é muito bom: De Três Pontas para o Mundo.

Realmente, Milton Nascimento, como Pelé, representam o quê há de melhor de Minas Gerais para o Brasil e o Mundo.

Não sei aplicar o “aqui”, mas reproduzo abaixo o endereço eletrônico do site do Estadão. Não publiquei as fotos porque ficaria muito longo. Entrem no site e vejam as fotos e reportagens. Vale a pena.

http://acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,milton-nascimento-de-tres-pontas-para-o-mundo,7247,0.htm

Milton Nascimento, de Três Pontas para o mundo


Cantor e compositor ficou famoso mundialmente pela voz e
jeito diferente de compor e interpretar

Estadão - 25 de outubro de 2012 | 21h 33 - Renato Vieira e Rose Saconi

Ele passou por vários bailes da vida e continua com o pé nessa estrada. Milton Nascimento chega aos 70 anos, e dá sinais de que não vai parar.
Atualmente roda o Brasil apresentando show no qual comemora 50 anos de carreira e sete décadas de vida. Milton, começou a cantar profissionalmente aos 13 anos como crooner de um conjunto de baile, na cidade mineira de Três Pontas, antes de se tornar uma das maiores vozes da música.

Ele é autodidata, nunca estudou música, mas foi obstinado em suas pretensões. Eu sempre quis fazer música. Queria estudar Astronomia, mas em Belo Horizonte não havia faculdade que ensinasse. Tentei fazer faculdade de Economia, mas eu e meu parceiro Márcio Borges queimamos os papéis de inscrição e saímos gritando na rua: 'viva a música!'. Não tinha como fugir dela, lembra Milton em entrevista exclusiva para o Acervo.

Nas declarações que concedeu ao Estado em décadas de atividade, ele já falou sobre sua infância, discos e parcerias musicais. No Acervo, também estão notícias, sobre discos, músicas, shows, prêmios, críticas e momentos da carreira de Milton - Bituca, para os íntimos.

O Estado de S. Paulo, 24 de janeiro de 1968 - O primeiro "Long-Play"

O Estado de S. Paulo, 15 de novembro de 1968 - Cantando Sentinela, no Festival da Record.
Jornal da Tarde, 9 de março de 1972 - Naquele ano, Milton já havia gravado quatro LPs, um deles, Courage, para o mercado americano, e um compacto-duplo com a trilha do filme Tostão: A Fera de Ouro. Em março, chegou às lojas Clube da Esquina, dividido com o amigo e parceiro Lô Borges. Quando lançou, Milton disse ao JT, que o disco foi o que sempre quis fazer.Quatro décadas depois de seu lançamento, o disco permanece referência na MPB. Ficou em segundo lugar na enquete promovida pelo Caderno 2 para definir qual o melhor álbum brasileiro da história. Ao saber pela reportagem do resultado, o artista se disse feliz e quis saber quem tinha sido o primeiro lugar; no caso, Ventura, do Los Hermanos.

Jornal da Tarde, 7 de junho de 1974 - O artista escolheu o Teatro Municipal de São Paulo para registrar, em maio de 1974, o show Milagre dos Peixes, posteriormente lançado em disco. No primeiro dia de gravação, o JT trouxe uma entrevista com Milton e com Wagner Tiso, integrante do Som Imaginário, que assinou os arranjos e orquestrações com Paulo Moura. Meu encontro com Wagner foi definitivo para a minha vida e minha música, confessou Milton.

Jornal da Tarde, 18 de janeiro de 1977 - O LP Geraes representa o início do sucesso comercial de Milton. Matéria do JT mostrou que a demanda pelo álbum nas lojas havia sido maior que a oferta, causando aumento de preços.

O Estado de S. Paulo, 28 de abril de 1985 - Coração de Estudante, parceria com o fiel escudeiro Wagner Tiso, foi grande sucesso durante a campanha das Diretas Já, tornando-se o hino da Nova República. Com a morte de Tancredo Neves, a música ficou atrelada ao presidente que não chegou a assumir seu cargo. Segundo matéria do Estado, os compositores estavam emocionados com o impacto da canção nos dias que se seguiram ao falecimento de Tancredo.

O Estado de S. Paulo, 5 de julho de 1988 - Homenageado em Paris.

O Estado de S. Paulo, 31 de julho de 1996 – A história de Milton contada no livro Os sonhos não envelhecem, de Márcio Borges

O Estado de S. Paulo, 7 de setembro de 1996 – Em entrevista ao Estado, Imprensa passou a falsa imagem de um tímido para o público.

O Estado de S. Paulo,1 de agosto de 1997 - No show Tambores de Minas Milton celebrou a religiosidade popular. Eu quis colocar minha voz a serviço de Deus, isto é, a serviço do homem. Eu tinha um projeto. Nascido no sangue, asfixiei-me no sangue. As terras fartas de Três Pontas conservam meu rastro. Fizeram de mim a voz de Minas, o cidadão do mundo.

O Estado de S. Paulo, 27 de fevereiro de 1998 - Álbum Nascimento ganha o prêmio Grammy de música

O Estado de S. Paulo, 8 de maio de 1998 - É uma das belas vozes do mundo, um deus da música, disse ao repórter do Estado o músico inglês Jon Anderson.

Haddad e a Segurança

São Paulo precisa de proteção

As principais manchetes dos jornais paulistas de hoje são:

Estadâo: “Homicídios dobram em São Paulo”

Folha: “Dispara número de homicídios na capital paulista”

Na grande reportagem do Estadão temos manchetes como:
“Média de mortes na capital passa de quatro por dia” e
“SOBE PARA 86 O NÚMERO DE POLICIAIS MORTOS”

Hoje é sexta-feira, último dia útil antes das eleições de domingo, dia 28,
quando Haddad será eleito prefeito de São Paulo.

Gostaria muito que Haddad, antes de domingo, fizesse uma declaração pública em solidariedade às famílias, tanto das vítimas inocentes que morreram assassinadas por bandidos, como para as famílias dos policiais militares que morreram em confronto ou quando se dirigiam para suas residências.

Desde o início da campanha eleitoral que venho insistindo que Segurança é o item mais importante neste momento. Não é por acaso que, no último dia útil de campanha, o principal noticiário seja segurança.

Quando se fala de violência e segurança, necessariamente falamos também da “cracolândia” e do negócio do tráfico. Uma coisa leva à outra.

Os jovens morrem vítimas de assaltantes
que matam por pouco dinheiro para comprar drogas.

E, se os adolescentes merecem tratamento especial por serem menores de dezoito anos, os dependentes de drogas também carecem de autonomia emocional e psíquica para decidirem sozinhos suas vidas e dos moradores de São Paulo.Precisam do apoio das famílias e das instituições.

Haddad, como novo prefeito, queira ou não, terá que se posicionar sobre os dois assuntos: Violência e Drogas nas nossa cidade. E eu acredito na capacidade de Haddad construir soluções, junto com a sociedade, para diminuir nosso sofrimento e insegurança.

E o governador?
Este até agora tem feito pouco. O prefeito mais o governo federal podem ajudar o governo de São Paulo a ser mais ativo e preventivo. Não podemos viver nesta insegurança toda.

“Os PMs de Cristo estão orando contra morte de colegas”.

Orar e ser solidário é importante, mas não é suficiente.
É preciso agir o mais rápido possível. Não podemos e nem devemos nos omitir.

Como disse um soldado a um amigo nosso:

É por isto que lá em casa todo mundo é treze.

Todos temos filhos, pais, irmãos e amigos.
Não podemos aceitar esta insegurança passivamente.
Devemos chorar de alegria pela realização de nossas famílias,
não devemos chorar de tristeza pelas mortes de nossos entes queridos.
Os queremos vivos, e não mortos.

Haddad, preste uma homenagem aos PMs e às vítimas da violência.
Você é do bem!
Todos agradeceremos.
São Paulo merece respeito!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Nair Benedicto - Fotos em Livro

Lançamento do Livro "Vi Ver"

Um símbolo vivo! Esta é Nair Benedicto.
Todos que vivemos as lutas democráticas dos anos 70, 80 e 90,
estivemos com Nair em algum momento da vida.


1979 - Nair com Cristiano Mascaro. A Nair que convivi nos Bancários e na CUT

Já naquele tempo, não tinha medo de repressores nem de cara feia.
Tirava foto de tudo. Sabia que estava fazendo história.

Este é um bom presente de aniversário para Lula. Ele está presente em várias fotos. Nair já pressentia a grande liderança dos metalúrgicos, dos trabalhadores e dos brasileiros.

O Estadão, mais uma vez, saiu na frente, com duas páginas de divulgação do livro.

Com a cara do País

Livro da fotografa paulista reúne imagens que vão das tribos indígenas às tribos urbanas.

ANTONIO GONÇALVES FILHO - O Estado de S.Paulo – 25/10/2012.

Suas fotografias rodaram o mundo, mostrando um Brasil desconhecido não só por estrangeiros como brasileiros. Revistas como Paris Match e Stern publicaram essas imagens.

Museus americanos, entre eles o MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York), compraram suas fotos. Apesar disso, a veterana Nair Benedicto, aos 72 anos, não se desviou da rota que segue desde a época em que era ativista política e ficou presa com a presidente Dilma Rousseff por imposição da ditadura militar.

Proibida de trabalhar nas emissoras de TV, ela nem por isso desistiu de registrar as mudanças pelas quais passava o País, desde a chegada das motosserras à Amazônia até o contato com tribos que nunca tinham visto um homem branco, como os araras, que fotografou um mês após serem descobertos.



Nair, uma das fundadoras da primeira agência de fotógrafos freelancers do Brasil, a F4, em 1979, foi também pioneira no registro das crianças da Febem em São Paulo nesse mesmo ano. Antes dela, nenhum fotógrafo profissional havia entrado com uma câmera na Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor (hoje Fundação Casa).

Um ano antes, em 1978, ela registrou no Forró do Zan, baile da comunidade nordestina em São Paulo, a citada imagem que o então curador de fotografia do MoMA, John Szarkowski, comprou - a de um moreno atrevido fincando os dentes no pescoço da parceira.

Quem quiser saber como eram as assembleias dos grevistas do ABC nos anos 1980 (tendo o ex-presidente Lula como líder), terá necessariamente de passar os olhos pelas fotos de Nair.

