segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Itaú quer comprar Banco americano

Internacionalização e Respeito Humano

Vejam que boa notícia, o Banco Itaú quer comprar mais um banco estrangeiro. Desta vez é um banco americano. Muito bom! É a internacionalização das empresas brasileiras.

Mas, ao mesmo tempo, o Itaú precisa respeitar mais seus funcionários no Brasil. Acabar com as demissões e as metas abusivas, além de restabelecer o respeito nas relações de trabalho.

Além de disputar o mercado internacional e respeitar seus funcionários no Brasil, o Itaú, que já teve seu presidente, Olavo Setúbal, como prefeito de São Paulo, bem que poderia ajudar nossa cidade a resolver os problemas com os moradores de rua.

Na sexta-feira passada, dia 03, quando passei na Rua XV de Novembro, em pleno Centro de São Paulo, perto do CCBB, vi uma cena que já tinha visto cedo em outra agência do banco, na Rua São Bento.

Vejam que cena marcante!



Os moradores de rua estão usando as agências bancárias para dormir, em pleno dia!

Sei que a responsabilidade maior é da prefeitura, mas o Itaú tem tanto poder...

Bem que pode usar parte deste poder para ajudar a mudar esta situação. Imaginem eu estar indo para uma reunião com a Cáritas do Brasil e o Ministério do Desenvolvimento Social e ter que presenciar esta realidade? Logo no maior banco do Brasil?

Vejam a matéria sobre a compra do banco americano:

Itaú disputa compra de banco nos EUA

Pelo seu braço americano Citizens, o Royal Bank of Scotland tem a intenção de levantar US$ 15 bilhões, diz o jornal 'Sunday Times'

06 de agosto de 2012 | 3h 05 - LONDRES - O Estado de S.Paulo

O Itaú Unibanco estaria elaborando uma proposta pelo Citizens, braço americano do Royal Bank of Scotland (RBS), instituição que tem mais de 1,5 mil agências em 12 Estados americanos, de acordo com reportagem publicada pelo jornal britânico 'Sunday Times'.

O maior banco privado nacional estaria se posicionando para ter chance de levar o Citizens, baseado em Rhode Island, em meio a especulações que o RBS tem a intenção de vendê-lo para levantar cerca de US$ 15 bilhões, informa o Sunday Times. O dinheiro seria usado pela instituição britânica para recomprar parte da participação do governo britânico na RBS.

A filial americana, que interessaria ao Itaú Unibanco, foi formado por meio de uma série de aquisições comandadas por Fred Goodwin, ex-executivo-chefe do RBS.
A venda do Citizens seria um páreo duro, pois haveria vários interessados. O Itaú estaria, segundo a reportagem, pronto para fazer uma oferta caso um "leilão" se inicie. Procurado pela reportagem do Estado, o Itaú afirmou que não faria comentários sobre o assunto.

Na semana passada, surgiram comentários de que o canadense TD Bank também estaria interessado no Citizens. Stephen Hester, executivo-chefe do RBS, afirmou na última sexta-feira que a informação sobre a oferta era "inexata".
O banco foi descrito pelo jornal britânico como uma das instituições que melhor aproveitou a expansão da economia brasileira, com ativos estimados em US$ 70 bilhões.
Caso a aproximação com o Citizens não se mostre proveitosa, o Itaú Unibanco teria outros alvos nos Estados Unidos, de acordo com o jornal britânico.

Entre as outras instituições que interessariam ao banco brasileiro
estão o Sovereign Bancorp., que pertence ao espanhol Santander, e o Best West, do francês Société Générale.

Os bancos podem ser vendidos por suas matrizes na esteira da crise da zona do euro, que não parece estar próxima de uma solução.

'Segredo aberto'. É uma espécie de "segredo aberto" que o RBS não tem intenção de manter o Citizens em sua carteira por um longo período. A ordem atual é dinamizar a gestão para melhorar a lucratividade da instituição para vendê-la em um prazo máximo de três anos.

No entanto, interessados como o Itaú e o TD Bank preferem começar o trabalho em solo americano mais cedo, em um ambiente em que os gigantes dos Estados Unidos ainda sofrem para se livrar da herança deixada pelo aperto de crédito gerado na crise de 2008, originado nos empréstimos de risco do setor imobiliário. / Agências Internacionais


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