terça-feira, 26 de junho de 2012

O Ipê e o Semeador

Quem planta os pés de Ipê?

Hoje cedo, ao passar pelo Viaduto da Av. Dr. Arnaldo sobre a Sumaré, do lado esquerdo vi que o pé de Ipê Rosa começou a florir, iluminando o viaduto. Eles florescem em grande quantidade, de uma hora para outra, e forram o chão de flores rosas. Como não percebê-las?

Neste mês de Junho tirei mais de cem fotos de flores variadas, mas a grande maioria são fotos de Ipês floridos.

Vou mostrar três fotos de Ipês Rosas, bem emblemáticas.

1 - Esta primeira foto de Ipê, não é da Vila Madalena, é da cidade de Botucatu, no interior de São Paulo. Lá, mora um pedaço da gente. Lá está parte importante da nossa vida. E, além de Botucatu ter nossa filha estudando lá, tem também muitas flores. Tirei muitas fotos, que ficarão para uma seção especial de Botucatu.

Agora vejam o Ipê de Botucatu:





2 – Do coração da Vila Madalena, em plena Rua Harmonia, em frente de prédios que dificultam as fotos, perto do Dely Paris, onde compro o pão de cada dia.

Um pé de Ipê já floriu. Os outros estão na fila, para florir.




3 – Este pé de Ipê Rosa,
está num local estratégico da Vila Madalena.
Uma combinação da Rua Fradique Coutinho com a Rua Natingui. Tirei muitas fotos para fazer uma seção especial sobre esta esquina da Vila e da Vida. É um cruzamento muito perigoso, onde já houve muitos acidentes.

Ainda bem que lá também existem flores, principalmente flores do Ipê.




São flores de Ipê Rosa que embelezam a Vila Madalena,
a Cidade de São Paulo e o Estado de São Paulo.


Sei que em Brasília e Minas Gerais também tem pés de Ipê. Mas não sei se as pessoas de lá escrevem sobre estas belezas, que ninguém sabe quem as plantou, só sabemos que são lindas e que “a modernidade urbana estão destruindo”.

Mas em Minas Gerais, especialmente em Juiz de Fora, lá na divisa com o Rio de Janeiro, nós temos vários amigos. Pessoas que trabalhavam nos bancos e, inclusive no Banespa de Juiz de Flora, tivemos bons militantes e bons amigos.

Esta semana recebi uma mensagem de Carlos Augusto Barão, banespiano bem mineiro, simpático, sô. Mineiro maneiro e muito inteligente.

Agora não existe mais Banespa, mais os banespianos continuam sendo gente boa, como os pés de Ipê. São sementes de um mundo melhor. Um mundo que eles ajudaram a semear e que está florindo pelas ruas de São Paulo e do Brasil.

Ainda bem que as novas tecnologias estão possibilitando estes amigos se reencontrarem. As flores também estão sendo redescobertas, ganhando importância e se sobrepondo a especulação imobiliária.

E assim a humanidade vai reaprendendo a valorizar a Natureza e as Flores.

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