Incontornável como referência de nossa história, ela chega ao século 21 acompanhando o trabalho de grafiteiros em São Paulo, como mostra a capa de seu livro Vi Ver, que será lançado no sábado, às 11 horas, na Casa da Imagem, ao lado do Pátio do Colégio, no centro de São Paulo.

Por dois anos ela acompanhou a deterioração de um grafite de Mauro Neri da Silva na Vila Mariana. Os fragmentos que restaram, reproduzidos na capa, se parecem com as colagens do italiano Alberto Burri (1915-1995) e funcionam como uma metáfora da degradação da urbe, que expõe suas vísceras no trabalho de outros grafiteiros (como Iaco Viana, Nunca e Raquel Brust).



O livro é dividido em duas partes: Amazônias e Desenredos.

A primeira trata principalmente do desmatamento comandado por ordem do governo militar para a construção da Transamazônica, até o surgimento das cidades que abrigaram os migrantes.

Na segunda parte, as imagens formam um patchwork das ruínas de outras regiões, dos lixões urbanos ao garimpo em Serra Pelada e nas terras dos ianomanis.



As imagens mais chocantes são, no entanto, as dos meninos de rua em São Paulo.
Uma delas mostra a "mãe" da Praça da Sé, nos anos 1980, uma adolescente com chupeta na boca rodeada por seus filhos cheiradores de cola, antes de o crack invadir a capital e concluir o serviço de extermínio dessa geração que só conheceu a via pública como casa.



Haddad: SP merece respeito

Faltam 3 dias!

Sim, nós vencemos!
A vantagem é tão grande que já não dá para negar.
Hoje, os dois principais jornais de São Paulo destacam as duas últimas pesquisas que mostram a consolidação da vitória de Haddad em São Paulo.

O Estadão cobriu com profissionalismo a campanha eleitoral.
Já a Folha e a UOL fizeram muita campanha contra Haddad e a favor de Serra, mas já reconheceram a derrota.
Eu ficaria muito feliz em ver a Folha fazer como o Estadão: Ser um bom jornal!

Mas, todos devemos trabalhar muito, até o TRE comunicar o resultado oficial da vitória de Haddad.
Não podemos vacilar. Não podemos confiar plenamente na segurança eleitoral. O passado nos ensina...

Ganhar a eleição vai ser uma vitória histórica e inesquecível.
Porém, mais importante ainda será fazer um bom governo. Sem ódio e sem rancor. Disto Haddad entende. A gráfica da Folha aprontou com o Enem e Haddad nunca veio a público reclamar da Folha. Mesmo agora no processo eleitoral, Haddad manteve a serenidade. Este sim, podemos dizer que é do “bem”.

Ver chegar os momentos finais da campanha com o clima de vitória, nos faz pensar na campanha como um todo. A humildade de Haddad, a insegurança inicial, a força da família, o sorriso da esposa, a presença da filha na votação, a militância do filho.
A vontade de trabalhar da militância tradicional do PT e dos partidos coligados.

“A força que ergue e destrói coisas belas” de alguns quadros importantes do partido. A intuição maravilhosa de Lula, que insistiu que Haddad fosse candidato. A compreensão dos pré-candidatos que retiraram seus nomes a favor de Haddad.

Os militantes anônimos, como alguns evangélicos que nos avisavam que, apesar do pastor orientar para votar em Russomano, votariam já no primeiro turno em Haddad. E a alegria destes militantes com a vitória de Haddad? Não tem preço...

Ainda lendo os jornais de hoje, no Estadão tem uma notinha sobre o comício de Lula em Salvador,Bahia, onde Lula comenta que seu aniversário é neste sábado, dia 27, Lula completa 67 anos de vida. Ele pede, como presente, que o povo vote nos candidatos do PT e nos apoiados pelo partido. Tanta humildade, para um homem tão importante. Que Deus lhe dê muita saúde para continuar a colher os frutos do seu trabalho. O Brasil será eternamente grato.

E Dilma, no salão do automóvel, reduzindo IPI para o povo comprar mais carros? O Brasil já é o quarto mercado mundial de automóveis e poderá ser o terceiro, perdendo apenas para a China e Estados Unidos. Esta Dilma é maravilhosa!

Para Haddad e sua família.
Para todas as pessoas que vão votar em Haddad.
Para matar a saudade dos sonhos da nossa cidade,
escolhi uma música com duas pessoas que fazem parte da nossa história
e de nossos sonhos.

Elis Regina & Adoniran Barbosa - Tiro ao álvaro



Para que todos os nossos sonhos se realizem,
respeitando São Paulo e o Brasil.


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Fraude no Banco Cruzeiro do Sul

Exigimos transparência

Para facilitar a compreensão dos leitores, peguei a matéria do jornal “O Globo” de hoje, conforme título e autores abaixo, e sistematizei em itens.
Laranjal no Cruzeiro do Sul
Autor(es): Ronaldo D"Ercole, Antônio Werneck e Bruno Villas Boas
O Globo - 24/10/2012 – Economia – São Paulo e Rio

É assustador!
O problema não é só de “laranjal”, o problema é de alta corrupção.
É preciso passar o sistema financeiro a limpo!

Leiam com atenção as informações abaixo:

O inquérito que levou à prisão dos controladores do Banco Cruzeiro do Sul revelou a existência de um esquema de fraudes, que envolviam desde:
- a criação de empréstimos fictícios
- a resgates ilegais de aplicações dos clientes de fundos da instituição.

Pela investigação da Polícia Federal, tais práticas tinham por objetivo:
- inflar os ativos do banco,
- gerando lucros irreais e
- pagamentos de cifras milionárias em dividendos
- e juros aos próprios controladores.

A soma das fraudes já identificadas é de pelo menos R$ 2 bilhões.

Os ganhos seriam enviados a contas fantasmas no exterior, com a participação de uma empresa laranja com escritório no Centro do Rio.

- Os documentos que comprovam o suposto esquema da empresa laranja foram encontrados em setembro deste ano, quando policiais federais cumpriram mandado de busca e apreensão numa firma no mesmo prédio do banco, na Avenida Presidente Wilson.
- As manipulações contábeis teriam ocorrido ao longo de 2008 até abril de 2009. O Cruzeiro do Sul foi liquidado pelo Banco Central em setembro.

- O que mais impressionou os técnicos durante as investigações foi uma operação em que 154 clientes do Cruzeiro do Sul

- (que) tiveram suas aplicações em Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs) do banco resgatados à revelia pelos controladores, que depois simularam empréstimos para cobrir o valor, de R$ 171,5 milhões.

LUIS OCTAVIO EM CENTRO DE DETENÇÃO

Apontado como principal articulador desse esquema, o banqueiro Luis Octavio Índio da Costa, que ocupava o cargo de diretor-superintendente e presidente do conselho de administração, foi transferido ontem da carceragem da PF em São Paulo (onde estava preso desde a noite de segunda-feira) para o Centro de Detenção Provisória (CDP) do Complexo Penitenciário de Pinheiros, na Zona Oeste da capital.

- Havia uma prática açodada e compulsiva de garantir aos controladores o máximo de patrimônio, já que o banco não ia para frente - disse um técnico que teve acesso às auditorias que serviram de base ao inquérito da PF.

De acordo com a PF, são apurados crimes contra o sistema financeiro, contra o mercado de capitais e lavagem de dinheiro, que poderão resultar em penas de um a 12 anos de prisão e multa.

- Apenas com as manipulações dos balanços para criar lucros artificiais, Luis Octavio teria recebido cerca de R$ 180 milhões em dividendos e juros nos últimos anos.
- Seu pai, Luis Felippe, com quem dividia o controle do Cruzeiro do Sul, teria embolsado outros R$ 87 milhões.
- Ontem pela manhã, a PF cumpriu o mandado de prisão domiciliar contra Luis Felippe, que será mantido em sua residência em Ipanema por ter mais de 80 anos.

Na decisão que determinou a prisão dois dois banqueiros, o juiz Márcio Ferro Catapani, da 2ª Vara Federal Criminal em São Paulo, aponta:

"o concreto o risco de que os investigados ocultem, dissimulem e se desfaçam de seu patrimônio, que há de ser utilizado para ressarcir as vítimas e recompor o patrimônio da instituição financeira".

Em setembro, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão de documentos e de registros digitais dos controladores do banco em São Paulo e na empresa no Rio, a Justiça Federal de São Paulo determinara a indisponibilidade de imóveis, veículos e aplicações no mercado financeiro dos controladores do Cruzeiro do Sul.

Na semana passada, Luis Octavio entrou com pedido de liberação de seus bens junto ao Superior Tribunal de Justiça (STF), que rejeitou a ação. Outros movimentos do banqueiro e de executivos do banco teriam precipitado a decretação de sua prisão.

- Manter em liberdade o executivo seria colocar em risco a própria condução das investigações, a instrução do processo e a aplicação da lei penal - completou a procuradora Karen Louise Janetti Kahn, do Ministério Público federal (MPF), que auxiliou a Polícia Federal na redação do pedido de prisão dos envolvidos.

Também no Rio a polícia cumpriu mais dois mandados de busca e apreensão:
- um na casa do ex-conselheiro Horácio Martinho Lima, de 50 anos, na Urca,
- e outro da ex-diretora de controle interno Maria Luisa Garcia de Mendonça, em Ipanema. Foram recolhidos um computador, um disco rígido e documentos.
- Os dois ex-executivos teriam poucas informações em casa sobre o banco.
- Segundo uma fonte, a maior parte da documentação no Rio ficava no escritório da Presidente Wilson, desativado desde a liquidação da instituição.
- No Rio, o trabalho foi coordenado pelo delegado Marcelo Prudente, chefe do Setor de Planejamento Operacional da PF do Rio.

Com Haddad, SP voltou a sorrir

Faltam 4 dias para a Vitória

A cidade de São Paulo, tão sofrida, tão abandonada, tão carente, de repente voltou a sorrir e a ter esperança.

Aqueles que estão no governo de São Paulo há tanto tempo, pregam o medo e o terror, como se não fossem responsáveis pelos problemas da cidade.

Mas Haddad continua sua simpatia, seu programa, suas visitas, sempre falando bem das pessoas e sempre propondo alternativas para acabar com o sofrimento do povo.

Com Haddad, até a Vila Madalena voltou a sorrir.
Nosso bairro andava com medo, inseguro, cheio de buracos e com as construtoras derrubando as casas e as árvores.

