domingo, 16 de setembro de 2012

Contra o Fascismo da Veja: Liberdade!

Pena que a Folha e o Estadão reproduzam a baixaria

Que a Veja seja fascista e manipuladora, não há novidade nenhuma.
Que a Folha e o Estadão reproduzam a manipulação da Veja, fingindo que seja notícia, é reforçar a baixaria. Tudo isto em nome das eleições e de um candidato que não vai para o segundo turno. É muito triste...

Alckmin não foi para o segundo turno nas eleições passadas para prefeito, mas manteve a dignidade. Serra não vai para o segundo turno e, como sempre, não consegue manter a dignidade.

Andando no Parque Villa Lobo nesta manhã, ficamos assustados com a seca e como a grama está queimada. Parece Brasília. Precisamos de CHUVA!

Não podemos vacilar,
não devemos deixar de trabalhar pelo novo e melhor candidato para São Paulo.
Vamos recuperar a Esperança!

Precisamos defender nossa bandeira histórica: LIBERDADE!

Com Milton Nascimento e Marcos Valle



Viola Enluarada
Marcos Valle e Milton Nascimento

A mão que toca um violão
Se for preciso faz a guerra
Mata o mundo
Fere a Terra...

A voz que canta uma canção
Se for preciso
canta um hino

Louva a morte!...

Viola em noite enluarada
No sertão é como espada
Esperança de vingança

O mesmo pé que dança um samba
Se preciso
Vai à luta

Capoeira!!!...

Quem tem de noite a companheira
Sabe que a paz é passageira
Pra defendê-la se levanta

E grita: Eu vou!!!

Mão, violão, canção, espada.
E viola enluarada
Pelo campo e cidade...

Porta-bandeira, capoeira
Desfilando
vão cantando

Liberdade!

Milton:
Quem tem de noite a companheira
Sabe que a paz é passageira
Pra defendê-la se levanta. E grita:

Eu vou!

Porta-bandeira capoeira
Desfilando vão cantando
Liberdade!!!...

Liberdade!!!

5 comentários:

  1. O governo Dilma alimenta tal revista, pois dão verbas publicitárias de R$1.500.000,00 para o Grupo Abril do CIVITA, dão R$ 50.000.000,00 isso mesmo CINQUENTA MILLHHÕÕÕEEESSS para as Organizações GLOBO, quew com essa grana toda produzem arcenais contra o proprio governo PETISTA TÁ MAIS QUE NA HORA DE DAR UM BASTA

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  2. Obrigado pela música e pela lembrança, Gilmar!

    A mão que escreve o poema, a crônica, PEGA EM ARMAS E LUTA PELA LIBERDADE!

    abraços, William

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  3. O blogueiro há tempos atrás fez aqui um panegírico ao executivo Fabio Barbosa, ex-Santander e hoje homem de confiança dos Civita na Abril. Eu comentei o post com uma certa indignação porque não admitia um ex-líder sindical elogiar o presidente de um banco que estava demitindo a rodo. O blogueiro ficou calado. Um internauta me chamou de troller. Se não me falha a memória o blogueiro dizia que a ida do executivo memlhoraria as relações da empresa com o governo. Estamos vendo agora a que ponto chegou a revista Veja. Eu tinha razão.

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  4. Aceito a provocação do "anônimo" acima. Mas ainda faço a distinção entre Fábio Barbosa, a Abril e o Santander. Quero que o "anônimo" me mostre alguma declaração descabida de Fábio Barbosa. Continuo achando a Veja fascista e o Santander continua ruim na comunicação com o Brasil.
    Sempre fui um sindicalista que dialoga com a sociedade e pró de mais democracia e mais cidadania para todos.
    Vamos investir no "novo em São Paulo".

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  5. Ortodoxo ou Heterodoxo ?

    Disse o ministro Ricardo Lewandowski que o julgamento do chamado “mensalão” não é nada ortodoxo.
    Logo, pode-se interpretar que o julgamento está sendo heterodoxo.

    Não custa nada lembrar o que define o dicionário para essas duas expressões, vejamos:

    Ortodoxo: De estrita conformidade com a doutrina; que obedece estritamente à Lei.
    Heterodoxo: O que é contrário aos padrões tradicionais; o que contraria os princípios ortodoxos.

    O julgamento da ação penal 470 vai fazendo história, para o bem ou para o mal.

    Reclama o advogado Hermes Guerrero, que defende o publicitário Ramon Hollerbach, que o fatiamento adotado por Joaquim Barbosa "prolonga a angústia dos réus" e se revelou "cruel e desumano". Explica o advogado que o método "atrapalha a Justiça", na medida em que distancia os argumentos da defesa do momento de manifestação do entendimento de cada Ministro do Supremo.

    Decerto, lá se vão mais de trinta dias em que o advogado pode usar uma hora para defender seu cliente. Enquanto que os ministros votam logo após o longo relato de Barbosa condenando os réus, fatiando a condenação em vários capítulos, sem que, contudo, utilize ele os argumentos da defesa, no mais das vezes repetindo à exaustão os argumentos do Procurador Geral da República, e seus próprios, pois que Barbosa vem cumprindo esse papel de retificar e ampliar as acusações do PGR.

    Teria sido mais honesto Joaquim Barbosa propor o fatiamento antes do início do julgamento, e uma vez acertado o roteiro ter permitido que antes de cada acusação fatiada pudessem os advogados apresentar suas defesas para cada capítulo. Teríamos então uma defesa se apresentando no momento em que fosse iniciada cada fatia, e assim permitir a apresentação do contraditório de forma clara e precisa, possibilitando a todos os demais ministros avaliarem acusação e defesa numa mesma empreitada.

    Do jeito que ficou, é clara a ausência do direito da defesa expor seus argumentos no momento anterior em que se apresenta o voto do relator. O hiato de mais de trinta dias faz a defesa perder força em seus argumentos, já distantes e desconexos com o momento em que os demais ministros, chamados de vogais (exatamente aqueles que não tiveram tanto tempo exclusivo para exame da matéria em julgamento, como tiveram relator e revisor), manifestem seus entendimentos.
    Temos assistido a muitos vogais correrem com suas obrigações e votando com o relator, sem muita fundamentação teórica e sem exame vertical de cada fato. Há até uma ministra que inicia seu pronunciamento com o voto condenatório, para depois expor algum argumento de sustentação, muitas vezes usando juízos de valores pessoais, se distanciando do Código Penal e mais ainda, da presunção de inocência e do direito ao contraditório, garantias constitucionais que vão sendo relevadas a plano secundário.

    Claro está que o fatiamento é mais uma artimanha utilizada para dar menor valor ao direito de defesa. Caso fosse adotada a sistemática de manifestação da defesa exatamente antes do início do relatório de cada capítulo, os vícios anotados de alguns ministros no primeiro voto seriam combatidos com mais ênfase no segundo capítulo e assim por diante. E mais ainda, o juízo de valor do relator seria contraditado mais vezes pelos absurdos paradigmas que vem adotando. Manifestação do ministro Luiz Fux, por exemplo, - de que a defesa tem que provar a inocência dos réus - seria combatida com a veemência que a aberração constitucional exigiria.

    Como se vê, a heterodoxia desse julgamento ainda vai produzir muitos estudos e análises. A presunção de inocência, o direito ao contraditório, as provas e contraprovas constituídas na fase do contraditório, as teses do domínio do fato e do ato de oficio, conceitos que os ministros deveriam reverenciar, vão sendo deformados nas diversas fatias do julgamento.

    E você, é ortodoxo ou heterodoxo?

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