quarta-feira, 22 de agosto de 2012

3,1 bilhões de fraude bancária

Somente em um banco

De “ladrões de galinha” a “ladrões de bancos”, tudo isto em nome da “tradição brasileira”, “do excesso de tributos”, “do dinheiro para comprar drogas”, “do dinheiro para sustentar políticos, juízes, imprensa e casas em Miami”.

Quando acabarem estas eleições, vamos combinar com Dilma para, além de melhorar a Infraestrutura Nacional, abrir um debate pela reestruturação da Justiça Nacional.

Quando a Justiça não funciona, os bandidos fazem a festa.
Estejam eles de terno e gravata, com revólveres na mão ou com carteira funcional.

É preciso dar um “salto de qualidade”

‘FT’: Caso do banco Cruzeiro do Sul é ‘história de terror’

22 de agosto de 2012 | 7h00
Sílvio Guedes Crespo - Estadão

O caso do banco Cruzeiro do Sul “é o tipo de história de terror que todo regulador deveria temer”, segundo o blog BeyondBrics, do Financial Times.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC), concluiu que o rombo no banco chegou a R$ 3,1 bilhões depois da descoberta de “ativos não existentes”, de modo que o patrimônio líquido ficou negativo em R$ 2,23 bilhões.

Para cobrir esse buraco, o FGC propôs recomprar papéis que estão nas mãos dos credores pagando menos da metade do valor (R$ 49,3%), o que gerou manifestação de descontentamento entre os que emprestaram dinheiro para o banco, em um encontro em Miami.

Mas se 90% dos credores não toparem, o acordo não é feito e o banco, hoje sob intervenção do Banco Central, fecha.

Apesar de a situação ser difícil para os credores, para o sistema financeiro como um todo não há motivo para pânico, segundo Joe Leahy, autor do texto. “Há 137 bancos no Brasil, a maioria dos quais está bem”, opina.

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