Agora, as flores e os frutos estão voltando. Neste mês de Outubro, foi o mês que tirei mais fotos de flores. Quase duzentas fotos...

É o clima de simpatia de Haddad. Uma nova vida e uma nova esperança.

Vejam estes tipos de flores coloridas.


E estes Abacates, crescendo em plena rua da Vila Madalena?


Tem também Jabuticabas, que, ao amadurecer os pássaros comem rapidamente...


E, para comemorar com Haddad, as flores combinam suas cores com as folhas, formando as cores da nossa Bandeira: “O verde e o amarelo”.



Haddad, com seu jeito humilde, simpático e trabalhador, colocará São Paulo junto ao Brasil.

E todos ficaremos mais alegres e felizes.

Em nossa casa e no nosso bairro, todos estão escolhendo Haddad, 13, para prefeito.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Bancos Itaú e Cruzeiro do Sul

São dois escândalos!

O Banco Itaú lucra mais de um bilhão de reais por mês e o banco demite milhares de funcionários; já o presidente do Banco Cruzeiro do Sul, depois de ver seu banco liquidado, agora é preso pela Polícia Federal.

Qual é o conceito de honestidade e compromisso social?
Como fica o processo de oligopolização do sistema financeiro,
quando apenas cinco bancos controlam mais de 80% de tudo?
O quê faz a história dos bancos ser tão instável?
Com a quebra de apenas oito bancos médios ou pequenos,
os prejuízos passaram de nove bilhões. Quem paga a conta?

Só prender na Polícia Federal não resolve,
sempre existe um juiz para libertar os banqueiros e anular a ação da Polícia Federal. Não será a primeira nem a última vez que isto vai acontecer.

Nunca na história deste país,
os banqueiros ganharam tanto dinheiro!
O Brasil precisa de uma nova Constituição.

Leiam estas duas matérias publicadas no jornal Valor de hoje. São dois escândalos!

Primeira Matéria:

Lucro do Itaú Unibanco cai para R$ 3,4 bilhões no terceiro trimestre


Por Daniela Machado e Carolina Mandl | Valor – 22/10/12- Atualizado às 7h55

O Itaú Unibanco registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,412 bilhões no terceiro trimestre, uma queda de 13% sobre o mesmo período do ano passado e de 4,8% em relação ao segundo trimestre de 2012. O lucro líquido contábil, considerado no cálculo de pagamento de dividendos, foi de R$ 3,372 bilhões, o que representou redução de 11% frente a 2011.

No balanço divulgado nesta terça-feira, o banco citou os efeitos da redução da margem financeira em decorrência dos cortes da taxa Selic, entre outros fatores.
A carteira de crédito do Itaú Unibanco, incluindo avais e fianças, avançou 1% de junho a setembro deste ano, somando R$ 417,6 bilhões. Em 12 meses, a expansão foi de 9,3%.

No trimestre, as únicas carteiras que cresceram foram as de financiamento imobiliário (6%) e crédito a grandes empresas (3,7%). Veículos (-4,5%), cartão de crédito (-0,2%), crédito pessoal (0%) e micro, pequenas e médias empresas (-2,4%) observaram retração ou estabilidade.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2011, a carteira que mais cresceu também foi a de financiamento imobiliário, que teve alta de 32,4%, seguida por crédito pessoal (14,9%) e grandes empresas (16,4%).

A taxa de inadimplência acima de 90 dias ficou em 5,1% no trimestre, mostrando leve queda em relação ao índice de 5,2% visto no trimestre imediatamente anterior, mas ainda acima dos 4,7% do mesmo período do ano passado.

O retorno recorrente anualizado alcançou 17,7% no terceiro trimestre, abaixo dos 23,5% vistos em igual intervalo de 2011. No segundo trimestre deste ano, esse indicador estava em 19,4%.

O Itaú Unibanco é o segundo a divulgar seus números referentes ao período de julho a setembro. Ontem, o Bradesco abriu a safra de balanços mostrando lucro líquido de R$ 2,86 bilhões, valor 1,7% superior àquele registrado em igual trimestre do ano passado. Apesar do resultado mais gordo, o retorno sobre o patrimônio líquido ficou em 19,9%, com uma queda de 2,5 pontos percentuais na comparação com 2011 e de 0,7 ponto percentual ante o trimestre anterior.
Ainda nesta semana, na quinta-feira, o Santander apresenta seu resultado.

Segunda Matéria:

Polícia Federal prende Luis Octávio Indio da Costa,
do Banco Cruzeiro do Sul


Por Agência O Globo – Jornal Valor – 22/10/2012

SÃO PAULO - O ex-presidente e um dos controladores do Banco Cruzeiro do Sul, Luis Octávio Indio da Costa, foi preso por policiais federais, na tarde desta segunda-feira, em São Paulo. Ele foi levado à sede da Polícia Federal.

O advogado do banqueiro, o criminalista Roberto Podval, disse que ainda não teve acesso à decisão do juiz que decretou a prisão e por isso ainda não definiu a estratégia de defesa.

O Cruzeiro do Sul tem um rombo de mais de R$ 3 bilhões, que pode ser ainda maior, segundo especialistas. O Banco Central decretou a liquidição na instituição financeira no último dia 14 de setembro, depois de ter passado três meses em Regime de Administração Especial Temporária (Raet).

No dia 17 de outubro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de Índio da Costa para desbloquear bens pessoais dele que foram congelados pela decisão que liquidou o banco.


Eleições: Contagem regressiva

Faltam 5 dias...

O clima na cidade melhora, as pessoas ficam mais simpáticas, pedem material de campanha, acenam, sorriem e já declaram abertamente “que já escolheram o candidato: Haddad, 13”.

Nesta segunda-feira, dia 22, depois de resolver umas pendências em casa, já com o horário de verão, liguei o carro, saí da garagem e, como sempre, também liguei o rádio do carro. Como já era quase nove horas, sintonizei direto na Rádio Cultura.

Para minha surpresa, a primeira música a tocar no programa que começa às 9, foi o Concerto de Mozart para Clarinete e Orquestra. O regente era Michael (não gravei o sobrenome) e a orquestra era a Orquestra Nacional da Rússia.

Foi a gravação mais bonita que ouvi até agora. Eu tinha o disco em vinil e sempre ouvia. Ainda não tenho a gravação completa em cd, mas achei no “youtube” esta versão também muito bonita.

Até domingo, dia 28, todos os dias teremos ou música ou flores, para manter nossa campanha eleitoral bem calma e proposita, não entrando nas provocações do adversário.

Se eu fosse Haddad, enquanto o carro estivesse se deslocando entre uma reunião e outra, ouviria sempre a Rádio Cultura, a rádio que tem história e que valoriza nossa cidade.

Vejam que beleza!

Mozart - Clarinet Concerto in A, K. 622 [complete]



Mozart's Clarinet concerto in A major, K. 622 was written in 1791 for the clarinetist Anton Stadler. It consists of the usual three movements, in a fast-slow-fast form:
1. Allegro
2. Adagio and
3. Rondo: Allegro.


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

BVA é Caso de Polícia!

É preciso acabar com a bandalheira!

Em dois anos foram sete bancos brasileiros sobre intervenção do Banco Central. Nos casos anteriores foram quase 9 bilhões de rombo nas contas.

Neste caso do BVA, o rombo é de 550 milhões!
Os 50 mil reais fazem os parlamentares ficarem parecendo
“ladrões de galinha”!

Pedem cadeia para políticos e não pedem para banqueiros e empresários?
É preciso acabar com a bandalheira!

Leiam com atenção esta matéria do jornal Valor de hoje:

BVA usava própria gestora para captar recursos

Valor – 22/10/2012

Dono de uma gestora de recursos, o banco BVA usava a Vitória Asset Management como um braço para obter liquidez e até mesmo capital para a instituição financeira. Desde sexta-feira, o banco está sob intervenção do Banco Central (BC), com um passivo a descoberto de R$ 550 milhões.

Levantamento feito pelo Valor mostrou que por meio dos fundos da Vitória o BVA conseguiu levantar pelo menos R$ 383,4 milhões para se capitalizar. A maior fatia disso veio do Patriarca, um fundo de "private equity" que captou R$ 331,1 milhões com investidores para compra de uma fatia do banco. Entre seus cotistas está Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono do grupo Caoa, de revendas de carros.

Outros dois fundos multimercados de crédito privado da gestora, o Ibiza e o Vitória Fidelis, emprestaram R$ 52,3 milhões a uma empresa, a Cartagena Participações, dos dois principais acionistas do BVA - José Augusto Ferreira dos Santos e Benedito Ivo Lodo - por meio da compra de Cédulas de Crédito Bancário (CCBs).

A Cartagena foi criada com o objetivo de capitalizar o banco e tinha como sócios a BVA Empreendimentos e Ivo Lodo. Cartagena é também o nome de um haras que Lodo possui em São Roque (SP). O banco nega, porém, qualquer ligação entre o haras e a empresa que vendeu CCBs para os fundos da Vitória.

A alocação em papéis da Cartagena representava, em setembro, 30% do fundo Vitória Fidelis e 71,79% do Ibiza, que recebia a alocação de outros fundos, de acordo com a Comissão de valores Mobiliários (CVM). Os títulos prometem pagar aos investidores uma rentabilidade equivalente a 107% do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI) ao ano até o vencimento, que se dará em agosto de 2014. Juntos, os fundos somam um patrimônio de R$ 89,4 milhões, com nove cotistas.

Outros dois fundos, o renda fixa Elos e o multimercado Salus, também tinham R$ 9,201 milhões em debêntures da Multiner, empresa de energia que tinha como sócio José Augusto Ferreira dos Santos, um dos controladores do BVA e que vendeu a participação na companhia em março deste ano. Santos investia na Multiner por meio da Cia 44, que estava em fundo exclusivo detido por ele e gerido pela Vitória.

Os fundos da Vitória também davam liquidez ao BVA por meio da compra de depósitos a prazo e de carteiras de crédito do banco.

O BVA tinha quatro fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs), que somavam patrimônio líquido de R$ 862 milhões e contavam com 134 cotistas. Os empréstimos foram originados pelo BVA e, posteriormente, vendidos aos fundos de recebíveis, em uma prática bastante comum entre os bancos médios para captar recursos.

