quarta-feira, 27 de junho de 2012

Se é amigo de Fernanda Takai

É nosso amigo. Conheça Dudu Tsuda

Faz tempo que o Caderno Ilustrada da Folha não vem tão bom como veio hoje. Muitas matérias boas, bem diagramadas e com novidades. Acabei atrasando a saída de casa para poder olhar todas as matérias.

Tinha pensado em divulgar o Balé da Holanda, mas achei mais interessante mostrar a matéria sobre Dudu Tsuda. Parece com nossas coisas. Japonês, com disco com título em francês, adaptado de Paul McCartney e outras coisas. Já tocou com todo mundo e ainda é amigo de Fernanda Takai que é uma das novidades mais interessantes dos últimos anos.

Para completar, fui procurar uma música com charme e achei uma sobre o aniversário de Dudu. Como eu ia dar parabéns pelo esforço musical, não sei quando foi o aniversário, mas ficam os parabéns do mesmo jeito.

Que floresçam milhares de músicos e de jovens cantores por este Brasil a fora. Estamos precisando DO NOVO em quase tudo.

Parabéns ao pessoal da Ilustrada da Folha.
Vejam a boa matéria sobre o disco de Dudu.

Parte de diversas bandas, Dudu Tsuda lança seu primeiro disco

'Le Son par Lui Même' traz canções autorais e de Paul McCartney

MARCUS PRETO – Folha – 27/06/2012

Figura onipresente na cena independente paulistana desde a segunda metade dos anos 2000, Dudu Tsuda chegou a integrar, ao mesmo tempo, uma dúzia de bandas.
Há dois anos, estava em dez: Jumbo Elektro, Cérebro Eletrônico, Trash Pour 4, Cabaret Duar Tsu & Tie Bireaux (com Tiê e Zé Pi), Zero Um (com Tatá Aeroplano e Paulo Beto), Freak Plazma e Elétrons Medievais (com Peri Pane).

Tsuda tocou ainda no Pato Fu e nas bandas solo de Fernanda Takai e Junio Barreto.

O que, no meio disso tudo, era de fato Dudu Tsuda? Decidiu que estava na hora de descobrir. Foi abandonando, uma a uma, todas as bandas. E planejou shows individuais, em que mostrava basicamente repertório autoral.

"As pessoas levam tempo para deixar aflorar sua potencialidade criativa e liderar um projeto. Quando comecei a tocar minhas próprias músicas, a escolher meus arranjos, senti que estava rumando para outro estágio de maturidade artística", diz.

O produto desse "outro estágio" se materializa agora em "Le Son par Lui Même", primeiro álbum de Tsuda.

O título em francês não é charme. Não há canções em português - a única exceção é "Música pra Videogame Brasileiro". De resto, tudo é cantando em inglês e francês. E rende grandes momentos como "Le Jour où Erik Satie a Rencontré Stereo Lab" e "Music to Fade Away".

RECOMEÇOS
Além do repertório cantado, Tsuda incluiu números instrumentais, como as quatro faixas de "Sinfonia para Espaços Abertos", que, ele diz, foi influenciada por compositores de trilhas de filmes, como Ennio Morricone, além dos maestros Heitor Villa-Lobos e Rogério Duprat.

Única faixa não autoral, "Let'em In" é composição de Paul McCartney com a banda Wings. Tsuda conta que gravou a canção sem saber se poderia utilizá-la no disco.
"Um belo dia, me ligaram dizendo que ia custar '200'. Logo perguntei: 'US$ 200?', já achando barato. E eles: 'Não, R$ 200!'. Dá para acreditar? Basta Paul aprovar. Estando bom para ele, está feito. Quando conto isso, acham que estou fantasiando."

As referências estéticas unem ainda bandas eletrônicas como Kraftwerk e Stereolab -o que o torna um estranho no ninho da geração paulistana de que ele faz parte.

Isso é um problema?
"As pessoas me associam ao Jumbo, ao Cérebro, a músicas alegres, de pista. E este disco é mais intenso, com mais nuances de sonoridades. É um recomeço."

LE SON PAR LUI MÊME

ARTISTA Dudu Tsuda
GRAVADORA YB
QUANTO não informado

Esta música não é do disco novo, mas é muito interessante. Quem estuda música já fez muito este tipo de brincadeira musical. Parabéns!

Show Tulipa Ruiz + Aniversário Dudu Tsuda


Um comentário:

  1. Terminada a primeira batalha da final da Libertadores de América.

    O Corinthians conseguiu sair do jogo com um empate em um gol, numa Bombonera lotada.

    Convenhamos que o técnico Tite orientou seu time para uma organização tática que permitisse a equipe suportar a natural e conhecida pressão dos argentinos do Boca. Afinal, ele é quem escala os jogadores e faz as substituições que julga conveniente.

    Mas fiquemos com essa homenagem ao técnico e vamos ao time.

    Os jogadores corintianos deram uma aula tática e foram brilhantes no conjunto da obra. Uma disciplina de fazer inveja aos demais times brasileiros que prezam muito um cai-cai ou um número excessivo de faltas tolas. Aos 23 minutos do segundo tempo o comentarista da TV, ex-árbitro, ressaltou que o time paulista não havia feito nenhuma falta.

    Outro aspecto que se percebe na maioria dos times brasileiros é a ausência da determinação necessária para um esporte cada vez mais físico, atlético, cujos jogadores deixam de jogar no segundo tempo por falta de preparação adequada.

    Pois o Corinthians foi determinado, persistente, disciplinado, jogou coletivamente, durante toda a partida. Um escanteio do Boca resultou no único gol argentino numa jogada única em que a defesa não se desfez da bola cruzada. O Boca até teve outras duas ou três razoáveis possibilidades. Mas não se estabeleceu como dono do campo.

    E de novo o técnico mostra sua iluminada escolha, ao colocar Romarinho em campo no lugar de Danilo já bastante cansado. E não é que o menino, recém chegado no Parque São Jorge, recebe uma bola açucarada do Emerson e não se intimidou, colocando suavemente a pelota na rede, empatando o jogo e levando a decisão para o Pacaembu?

    O Corinthians campeão será invicto, isto está certo. E somente faltam-lhe 90 minutos, podendo ser 120 com a prorrogação no caso de novo empate no tempo normal. E vamos torcer para que não seja necessária a cobrança de pênaltis.

    De qualquer forma, os corintianos terão uma semana de suspense e apreensão até o final do jogo da próxima semana. Mas já está bem perto de ser mais um clube paulista campeão da Libertadores de América.

    Foi um grande jogo!

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