sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Brasil vive clima de transição

As pesquisas eleitorais estão mostrando

Por mais que pareça obvio, já que a vida está sempre em mutação, é evidente que há momentos que as mudanças são mais significativas, mesmo quando a gente não se dá conta disto.

As cartas estão na mesa e o jogo está em curso, ninguém sabe ainda qual será o resultado final, mas temos certeza de que sairemos destas eleições municipais com um outro Brasil e uma outra correlação de força partidária.

Estou há dois dias procurando nos jornais e na internet uma boa explicação para as pesquisas e não vi nada ainda que explique bem. A impressão é que todos estão perplexos. O povo, pelas pesquisas, está sinalizando que está deixando de ser “massa de manobra” de formadores de opinião e de políticos profissionais.

O clima eleitoral vai aumentar muito, refletindo na economia, no judiciário, na imprensa, nas campanhas salariais e no comportamento das pessoas.

Hoje nos jornais de São Paulo tem uma foto de Serra na Missa Católica. Um jornal diz até que ele chorou, se lembrando da mãe. Lágrimas de crocodilo. Serra vive atrás dos Evangélicos e dos padres católicos conservadores. Só que os pastores estão fazendo campanha para Russomano.

Quem tem sua dor é quem geme.

Conviver com a violência diária em São Paulo, quando até delegados e policiais estão sendo assassinados por bandidos; conviver com o transporte lotado e demorando horas para chegar ao trabalho, à escola ou em casa; conviver com escolas públicas precárias e com baixos salários e com os desafios da saúde pública deixa a população revoltada.
E eleições é hora de a população dar o troco.

Como dizia o velho Luiz Gonzaga, rei do baião:
“Setembro vem aí, tem safra de algodão...”
Este mês de setembro promete ser muito agitado e com muitos sinais de mudanças.

Tudo indica que em São Paulo teremos boas novidades.
Precisamos ter governantes que sejam mais trabalhadores, transparentes, coerentes, honestos e respeitosos com as pessoas.

Segurança é a questão mais importante para uma cidade.
E é o que menos temos atualmente.

Devemos estimular mudar para melhor,
sem violência e respeitando as pessoas comuns.

Este é um dos motivos que eu gosto de Dilma.
Ela administra para todos, respeitando as diferenças e exigindo resultados.
O Brasil precisa de mais pessoas como Dilma.

Nenhum comentário:

Postar um comentário