Na semana passada, a agência de classificação de risco Austin Rating rebaixou a nota de três fundos de recebíveis do BVA.
Os fundos BVA Master II e III e o Multisetorial Itália tiveram a nota rebaixada pela Austin em função do aumento da inadimplência nas carteiras, que saltou para até 7%, ante um patamar que variava entre 0,1% e 1,8% no fim de 2011 e continuam em observação negativa.

Os administradores das carteiras, Citibank e BRL, marcaram assembleias para esta semana para votar a substituição do agente de cobrança, que é o próprio BVA.
O banco ainda repassava para os fundos de crédito privado títulos de depósito a prazo emitidos pela instituição. Somando os papéis em carteira, que incluem CDBs, depósitos a prazo com garantia especial (DPGE) e letras financeiras, os fundos da Vitória Asset e da BRL Trust Investimentos, que era sócia do BVA até 1º de outubro, tinham exposição de R$ 127,155 milhões em títulos do banco.

A fatia é pequena dentro de um total de R$ 3,87 bilhões de depósitos a prazo que o BVA tinha em junho, data do último balancete entregue ao BC. Chama a atenção, porém, o fato de os fundos da Vitória não trabalharem com títulos bancários de outras instituições financeiras.

Na semana passada, duas carteiras administradas pela BRL, os fundos multimercado de crédito privado Salus e Providentia foram fechados para resgate. No final de 2011, algumas carteiras que eram geridas pela Vitória Asset, que somavam R$ 400 milhões de patrimônio, foram repassadas para a BRL após a entrada do BVA como sócio da gestora. Em 1º de outubro deste ano a sociedade com o banco foi desfeita.

Segundo fato relevante enviado à CVM, foram identificadas pendências e inconsistências documentais, cadastrais e de registro em algumas CCBs em carteira do Salus e do Providentia, relacionadas tanto à estruturação dos ativos, que estavam com valores divergentes dos registrados na Cetip, quanto ao valor das garantias. Esses papéis, segundo a BRL, tinham sido estruturados pelo antigo Lemon Bank.

A Vitória Asset também fechou para resgate o multimercado Fidelis, depois de registrar pedido de saque não compatível com a liquidez dos ativos em carteira, representando 28% do patrimônio do fundo de R$ 28,543 milhões. (Colaborou Carolina Mandl)




Morte em Higienópolis

Eleições: Qual é a prioridade?

Este não será o primeiro, nem será o último texto onde afirmo neste blog que Segurança é o requisito mais importante para São Paulo e para qualquer comunidade. Se as pessoas não têm garantias de vida, direito de ir e vir para trabalhar, estudar ou passear, esta comunidade está condenada.

As demais prioridades também são importantes, mas sem a vida, a educação, a saúde, o transporte e o lazer, pouco vale.

Não adianta os “especialistas” dizerem que segurança é responsabilidade do governador. Quando este não funciona, quando o governo federal se omite, resta como alternativa à população organizar seu próprio esquema de segurança, de autodefesa.

Caroline, de apenas 15 anos, foi morta por ladrões durante assalto em Higienópolis.


Jovem voltava a pé de festa com namorado e foi baleada após entregar mochila com celular. Segundo a polícia, jovens confessaram crime em tom de deboche; eles dizem que a garota reagiu. Mas o namorado da garota nega reação.

O crime aconteceu ontem, na Rua Sabará, bem perto das Ruas Maranhão, Piauí e Av. Higienópolis. Portanto, perto da casa de pessoas como Fernando Henrique Cardoso e outras personalidades brasileiras.

Se nem em Higienópolis temos segurança, imaginem na periferia?


A reportagem da Folha diz que a mãe de Caroline beijou os pés dela e disse: “Filha, vai ter Justiça.”
Vai ter Justiça? Não, não vai. Por mais que a polícia tenha prendido os três adolescentes infratores, que confessaram o crime, Esta nossa Justiça não funciona. E, quando funciona, é parcialmente e conforme a conveniência.

Podem registrar este caso e daqui a alguns anos verificar onde andam os assassinos. Deverão estar soltos, cometendo novos crimes...

Mas a filha, esta jamais retornará à casa materna.

Quando afirmamos que é preciso fazer uma Nova Constituição, uma Nova Regulamentação do Judiciário, um Novo Código Civil, uma regulamentação mais adequada dos meios de comunicação, da estrutura sindical e dos partidos políticos, tudo isto deve ser feito para adequar o Brasil ao período atual. Esta Constituição vigente é a Constituição logo após a saída da ditadura, refletindo mais aquele clima do que o Brasil de hoje.

Temos que fazer a campanha para que em 2013 o Brasil se prepare para ter uma Comissão Constitucional e, em 2014 possamos eleger um Novo Congresso Nacional, incluindo como principal tarefa a aprovação de uma Nova Constituição. Moderna, dinâmica, enxuta e objetiva.

O futuro é agora.
Nossos jovens não podem ficar reféns
de velhos conceitos obsoletos e inexequíveis.
Carolines, Clarices, Marias, Pedros, Josés,
todos merecem ter direito à vida.

domingo, 21 de outubro de 2012

O Trombone de Raul de Souza

Raridade nesta segunda-feira, dia 22

Nesta segunda-feira, quem mora em São Paulo pode aproveitar para assistir ao show de Raul de Souza, uma raridade em São Paulo.
Se Haddad não estivesse em campanha eleitoral bem que poderia ir deleitar-se com a boa música e o som de Raul de Souza.
Vejam também que belo texto de Julio Maria, publicado no Estadão de ontem, sábado.

Raul de Souza, o trombone e o animal
que fizeram um bem danado para a música brasileira

DVD e CD 'O Universo Musical de Raul de Souza'
serão lançados na próxima segunda-feira, 22, com show no Sesc Consolação, em São Paulo

20 de outubro de 2012 | 7h 00 - Julio Maria - O Estado de S.Paulo

Os olhos do búfalo eram um enigma só. O bicho ficava ali parado com parte do corpo fora d’água, tarde da noite, desafiando o garoto que havia resolvido dar uma volta de barco na lagoa. Apesar de o instinto de sobrevivência mandar o jovem se lançar na água e correr sobre ela até sumir da vista do animal, algo ainda dizia que o monstro era do bem.
O búfalo olhava para Raul, Raul olhava para o búfalo e, assim, um certo clima ia pintando. Quando já morriam de amores um pelo outro, só faltando a musiquinha de boate ao fundo, Raul resolveu tirar do saco o trombone que havia levado consigo. Pela primeira vez, sentia prazer de se apresentar para uma plateia silenciosa e educada.

O búfalo ouvia tudo, cada nota de uma música que nem título tinha. Era um improviso, o primeiro que o músico fazia sem que ninguém o mandasse às favas. “Gostei de você”, disse Raul, comovido. “Vou agora tocar uma em tom menor”, disse, e começou Angel Eyes. Quando coraçõezinhos já flutuavam sobre os chifres do animal, Raul de Souza resolveu parar. “Amanhã eu volto, viu meu amigo?” Só assim o búfalo saiu de seu estado de hipnose e partiu.

Raul de Souza se tornou doutor, o maior trombonista em atividade do País, de carreira reconhecida entre os grandes do jazz e da música brasileira, referência em seu instrumento há duas gerações. Já o animal que sumiu naquela noite ficou como o búfalo mais importante que Raul de Souza conheceu. A história virou lenda e ganhou várias versões. Uma delas dizia que Raul tocava de noite diante do mar de Copacabana.
Ao perguntarem por que fazia isso, respondia estar “tocando para agradar aos animais”. “Eu nunca fiz isso em Copacabana. Esse búfalo que encontrei quando estava no barco foi em Curitiba”, lembra. Estivesse careta ou doido de cachaça, algo de que parece não se lembrar, fato é que suas plateias cresceram bastante e, assim como os animais, passaram a respeitá-lo muito. Diante das 608 pessoas que lotaram o Teatro do Sesc Vila Mariana em novembro de 2011, o clima era o mesmo que ele sentiu diante do búfalo.

Raul fez um bem bolado daquilo que lhe dá prazer. Abriu o show com Spiritual, de John Coltrane, para logo emendar seu samba Violão Quebrado. Solou bonito em A Flor e o Espinho, de Nelson Cavaquinho, para logo partir para o standard Ela É Carioca, de Jobim. E investiu pesado em outros temas seus, alguns dos quais deixaram a elite jazzista de antenas alertas ao seu talento, como Funky Man, St Rémy, Jumping Street e À Vontade Mesmo.

Do amigo trompetista Freddie Hubbart - “o maior que eu conheci”, diz ele -, entrou Up Jumped Spring, feita em duo com o baterista Art Blakey. Gente que rendeu histórias ao seu lado, tantas que um DVD não comportaria. Raul viu Hubbart se drogar em tubos até que ele mesmo, que nunca foi santo, decidiu advertir: “Hubbart, vou te dizer uma coisa: Se você não parar agora, vai acabar usando coisas mais fortes.” “Ah, dá um tempo, pastor”, respondia o trompetista.

Freddie Hubbart seguiu para o crack e, anos depois, em 2008, seu coração parou quando ele chegou aos 70 anos. “O cara comia com farinha. Eu sabia que ia acabar assim.” O próprio Raul viveu seus infernos com a bebida, até que resolveu deixá-la falando sozinha. “Você já percebeu que todo bar é escuro?”, observa, preparando o terreno para a teoria que criou. “Os botecos são escuros porque estão cheios de espíritos perdidos que estão lá com você a cada gole.”

O DVD de Raul vem com um CD de temas ainda inéditos chamado Voilà, gravado em Curitiba, em 2010, com o mesmo núcleo de instrumentistas que participa do DVD. Um trabalho não tem a ver com o outro, mas os dois saem juntos por razões estratégicas. O nome do pacote é O Universo Musical de Raul de Souza, e será lançado com um show na próxima segunda-feira, 22, no Sesc Consolação.
Um dos parceiros que estará no palco ao seu lado, também convidado no DVD, será o saxofonista Hector Costita. O registro tem ainda o piano de João Donato em uma das faixas e a flauta de Altamiro Carrilho, seu mestre e padrinho, morto em agosto, aos 87 anos. Uma biografia também está sendo preparada pelo jornalista Roberto Muggiati, ainda sem data para lançamento.

