segunda-feira, 23 de julho de 2012

Ipês e Fios Elétricos

Por que não são subterrâneos?

Muitas vezes quando vou tirar fotografias dos pés de Ipê, tenho que fazer grandes movimentos para conseguir fazer com que as flores apareçam mais do que os fios dos postes.

Vejam este exemplo de violência urbana.


Vejam que os fios aparecem mais do que as flores.

Vejam esta outra foto. São vários pés de Ipê com muito fios e postes.




A flor deveria ser mais importante do que os fios elétricos.
Vejam esta foto, quando as flores são destacadas.




Veja quando se destaca o pé de Ipê, a própria rua fica mais bonita.



Não consigo entender, por que São Paulo sendo uma cidade tão rica, não coloca todos os fios em tubulações subterrâneas, valorizando mais as árvores e as flores.

A nossa cidade ficaria muito mais bonita e acolhedora.

2 comentários:

  1. Uma Aventura Alvinegra

    A lembrança de craques vistos no passado nos enche de esperança para um novo time, porque passados tantos anos a equipe volta a ter um craque, ainda que meio passado.

    E lá vamos nós, torcida sofrida, assistir o time do craque Seedorf no belo estádio do Engenhão.

    Começar o dia bem cedo e vamos pra rodovia, viajar ao encontro de nossa paixão.

    Chegando ao Rio, primeiro visitar a Sede velha de General Severiano, a loja, a sala de troféus, o túnel do tempo com todos os craques do passado, campo de treino e restaurante, na esperança de ver algum jogador sair da concentração.

    Chegando cedo ao estádio encontramos um estacionamento vazio nos garantindo ponto de encontro certo após o jogo. O motorista não concordava.

    Os ingressos prometidos aos 15 membros da caravana se tornam mais caros. Muita procura e o olho grande avista maiores lucros. Pior, não mais seria na arquibancada Oeste, mas na Norte, atrás do gol. Deixamos pra lá a oferta de um membro de torcida organizada.

    E mais uma contrariedade, comprar ingressos numa bilheteria que não atendia a demanda, onde o sistema eletrônico saia do ar após cada cliente, diziam-nos funcionários atônitos do guichê.

    Mas era dia de festa para uma imensa torcida e tudo valia a pena. E ver o estádio cheio estimulava nossa emoção, nos fazendo lembrar a primeira vez que assistimos a um espetáculo circense chupando um pirulito.

    O jogo ficará pra depois.

    Após o fim do jogo uma nova epopéia.

    Sair do Engenhão é mais difícil que chegar.

    Foram 35 mil pessoas procurando caminho por ruas estreitas, disputando espaço com veículos.

    Uma obra de infraestrutura urbana provoca afunilamento na via, de três faixas de tráfego, apenas um veículo por vez. E os 150 metros seguintes em cima de buracos enormes, reduzindo a velocidade da fila indiana para quase zero.

    Para exemplificar o caos, apenas da garagem onde estava nossa condução era possível, pelos quatro portões, a saída de oito veículos ao mesmo tempo. Mas a rua não comporta e o trânsito abarrotado não permitia a saída do estacionamento.

    Hora e meia depois conseguimos tirar nossa Van daquele local. O motorista tirou um sarro: - “eu avisei”. Por ele, seria melhor deixar o veículo num posto de combustível e nós teríamos que andar uns dois quilômetros. Nossa comodidade custou caro.


    Chegamos à Linha Amarela, pouco mais de quilometro e meio adiante as 22h40. O jogo acabou as 20h30. Fiscais de trânsito? Havia quatro apitadores sinalizando aos motoristas: sigam em frente. Mudança no trânsito das vias para evitar a interdição? Fica a sugestão.

    Jantar, só na Serra de Petrópolis. No meio da madrugada, esgotados, conseguimos por fim a nossa ousadia.

    O jogo? Foi bom! Poderia ter sido melhor. Nossa crença dizia-nos que a vitória era certa. No meio do caminho tinha um Grêmio. Roubaram o nosso pirulito. Esse tal de futebol é surpreendente.

    Restou nossa aventura alvinegra. Vai ficar na memória.

    ResponderExcluir
  2. Thanks for putting your best efforts in bringing such quality post here.

    ResponderExcluir