sábado, 8 de setembro de 2012

Mais uma Mediocridade da Folha

Crescimento Mediocre

Os jornais, rádios e TV bem que podiam deixar de ser fingidos e assumir abertamente seus candidatos e suas posições políticas. Se no Brasil nós temos rádio e TVs abertamente religiosos, por que não podemos ter rádios e TVs abertamente conservadores, progressistas, religiosos e não religiosos? Chega de hipocrisia!

A Folha quer ser moderna e esconder sua personalidade?
Não, para ser moderna, precisa também ter personalidade. Ter posição clara. Ser assumida.

A Folha ficou indignada com Dilma por que ela ousou fazer crítica ao modelo de privatização de FHC e chegou ao ponto de soltar Nota Oficial e usar o horário oficial para criticar o neoliberalismo de FHC. E logo Dilma, que os neoliberais achavam que poderiam domesticá-la.

A edição da Folha de hoje, além das críticas abertas a Dilma e ao PT, veio com uma pérola de jornalismo marrom e manipulador.

A manchete do caderno MERCADO diz:
“Para economista, Brasil de Dilma está fadado a crescimento medíocre”

É o típico título e matéria que a Imprensa marrom, como a Folha, USA UM ZÉ QUALQUER para transmitir sua posição.

Quer esculhambar com o outro? É só contratar um qualquer que tope fazer este papel e ficar famoso pelas baixarias. Isto é mais velho do que falar português. Mas pega muito mal para a Folha. Em qualquer sociedade sempre há ao menos uma pessoa que tope falar qualquer coisa para aparecer. É da patologia humana!

O problema é que na Democracia isto precisa ser regulamentado e os meios de comunicação também devem ser responsabilizados pelo que divulgam. Não pode se esconder atrás dos levianos.

Por estarmos numa democracia, sempre vamos ter “doutores” em qualquer posição. Desde os mais a favor até os mais contra determinada posição.
Por isto que existem os fascistas, os nazistas, os comunistas, os esquerdistas, os centristas, etc. é a famosa curva de Gini. Numa sociedade a diversidade é a regra, o pensamento único é a exceção. Pode existir pensamento majoritário ou até amplamente majoritário, mas não existe pensamento único.

Meus amigos devem estar rindo de mim, por que eu ainda me indigno com a Folha e continuo assinante deste jornal. Mas, até por defender a diversidade de posições, continuarei assinando dois jornais (Estadão e a Folha), lendo muitos jornais como o Valor e jornais internacionais.

E torcendo para aparecer um jornal progressista, diário e de massa. O Brasil é tão grande que tem mercado para uma boa revista semanal progressista e um bom jornal diário. Nossa esquerda é que é dependente dos jornais “burgueses”.

Mas, que a Folha poderia ser mais decente, poderia. Não precisa ficar igual à Veja. Esta é fascista assumida e nunca verá minha assinatura. Não dou dinheiro a fascistas. Se um dia a Folha assumir o fascismo, me terá como adversário feroz. Por enquanto, sou um fã saudosista de uma Folha aberta, plural, ousada e libertária.

Sonhar é preciso!
Por isto que precisamos do NOVO EM SÃO PAULO.


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