Altamiro rende um capítulo à parte nessa história. A imagem que aparece no DVD é seu último registro em ação. Ele chega ao palco visivelmente combalido, criando uma sensação de nostalgia prévia, deixando a certeza de que faz ali uma despedida, mas com um sorriso de sequestrar a plateia. Senta-se ao lado de Raul e toca com a flauta a belíssima linha de Vou Vivendo, de Pixinguinha.
Logo depois, tocou o seu Urubu Rei e ainda voltou para fazer o tema Funky Man ao lado de Hector Costita e João Donato, chamando a responsabilidade para si e assumindo quase todos os solos. Algo que o próprio Raul não havia presenciado. “Ele não é de improvisar sobre um tema em tom menor assim. Mas, naquele dia, ele improvisou.” Hector Costita esperava seu solo terminar para entrar com o tenor nas alturas.
Quando foi soprar, Altamiro lhe deu um drible e retomou o improviso. Os músicos se olharam, sorriram e entenderam que ali estava um homem querendo viver cada segundo de uma noite que, se pudesse, congelaria. Altamiro havia saído do hospital para estar ali. “Doutor, não posso deixar o Raul sozinho.” Sua última aparição se tornou um documento histórico. Pena o búfalo não ter visto.

RAUL DE SOUZA

Ouça um pouquinho do trombone e, se puder,
vá ao Sesc Consolação, nesta segunda-feira.

Instrumental SESC Brasil - Raul de Souza - Lament (J. J. Jhonson) - 28/04/2009



Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245, tel. 3234-3000.
2ª, às 19 h. Grátis - os ingressos são distribuídos uma hora antes do show.


sábado, 20 de outubro de 2012

Lula, Haddad e as Eleições

A coragem de inovar

Ao ler os jornais de São Paulo, principalmente a Folha, parece que as eleições já acabaram. Há um clima de “já passou e não foi como gostaríamos”.

Ainda temos uma semana de campanha e todos precisam trabalhar muito para consolidar a vitória em São Paulo e nas e mais cidades. Ainda hoje pela manhã, recebi um torpedo avisando que o clima do comício em Campinas é de “já ganhou”. Depois teremos o comício de São Paulo.

A vida é assim, há tempo que a gente perde e há tempo que a gente ganha. Lula já perdeu muitas vezes e já ganhou a maioria das vezes. Como agora. Até muitos petistas duvidavam que Haddad realmente tivesse chance de ganhar em São Paulo. Pois Haddad vai ganhar e vai ganhar com boa vantagem. O nosso candidato é bom e nossa campanha foi muito bem feita.

Mas os que são contra Lula e o PT entraram nas eleições com o objetivo de derrotar Lula, esquecendo-se que o povo quer discutir como prioridade a qualidade de vida de sua cidade. Lula, com sua sabedoria , orientou os marqueteiros e os candidatos a priorizarem as propostas e não o bate-boca. Resultado, Lula sairá destas eleições como o grande vencedor.

Volto a dizer que Democracia se aprende praticando. Isto vale para a esquerda, para a direita e, principalmente, para povo e a imprensa.

Enquanto escrevia a mensagem de hoje, chovia muito e as plantas ficaram muito bonitas. Aproveitei para escutar um pouco de música, ouvindo a chuva e o Concerto para Violino de Bach. Faz bem à saúde e à alma.

Quando você estiver um pouco cansado, precisando descansar um pouco e pensar sobre a vida, ouça música erudita, ouça Vivaldi, Bach, Mozart e outros compositores. A gente renasce.

Neste fim de semana há vários concertos em São Paulo. Durante a semana também. É como visitar um amigo ou ir ao cinema. Faz muito bem.

Ouça um pouco de Bach e deixe um comentário sobre o que você sentiu.

Johann Sebastian Bach Violin Concertos, Anne-Sophie Mutter



Nossa campanha eleitoral é assim.
Com música, flores, propostas e muito respeito às pessoas e a nossa cidade.

E, no domingo que vem, dia 28, vamos votar com muita civilidade, deixando a festa para quando o TRE comunicar o resultado.
Todo mundo na Av. Paulista.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Haddad para melhorar nossa cidade

“Faça amor, não faça guerra”

Nossa geração cresceu convivendo com este tipo de campanha: “Faça amor, não faça guerra”. Haddad é mais jovem e sofreu menos os efeitos da “guerra fria” e das ditaduras. Os mais velhos sentiram mais os impactos do medo.

Talvez seja por isto que Haddad faz uma campanha bem mais calma, mais propositiva e mais alegre. Sem ódio e sem rancor...

Hoje saiu mais uma pesquisa do Datafolha, Haddad continua aumentando a vantagem. Eu creio que, tanto a Folha como o Datafolha desistiram de Serra. Serra já errou demais e não dá mais para segurar. Ele segue ladeira abaixo. As pessoas ainda me alertam que “a Folha pode estar armando como fez com Russomano”. Eu creio que realmente a Folha desistiu de Serra. Não foi o melhor candidato.

É hora de serenidade, de conclamar as pessoas de bem a se juntarem à campanha por uma São Paulo mais calma e mais segura. Os jornais continuam mostrando as mortes de policiais e de bandidos, mostrando pessoas doentes, drogadas e abandonadas.

Precisamos contribuir para trazer uma pauta positiva para São Paulo.

Andando pelas ruas da Vila Madalena, tirei algumas fotos que mostram o quanto é possível melhorar a nossa cidade. São fotos de flores e frutas que nascem nas ruas e jardins, plantadas por moradores e cuidadas pelos próprios moradores. É possível amar e viver bem na nossa cidade.

Vejam estas pitangas!
São alimentos para os pássaros, principalmente os sabiás.
Eles pegam as frutas pelo bico, separam a polpa da semente e depois jogam as sementes longe, originando novos pés de pitangas.



Já noutra rua, ao fotografar um grande pé de Primavera, ouvi cantos de Bem ti vi e, ao olhar para cima, vi um casal de Bem ti vis alimentando o filhote no ninho. Vejam onde eles fizeram o ninho!


Entre o transformador e o poste.

Ainda caminhando pela Vila Madalena, achei este arbusto com flores vivas e bem bonitas. Vejam que impacto.



A campanha de Haddad estimula este olhar na nossa cidade.

As mesmas flores e pássaros da Vila Madalena existem em todos os bairros.
Talvez as pessoas ainda não tenham prestado atenção. Mas, outro dia, o Estadão publicou uma página com fotos das árvores e flores, principalmente ipês, da nossa cidade.

Vamos embelezar a cidade, sem deixar de cuidar da segurança, do transporte, da saúde, da educação e do lazer. Tudo isto com muita educação e respeito.

São Paulo vai voltar a ser feliz, com Haddad prefeito.

P.S.:
Tinha esquecido de registrar que hoje, dia 19 de outubro, Vinicius de Moraes completaria 99 anos.
No ano que vem vamos comemorar o Centenário do Poeta com Haddad na prefeitura. Faremos uma grande festa!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Haddad e OSESP - Novas Alegrias

Mais música para São Paulo

Hoje nos jornais têm duas boas notícias:
Haddad continua subindo nas pesquisas e a OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo apresenta sua programação para 2013.

Nós, que somos assinantes da OSESP, ficamos duplamente satisfeitos.
Vamos continuar a ter música erudita de qualidade e vamos ter um novo prefeito para São Paulo.

Como Haddad é jovem, professor e também toca violão, mostrando que gosta de música, vamos ampliar os espaços musicais em nossa cidade. Música nas escolas, como antigamente, música nas praças e parques, música nas igrejas e música nas salas de concerto.

Até a Europa começa a ficar mais animada com 2013.
Ano do 13. Ano de Haddad e da OSESP.

Vejam que boa matéria do Estadão:

Osesp: novos e antigos parceiros

Temporada 2013 inclui turnê pela Europa
e homenagens a autores como Sibelius, Brahms e Britten

18 de outubro de 2012 | 3h 10 - João Luiz Sampaio - O Estado de S.Paulo

Na temporada 2013 da Osesp, anunciada terça-feira, além do centenário da estreia da Sagração da Primavera, de Stravinski, outras efemérides serão contempladas.

O mundo da ópera estará particularmente agitado com os bicentenários de Giuseppe Verdi e Richard Wagner, mas quem se deu bem foi Benjamin Britten: no ano de seu centenário, terá seus três concertos para orquestra e solista interpretados. De Wagner e Verdi, algumas aberturas e peças sinfônicas e de câmara menos importantes no conjunto de suas produções.

Outros autores também terão participação especial. O grupo vai tocar as últimas três sinfonias de Mozart e iniciar, com três concertos, uma integral sinfônica do finlandês Jean Sibelius. O diretor Arthur Nestrovski criou ainda a vinheta "Brahms em Foco". Em 2012, a Osesp tocou suas quatro sinfonias e, em 2013, continuará a se dedicar ao autor.

Especial, nesse sentido, serão duas semanas em setembro: na primeira, o Concerto para Violino; na segunda, a mesma peça, arranjada para piano e orquestra por Dejan Lazic, que será o solista das apresentações.

"Um dos aspectos mais importantes para mim é pensar a temporada além da série sinfônica simplesmente. Todos os elementos em que pensamos, seja o tema geral, seja o foco em alguns compositores, permeiam a programação como um todo, incluindo as atividades do coro, a temporada de música de câmara, os recitais", observa Nestrovski, ressaltando que isso é fundamental para se ter noção exata do escopo da atividade artística da Osesp, incluindo na mistura o projeto educativo, que deverá, segundo ele, atingir 120 mil crianças e 900 professores em 2013.

Também está programada para a nova temporada uma turnê europeia, que terá cerca de 15 concertos, ao longo de três semanas. De acordo com Marcelo Lopes, diretor executivo do grupo, 80% das cidades - na Alemanha, França, Suíça e Reino Unido - já estão fechadas.

Durante o período em que a Osesp estiver viajando, a Filarmônica de Minas Gerais e a Sinfônica de Heliópolis farão concertos na Sala São Paulo, também como parte da temporada de assinaturas.

No processo de "internacionalização" da orquestra,
seguem as gravações: para o selo Naxos, Marin Alsop dá continuidade ao registro das sinfonias de Prokofiev e Isaac Karabtchevsky faz o mesmo com a edição e gravação das sinfonias de Villa-Lobos.

Frank Shipway, por sua vez, vai gravar para o selo BIS os concertos para violoncelo de Hindemith e Walter, com Christian Poltéra como solista. Está prevista ainda a realização de transmissões pela internet de concertos, mas não há confirmação de datas e programas.

