quinta-feira, 7 de junho de 2012

Serra Malufou...

Vocês se lembram do verbo MALUFAR?

Mário Covas e Montoro, se estivessem vivos, estariam “chutando o pau da barraca”. Que falta eles fazem! Avacalharam a política. Todos os partidos!

Em nome de se ganhar eleições, vale apoio de Maluf, de Quércia, de Roberto Freire, de Roberto Jefferson, etc. Vale até apoio até de Cachoeira...

Quem tem autoridade para atirar a primeira pedra?

A Imprensa? Jamais! Nossa imprensa está pior do que os partidos políticos. Estes agem em nome da legalidade partidária, nossa imprensa age como se fosse partido, mas de forma camuflada. Nem na ditadura militar nossa imprensa camuflava tanto.

Onde estão os familiares dos Mesquita? Apoiar Serra, que busca Maluf? Quem diria...

E as alternativas à esta política de “vale tudo por dinheiro”?
Com todas as limitações, já que não temos muitas alternativas, vamos escolher os candidatos novos, mesmo que tenham padrinhos velhos. Assim, aos poucos o Brasil vai melhorando. Eu sou petista, mas nunca defendi a política do vale tudo.

Em vez de ficar refém da legislação eleitoral conservadora, devemos dialogar com todos os brasileiros, independente de ser do partido “a” ou “b”. Devemos propor e praticar avanços democráticos, com transparência e honestidade. Este é um dos motivos que apoio abertamente nossa presidenta Dilma Rousseff. Democracia não é negócio.

Político corrupto é político corrupto em qualquer partido,

mesmo que tenha “tempo de televisão e rádio”, como moeda de troca.

Não precisamos MALUFAR!


Vejam a matéria do Estadão de hoje:

Depois do PR, tucanos miram PP, de Paulo Maluf

Partido do ex-prefeito deve anunciar aliança com Serra na disputa municipal;
negociações envolveram participação na Secretaria de Habitação

07 de junho de 2012 | 4h 21- JULIA DUAILIBI - O Estado de S.Paulo

Depois de fechar uma aliança com o PR, alvo da faxina da presidente Dilma Rousseff no ano passado, a campanha do pré-candidato do PSDB à Prefeitura, José Serra, deve agregar ao arco de alianças o PP, do deputado Paulo Maluf. A sigla também teve um ministro demitido do governo após ser alvo de denúncias.

Segundo o Estado apurou, Maluf já teria dado aos tucanos o sinal verde para a aliança. A ideia era anunciar o acordo já na semana que vem. O ex-prefeito, no entanto, disse que antes precisava conversar com PT e PMDB.

"Damos prioridade para o PSDB, mas o acordo ainda não foi fechado. Fechamos para 2014, para apoiar a reeleição de Alckmin, mas para 2012 ainda estamos analisando", afirmou o secretário-geral do PP paulista, Jesse Ribeiro, aliado de Maluf.

O ex-prefeito manteve conversas com o presidente nacional do PT, Rui Falcão, e com o PMDB, do pré-candidato a prefeito Gabriel Chalita. Também se encontrou com Serra e com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tem interesse em manter o PP na sua coligação para disputar a reeleição em 2014. O apoio do PP vale 1min35s em cada um dos dois blocos do horário eleitoral na televisão.

A entrada do PP na aliança deixa o tucano, por ora, com o maior tempo no programa eleitoral na TV, com cerca de 8min14s por bloco, segundo projeção do Estado. Serra já tem o apoio de DEM, PSD, PV e PR.
As alianças fechadas pelos candidatos têm como principal foco não as questões programáticas, mas tempo no horário eleitoral.

O pré-candidato do PT, Fernando Haddad, está em segundo lugar no ranking. Os 6min04s do petista, no entanto, dependem da oficialização do apoio do PSB e do PC do B. Para Haddad, o tempo na propaganda eleitoral é ainda mais importante, já que não é conhecido do eleitorado.

Alianças. Nesta semana, Serra anunciou aliança com o PR, partido que perdeu o Ministério dos Transportes após denúncias de corrupção. O ex-ministro Alfredo Nascimento participou da cerimônia. O acordo, porém, foi tocado pelo deputado Valdemar Costa Neto, réu no processo do mensalão, que não apareceu no anúncio da aliança.

Nas conversas com o PP, foi colocada na mesa a participação do partido na Secretaria de Habitação, controlando a Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab). O PP já participa do governo Alckmin na Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU).

O PP pleiteava também a Secretaria Estadual de Habitação, administrada pelo tucano Sílvio Torres, aliado de Alckmin. A pasta tem mais autonomia para execução de projetos que a CDHU.

No acordo fechado com o PR, os principais interlocutores do lado do PSDB foram o senador Aloysio Nunes Ferreira e o prefeito Gilberto Kassab (PSD). A discussão passou pela indicação do vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR) para o Tribunal de Contas do Município (TCM).

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