Entre os maestros convidados, estão sir Richard Armstrong, Rafael Fhrübeck de Burgos, Alondra de la Parra e um brasileiro: Marcelo Lehninger, regente assistente da Sinfônica de Boston, que faz sua estreia na temporada de assinaturas da orquestra. A temporada completa da orquestra pode ser encontrada no site osesp.art.br.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Ibope: Haddad 49% e Serra 33%

Vantagem ampliada para 16%

Haddad continua subindo
e Serra continua caindo.

Vejam as notícias na UOL e no Estadão:

Ibope: Haddad tem 49%, e Serra, 33%

Do UOL, em São Paulo - 17/10/2012 - 19h00

Pesquisa Ibope sobre a disputa pela Prefeitura de São Paulo no segundo turno divulgada nesta quarta-feira (17) aponta a liderança do candidato do PT Fernando Haddad com 49% das intenções de voto. O candidato do PSDB José Serra aparece com 33%.

Dos entrevistados, 13% informaram que vão votar em branco ou nulo, e outros 5% não decidiram em quem votar. A margem de erro é de três pontos percentuais, para cima ou para baixo.

A pesquisa Ibope, que foi contratada pela "TV Globo", ouviu 1.204 eleitores entre os dias 15 e 17 deste mês e foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número SP-01864/2012.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 11, Haddad tinha 48% das intenções de voto, ante 37% de Serra.

Os números do Ibope são parecidos com os mostrados pelo Datafolha, no dia 10. Conforme o instituto, Haddad aparecia com 47%, e Serra com 37%.

Agora no Estdaão:

Pesquisa Ibope mostra Haddad com 49% e Serra com 33% em SP

Petista ampliou de 11 para 16 pontos porcentuais
sua vantagem em relação ao candidato tucano

17 de outubro de 2012 | 19h 03 - Daniel Bramatti, de O Estado de S.Paulo

Na segunda pesquisa do instituto Ibope no segundo turno, feita sob encomenda da TV Globo, o petista Fernando Haddad ampliou de 11 para 16 pontos porcentuais sua vantagem em relação ao tucano José Serra. Em uma semana, ele oscilou um ponto para cima e agora aparece com 49% das intenções de voto. Já Serra caiu quatro pontos, de 37% para 33%.

Em votos válidos – excluídos os entrevistados que dizem pretender votar nulo ou em branco -, o placar seria de 60% a 40%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo SP-01864/2012. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos.



Empresas Brasileiras à Venda

Capitalismo brasileiro ou filiais de estrangeiras?

Fico muito triste quando leio matérias sobre vendas de empresas brasileiras, como esta do Estadão, publicada domingo, dia 14.

Entre as muitas empresas vendidas, podemos acrescentar a TAM e o Pão de Açúcar.
Ambas tinham “orgulho de ser brasileiras”.

Qual é mesmo o projeto do empresariado nacional para as empresas brasileiras?

Vejam a materia do Estadão:

Compra de empresas nacionais por estrangeiras dobra em seis anos

Fernando Dantas - O Estado de São Paulo – 14out2012.

Fundos e multinacionais fecharam 209 negócios este ano no País,
em busca de um mercado consumidor com potencial de crescimento

Rio de Janeiro - A compra da Amil pela americana UnitedHealth, por quase R$ 10 bilhões, anunciada na semana passada, coroou um ano recorde em aquisições de empresas brasileiras por grupos estrangeiros ou fundos de private equity também internacionais. Segundo levantamento da PwC, empresa de auditoria e consultoria, o número de aquisições de participação majoritária ou minoritária em empresas nacionais por estrangeiros dobrou desde 2006, passando de 106 para 209, até agosto.

Este ano, alguns nomes muito conhecidos do público brasileiros foram vendidos para empresas ou fundos de private equity estrangeiros: a fabricante de cachaça Ypióca, a rede de churrascarias Fogo de Chão, a rede de lojas de móveis Tok&Stok, a empresa de alimentos Yoki e a rede de lojas de brinquedos PBKids, entre outros.

Consumo
O que caracteriza essa onda de compras por estrangeiros é que ela está muito voltada para o segmento de bens de consumo, o comércio e os serviços, que são a parcela da economia brasileira mais aquecida. "Os investimentos estão indo onde há crescimento", diz Patrice Etlin, sócio para a América Latina da Advent International, empresa global de private equity com sede nos Estados Unidos.

Para Alexandre Pierantoni, sócio da PwC, responsável por fusões e aquisições no Brasil, "esse movimento de aquisições está associado ao consumo da nova classe média". "O Brasil tem um mercado demandante, com carência estrutural de serviços, principalmente aqueles oferecidos pelo governo, como educação e saúde", afirma.

Ele aponta alguns dos principais segmentos de interesse dos estrangeiros: indústrias de alimentos, de bebidas, cosméticos, higiene e limpeza e serviços de saúde e educação.

O setor de infraestrutura também é visto pelos especialistas como alvo preferencial do capital internacional.

Mas incertezas e constantes mudanças regulatórias estão travando algumas operações. "Há uma preocupação dos investidores com a incerteza sobre a mudança de regras e o grau de intervenção do governo nas concessões", diz Etlin. Já a área de bens de consumo, na qual a interferência do governo é menor, está mais desimpedida.

Tendência
Para Luiz Aubert, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), "a venda de empresas brasileiras para estrangeiros faz parte de uma tendência crescente de desnacionalização da economia brasileira". Ele acha que, nesse processo, há perda em termos de tecnologia para o País.

A aquisição da Ypióca, anunciada em maio pela Diageo, maior destilaria do mundo (dona do uísque Johnny Walker e da vodca Smirnoff) é um exemplo. O negócio foi fechado por R$ 940 milhões e aconteceu após um ano de negociações entre a empresa britânica e a família Telles, dona da cachaçaria.

Já a rede de lojas de móveis Tok Stok foi adquirida pelo grupo americano Carlyle, por um valor estimado (oficialmente não foi divulgado) em R$ 700 milhões. A transação foi anunciada em setembro.

O Carlyle, maior fundo de participação em empresas do mundo, com patrimônio de US$ 156 bilhões, está atuando firme na área de consumo, varejo e serviços no Brasil.

Suas participações já incluem, além da Tok&Stok, a operadora de turismo CVC e a rede de loja de brinquedos RiHappy, entre outras. E em junho deste ano, a RiHappy, já controlada pelo Carlyle, anunciou a compra da concorrente PBKids. O valor da operação não foi divulgado.

Nota do blog:

Quando as estrangeiras vão comprar os jornais, revistas, rádios e TVs?

Já estão comprando escolas e faculdades!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Visitas Internacionais e Flores

Agradecimentos Especiais

No final do dia, dando uma repassada no nosso blog, fui surpreendido com visitas de três países que andavam distantes. Pessoas da Índia, da Itália e do Canadá... Depois, olhando com mais cuidado, verifiquei que, somente hoje, nosso blog foi visitado por 137 pessoas de Israel e 102 dos Estados Unidos. Dois recordes para o mesmo dia.

Fiquei pensando sobre o quê levou tanta gente destes dois países a consultar o blog de hoje.
Foi a crise da Espanha? As eleições no Brasil? Ou pesquisa sobre nossas flores?

No caso de Israel, achei mais interessante ainda por que há vários dias estou lendo o livro de Amos chamado “De Amor e Trevas”. Um livro autobiográfico, que relata também a constituição do Estado de Israel.

Neste domingo, eu e minha esposa passamos várias horas assistindo ao filme “O Violinista no Telhado”. Eu tinha assistido este filme quando ainda estava no colegial, no início da década de 70. Sempre gostei muito das músicas e da história.

E, sem conversar com ninguém sobre o livro ou sobre o filme, de repente, 137 pessoas em Israel acessaram nosso blog hoje.

A melhor forma que tenho de retribuir estas visitas especiais é mostrando fotos recentes da nossa Vila Madalena, um bairro especial de São Paulo.

Vejam este imenso pé de Primavera. Deve ter mais de 40 anos de vida.


A árvore fica em uma casa em frente a uma escola. Assim os pais e as crianças todos os vias podem admirar estas lindas flores. Esta escola fica na Rua Livi, talvez este nome diga alguma coisa para o povo de Israel.

Agora vejam este pé de Ipê Rosa.

Fica na Rua Fradique Coutinho, no meio de uma ladeira muito íngreme. Quando os carros passam devagar, os motoristas ficam olhando as flores e apertando o freio.


A Vila Madalena é assim. Ruas com trânsito e muitas flores.
Agora as flores estão aumentando. Elas estão sentindo que a cidade vai melhorar com o novo prefeito.

Aqui em São Paulo as pessoas estão querendo uma nova maneira de administrar a cidade, por isto estão escolhendo Haddad para prefeito.

Nós também queremos que o mundo melhore. Seja em Israel, nos Estados Unidos, na Índia, na Itália, no Canadá ou na Espanha.
E que as pessoas gostem mais das flores.

Casas Bahia x Pão de Açúcar

A Luta Continua...

O inferno astral de Abilio Diniz continua. Além de ter que conviver com o novo acionista majoritário e controlador do Pão de Açúcar, Abilio tem que conviver com as pressoas da Família Klein que fez negócio com ele, não olhou direito o contrato e agora quer revisão.

Quem alterar a regra do jogo. Este é um dos problemas do mundo dos negócios. As pessoas gostam de ganhar e não gostam de perder.

Leiam esta matéria do jornal Valor de hoje:

Klein reabre disputa por ações com Pão de Açúcar


Valor – 16/10/2012

Em mais um lance da conflituosa relação entre os sócios do Grupo Pão de Açúcar, a família Klein, fundadora da rede Casas Bahia, enviou carta ao comando do grupo ameaçando iniciar um processo arbitral por conta de "erros e inconsistências relevantes capazes de alterar a equação que definiu a relação de troca entre as ações da Nova Casas Bahia pelas da Globex".

Casas Bahia e Grupo Pão de Açúcar são sócios na Via Varejo (ex-Globex) desde o acordo de associação assinado em julho de 2010.

Na carta, os Klein solicitam à empresa uma reunião para discutir a questão em três datas possíveis nesta semana. Para eles, o valor patrimonial do Ponto Frio estava "inflado" quando foi feita a fusão entre as redes, disse Ricardo Tepedino, advogado da família.

No documento, pedem o início de negociações "amigáveis e de boa-fé", para que nos próximos 30 dias se busque uma solução que evite a instauração de um "lítigio arbitral". "Queremos resolver isso de forma tranquila. Mas sabemos que existe um problema que não tem sido tratado da maneira como deveria pelo grupo. Por isso pedimos a reunião", explicou Tepedino.

Os Klein argumentam que o cálculo do valor pago em ações por sua parte no negócio teria de ser maior do que o que foi desembolsado na época. O Grupo Pão de Açúcar entende que essa reação dos sócios é um "despropósito", apurou o Valor. Procurado, o GPA decidiu não se manifestar oficialmente.

O Valor também apurou que o Casino, controlador da varejista, apoia integralmente a posição de Enéas Pestana, presidente do grupo. O comando da rede francesa recebeu ontem a informação da ameaça de litígio arbitral com "perplexidade e surpresa".

Em abril de 2010, quatro meses após se tornarem sócios, a família Klein e Abilio Diniz, acionista do Grupo Pão de Açúcar, renegociaram valores e algumas condições do contrato de associação. Os Klein estavam insatisfeitos e acreditavam que a rede Casas Bahia havia sido subavaliada.



Santander e outros bancos espanhóis Rebaixados

Reportagem do El País

S&P degrada la nota de varios bancos españoles tras rebajar la deuda soberana
La revisión se aplica a las entidades que mantenían una calificación superior a la de España

BBVA, Barclays y Caixabank, al nivel de la deuda soberana; Santander y Banesto, por encima Sabadell, Popular y BFA-Bankia, ya consideradas bono basura, pierden un escalón más

El País - Cristina Delgado Madrid 16 OCT 2012 - 12:24 CET69

La agencia de calificación de riesgos Standard & Poor's (S&P) ha decidido rebajar la calificación de varios bancos españoles — BBVA, Barclays, Caixabank, Santander, Banesto, Sabadell, el Popular y BFA-Bankia— tras haber dejado la deuda soberana al borde del bono basura la semana pasada.

"La rebaja del [rating] soberano tiene implicaciones negativas directas para los ratings de aquellos bancos que calificábamos por encima de la 'BBB-' de España, y para los ratings de los bancos para los que teníamos en cuenta el apoyo extraordinario del Estado como una forma de elevar el rating por encima de su Perfil de Crédito Individual", explica la firma en un comunicado.

La agencia S&P decidió el pasado 10 de octubre rebajar la nota de la deuda española dos escalones y la deja al borde de los llamados bonos basura, es decir, a un escalón de ser inversiones consideradas especulativas. Hasta ahora los bonos españoles estaban calificados con un BBB+ y a partir de esta rebaja quedan en BBB-. Ahora le llaga el turno a las entidades que la firma considera que están fuertemente vinculadas a la marcha de la economía española.

Así pues, la firma rebaja la calificación de la deuda a largo plazo de 11 bancos. Sin embargo, en la lista incluye calificaciones diferenciadas para Caixabank y La Caixa, así como para Santander y Santander Consumer, filial de créditos al consumo de Santander. Si se tienen en cuenta grupos bancarios, la degradación afecta a siete de ellos. Así pues, BBVA pierde dos escalones y pasa de BBB+ a BBB-, igual que Barclays. Banco Santander también pierde dos escalones, desde A- hasta BBB, igual que Banesto.
Ya en el terreno de los considerados bonos basura, algunas entidades bajan todavía más en esta consideración: Sabadell, Popular y Bankia pierden un escalón, de BB+ a BB, y la filial de esta última, BFA, de B+ a B.

La firma de calificación justifica sus decisiones caso por caso. Para empezar, explica que la degradación de BBVA y Caixabank se realiza porque "normalmente" no califican a entidades por encima de la nota del país en el que están domiciliadas (de hecho, las deja al mismo nivel que la deuda de España, al borde del bono basura). En el caso del Santander y su filial Banesto, que sí que están por encima de la solvencia de la deuda soberana, la rebaja la justifican explicando que "en los pocos casos en los que calificamos a los bancos por encima del rating a largo plazo en moneda extranjera del país en el que están domiciliados, la diferencia entre el soberano y el rating del banco está generalmente limitada a un escalón".

En cuanto a Sabadell, Banco Popular, Bankia y su matriz BFA, S&P señala que lo que ha hecho ha sido retirarles un escalón extra que les concedían por encima de la nota que les asignaban sus cálculos, gracias al apoyo que reciben del Estado. "La rebaja de nuestro rating a largo plazo de España nos ha llevado a eliminar el escalón", explica.

Perspectiva negativa

Además, la revisión a la baja de BBVA, Santander, Barclays, Santander Consumer Finance y Banesto apunta a una perspectiva "negativa", mientras que Banco Popular, BFA-Bankia, Caixabank, La Caixa y Banco Sabadell pasan a situarse en "vigilancia negativa". También en este caso el cambio se realiza para acompasarlo a la deuda española, a la que también se le asignó perspectiva negativa la semana pasada, porque su calificación podría volver a ser recortada.

"En los casos de Santander y BBVA, no prevemos que, en todo caso, vayamos a rebajar sus Perfiles de Crédito Individuales en más de dos escalones una vez revisemos el sector financiero español. La posibilidad de que los ratings a largo plazo de estos bancos se vean afectados por esta revisión es por tanto remota", adelanta S&P en su comunicado.

La calificación definitiva, en noviembre

La agencia estadounidense explica que en noviembre dará por concluida la calificación definitiva de la banca española, una vez terminado el análisis del impacto de la rebaja en la deuda soberana en las expectativas de las carteras industriales del sector bancario.

El comunicado de S&P añade que las entidades que actualmente están en proceso de recapitalización o de reestructuración serán evaluadas posteriormente, una vez que la agencia recopile la información necesaria sobre los planes y estrategias de estas entidades, y su impacto en sus perfiles financieros.

S&P ya había anunciado una posible revisión en masa de la nota de los bancos españoles al recortar en dos escalones —hasta BBB- con perspectiva negativa— la calificación de la deuda soberana por los "riesgos cada vez mayores en las finanzas públicas de España, debido a las crecientes presiones económicas y políticas". "Creemos que esta rebaja podría tener un impacto negativo en la solvencia de los bancos españoles que calificamos", explicaba la agencia de calificación en un comunicado.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

130 mil acessos e 80 países

Contribuindo para um mundo melhor

Nesta segunda-feira, nosso blog está chegando a 130 mil acessos e a 80 países que nos visitam regularmente. Tudo isto em apenas 18 meses de existência!

Gente do Haiti, de Jersey, da Malásia, do Senegal, da Colômbia, do Peru, da Arábia Saudita, do Iraque, da Ucrânia, de Moçambique, além dos países mais próximos como Japão, Rússia, China, Suíça, Alemanha, França, Estados Unidos, Israel e tantos outros.

Gente de todo Brasil, desde o Amapá até o Rio Grande do Sul. Gente que manda flores, temas, comenta os aniversários e as campanhas eleitorais. Hoje mesmo saí de casa cedo para fazer a inspeção veicular do meu carro. Tive que ir lá na Rodovia Raposo Tavares, quase em Cotia.

Na ida, ouvi um pouco o horário eleitoral e fiquei pensando o porquê Serra precisa fazer um programa tão chato? Tão agressivo? Já Haddad, introduziu um assunto que eu não tinha pensado: Ele e Chalita são professores e falaram sobre este dia tão importante para a humanidade. Um povo sem educação, sem escola é um povo sem memória, sem história.

Na volta fiquei parado no trânsito e pensando o que escreveria neste dia tão festivo do blog. Ao passar em casa para pegar a pasta e ir trabalhar, aproveitei para olhar as mensagens mais urgentes e encontrei a mensagem abaixo enviada por minha irmã que é artista plástica e professora em Salvador, na Bahia. Somos uma família de cinco irmãos, duas irmãs e nossos pais que já estão com 89 anos de idade, morando em Serrinha, perto de Feira de Santana.

Achei que a mensagem de minha irmã representa um bom retrato do "Brasil que deu certo". Um Brasil que, em quase cem anos, deixou de ser um país pobre e rural, para ser uma grande nação. Vejam que interessante:

“Queridos:

Voltando de Serrinha hoje, fiquei pensando o quanto somos felizes com os pais que temos e o tratamento que eles recebem: Alimentam-se muito bem (comem frutas em sucos, vitaminas, ao natural; comem verduras em várias receitas; feijão, arroz, carne, sopa...), tomam os remédios que precisam, vão aos médicos necessários, têm assistência 24h para o que precisarem, dormem o quanto querem e aonde querem, a casa em harmonia, bonita, os filhos direitinhos (risos)... sempre a ligarem pra eles e indo visitar, uma médica à disposição... Estão lúcidos, apesar dos achaques naturais, pois ninguém é de ferro! É uma velhice abençoada que todos queriam ter.

Mamãe anda sentindo muita tontura que só passa quando ela deita, por isso fica a maior parte do tempo na cama. E papai preocupado para que ela faça exercício, caminhe, senão ficará com as pernas menos flexíveis. E eu digo pra ele também sair mais do sofá, andar um pouco mais... ele vai até o quintal ver as galinhas.

Seguem algumas fotos tiradas hoje.

Beijos,


Salvador-Bahia, 14/10/12”

Estas fotos são na casa de nossos pais, em Serrinha.

Vejam o pé de primavera, as rosas e outras flores.



Esta outra foto é de uma planta igual à da nossa vizinha,
aqui na Vila Madalena, no coração de São Paulo.



Nossos pais estudaram até o segundo ano, daquele tempo. Mas nosso pai conhece muito sobre o mundo, por escutar bem o rádio, e nossa mãe, apesar da baixa escolaridade, já leu mais de mil livros. Ela sempre anota o nome dos livros. Os filhos, mesmo sendo do interior da Bahia, todos fizeram faculdade e escolheram onde queriam estudar. Uma raridade, mesmo entre famílias com dinheiro.

O Brasil melhorou muito. O mundo também, apesar da crise atual.
Mas, o mundo é menor do que a gente imagina. Ainda mais agora que o povo tem mais renda e pode viajar para conhecer outros países...

Nós fizemos faculdade em São Paulo, na USP, na FGV e na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Gostamos muito de São Paulo.
Mas achamos que precisamos melhorar mais ainda a nossa cidade, a nossa São Paulo.
Por isto que, aqui em casa, todo mundo vai votar em Haddad, no dia 28.

Neste dia dos professores,
quando nosso blog chega a 130 mil acessos, em apenas 18 meses de existência, e a visita de 80 países,
queremos deixar nosso muito obrigado a todos.


domingo, 14 de outubro de 2012

Degeneração da Folha de S.Paulo

Jânio de Freitas é uma exceção

A degeneração política da Folha de São Paulo veio mais rápida do que seria normal.

Na época da ditadura militar,
os donos do Grupo Folha dividiam as linhas políticas em vários jornais. Tinha a Folha de São Paulo mais progressista e tinha a Folha da Tarde que era a porta-voz do DOI-CODI, órgãos de terror da ditadura. Na Folha da Tarde as mortes aconteciam antes de os presos políticos morrerem.

Com a redemocratização, os Frias acabaram com a Folha da Tarde e com a aliança explícita com a repressão. Agora, os Frias já não obedecem, agora eles mandam. Passaram a ser a elite pensante do neoliberalismo e da dominação política e jurídica. Superaram a Globo.

Mas os Frias não esperavam que surgisse o PT
e uma figura tão importante quanto Lula.

Por que todos os partidos obedecem aos Frias e o PT e Lula não obedecem?
Como diz Mino Carta: por que não reconhecem a Casa Grande e a Senzala?

Como os Frias ainda não podem recomendar novo Golpe Militar, estão recomendando novo Golpe Jurídico. Afinal, eles apoiaram o golpe de Honduras e do Paraguai. Apoiar um golpe no Brasil é só uma questão de conveniência.

Vejam esta matéria de Jânio de Freitas, um jornalista experiente, já de idade e que representa uma exceção na Folha e no jornalismo brasileiro da grande imprensa.

Tudo que Jânio de Freitas escreve, desmontando a farsa do julgamento pelo STF, também vale para a Folha.

Afinal, já não sabemos quem escreveu primeiro o julgamento, se foram os jornalistas ou se foram os juízes. Isto é igual à época da ditadura militar, quando a Folha da Tarde anunciava com antecedência que determinado preso político morreu ao tentar fugir e foi atropelado. Mas o preso ainda estava na prisão, sendo assassinado somente à noite.

Jânio de Freitas e Mino Carta podem não viver para ver o Brasil com uma imprensa digna e pluralista, mas, o que é uma vida perto da eternidade?

Leiam este bom texto, apesar de ter sido publicado na Folha. É de Jânio de Freitas.

A mesada e o mensalão

Janio de Freitas – Folha S.Paulo – 14/10/2012 – domingo.

Passados sete anos, ainda não se sabe quanto houve de mentira na denúncia inicial de Roberto Jefferson.
A mentira foi a geradora de todas as verdades, meias verdades, indícios desprezados e indícios manipulados que deram a dimensão do escândalo e o espírito do julgamento do "mensalão".

Por ora, o paradoxo irônico está soterrado no clima odiento que, das manifestações antidemocráticas de jornalistas e leitores às agressões verbais no Supremo, restringe a busca de elucidação de todo o episódio. Pode ser que mais tarde contribua para compreenderem o nosso tempo de brasileiros.

Estava lá, na primeira página de celebração das condenações de José Dirceu e José Genoino, a reprodução da primeira página da Folha em 6 de junho de 2005. Primeiro passo para a recente manchete editorializada – CULPADOS -, a estonteante denúncia colhida pela jornalista Renata Lo Prete: "PT dava mesada de R$ 30 mil a parlamentares, diz Jefferson". O leitor não tinha ideia de que Jefferson era esse.

Era mentira a mesada de R$ 30 mil.
Nem indício apareceu desse pagamento de montante regular e mensal, apesar da minúcia com que as investigações o procuraram. Passados sete anos, ainda não se sabe quanto houve de mentira, além da mensalidade, na denúncia inicial de Roberto Jefferson. A tão citada conversa com Lula a respeito de mesada é um exemplo da ficção continuada.

A mentira central deu origem ao nome – mensalão
- que não se adapta à trama hoje conhecida. Torna-se, por isso, ele também uma mentira. E, como apropriado, o deputado Miro Teixeira diz ser mentira a sua autoria do batismo, cujo jeito lembra mesmo o do próprio Jefferson.

Nada leva, porém, à velha ideia de alguém que atirou no que viu e acertou no que não viu. A mentira da denúncia de Roberto Jefferson era de quem sabia haver dinheiro, mas dinheiro grosso: ele o recebera. E não há sinal de que o tenha repassado ao PTB, em nome do qual colheu mais de R$ 4 milhões e, admitiria mais tarde, esperava ainda R$ 15 milhões.

A mentira de modestos R$ 30 mil era prudente e útil.

Prudente por acobertar, eventualmente até para companheiros petebistas, a correnteza dos milhões que também o inundava. E útil por bastar para a vingança ou chantagem pela falta dos R$ 15 milhões, paralela à demissão de gente sua por corrupção no Correio.

Como diria mais tarde, Jefferson supôs que o flagrante de corrupção, exibido nas TVs, fosse coisa de José Dirceu para atingi-lo. O que soa como outra mentira, porque presidia o PTB e o governo não hostilizaria um partido necessário à sua base na Câmara.

Da mentira vieram as verdades, as meias verdades e nem isso.
Mas a condenação de Roberto Jefferson, por corrupção passiva, ainda não é a verdade que aparenta. Nem é provável que venha a sê-lo.

MAIS DEDUÇÃO

Em sua mais recente dedução para voto condenatório, o presidente do Supremo, Ayres Britto, deu como certo que as ações em julgamento visaram a "continuísmo governamental.

Golpe, portanto, nesse conteúdo da democracia que é o republicanismo, que postula renovação dos quadros de dirigentes".

Desde sua criação e no mundo todo, alcançar o poder, e, se alcançado, nele permanecer o máximo possível, é a razão de ser dos partidos políticos. Os que não se organizem por tal razão, são contrafações, fraudes admitidas, não são partidos políticos.

Sergio Motta, que esteve politicamente para Fernando Henrique como José Dirceu para Lula, informou ao país que o projeto do PSDB era continuar no poder por 20 anos.

Não há por que supor que, nesse caso, o ministro Ayres Britto tenha deduzido haver golpe ou plano golpista. Nem mesmo depois que o projeto se iniciou com a compra de deputados para aprovar a reeleição.

sábado, 13 de outubro de 2012

Santander desiste de comprar 318 Agências do RBS

Mistério no mundo dos negócios.

Enquanto a Espanha está vivendo uma das maiores crises da sua história, o banco Santander continua comprando instituições fora da Espanha.

Talvez esteja se preservando da crise espanhola e assim deixando de viver só de recursos do povo espanhol. Isto faz parte do capitalismo. Não depender somente de seu país e ir buscar recursos nos outros países.

Por que o Santander desistiu de comprar
parte do banco RBS da Escócia?


A matéria abaixo, publicada no El País, da Espanha, esclarece um pouco.
Para o pessoal do Brasil, esta notícia também tem importância.
Afinal, o Brasil é o maior provedor de lucros do Santander no mundo.
Se o banco for comprar mais bancos em outros países, com certeza, parte deste dinheiro sairá do Brasil, como já aconteceu com a abertura do capital no Brasil. Boa parte do capital foi transferido depois para a Espanha.

Leiam a matéria do El País. Lá não foi feriado...

El Santander renuncia a la compra
de 318 oficinas del banco escocés RBS


La entidad británica tenía previsto ingresar 2.000 millones de euros en la operación.
El banco que preside Botín aduce incumplimientos en la segregación de sucursales.
La venta de la red era parte de las condiciones de Bruselas para dar luz verde a la nacionalización.

El País - Walter Oppenheimer - Londres - 12 OCT 2012 - 22:18 CET6

El Santander ha dado marcha atrás en su compromiso de adquirir 318 oficinas de la red británica del Royal Bank of Scotland (RBS). El acuerdo, cerrado en agosto de 2010, iba a permitir al banco escocés el ingreso de 1.650 millones de libras (algo más de 2.000 millones de euros al cambio actual).

Fuentes de la entidad española comentaron que la marcha atrás debe a “problemas de ejecución de la operación” y, en concreto, al hecho de que “había ciertas cosas que no se estaban cumpliendo”.

En particular, aludieron al hecho de que no se estaban segregando las oficinas adquiridas por el Santander antes de que estas pasaran efectivamente a estar bajo control de la filial británica del banco español, tal y como se había pactado. Una de las consecuencias de ello es que generaba dificultades para aplicar a esas oficinas del RBS los sistemas tecnológicos con los que opera el Santander.

Las mismas fuentes desmintieron que la ruptura haya sido una consecuencia del deseo del banco que preside Emilio Botín de rebajar el precio de la operación. “Eso no es verdad”, aseguraron las fuentes de la entidad española.

El principal objetivo del banco español con la adquisición de esas oficinas era potenciar su presencia en el segmento de negocio de las pequeñas y medianas empresas británicas.

El primer banco español entró con fuerza en el mercado británico con la adquisición en 2004 del Abbey National por 9.000 millones de libras (11.150 millones de euros). La crisis financiera le permitió en 2008 incrementar su presencia con la adquisición del Alliance and Leicester y muy poco después se quedó con el nacionalizado Bradford and Bingley. En enero de 2010 unificó todo el negocio bajo la marca comercial Santander.

Tras el fracaso de la operación, el RBS tiene hasta finales de 2013 para lograr otro acuerdo.

El fracaso de la operación supone un fuerte revés para el RBS porque la venta de esas oficinas forma parte de las condiciones que le impuso en su día la Comisión Europea para autorizar la nacionalización del banco durante la crisis financiera y la inyección de 45.000 millones de libras (55.760 millones de euros) de dinero de los contribuyentes británicos.

El banco escocés tiene de plazo hasta el final de 2013 para completar la venta de parte de su red y el fracaso del acuerdo con el Santander puede suponer que tenga que hacer frente a esas desinversiones a un precio inferior al pactado en agosto de 2010 o arriesgarse a ser sancionado con una fuerte multa por las autoridades europeas de la Competencia.

El acuerdo entre los dos bancos estaba previsto que acabara de completarse a principios de 2012 pero se ha ido retrasando hasta acabar, ahora, en una operación fracasada.