quinta-feira, 21 de junho de 2012

MKT - O melhor do Brasil

Tão bom em Propaganda e tão ruim na Política

A propaganda e o marketing brasileiros são as áreas que o Brasil tem dado banho na concorrência. Somos realmente muito bons. Já quando lemos sobre os políticos e sobre a política, tanto quando se trata de políticos profissionais, como comentários dos jornalistas que escrevem e falam sobre o assunto, como do próprio judiciário quando “julga” políticos, o resultado é sempre com a predominância da Mediocridade e do Oportunismo.

Devemos aproveitar nossa capacidade de criação para a propaganda e marketing para envolver todos os brasileiros na melhoria da institucionalidade nacional. Fazer um “Programa Mínimo” para todos os níveis e instituições nacionais, fazer campanhas educativas para as empresas, as escolas, as ruas e religiões:

Todos unidos por um Brasil melhor!

O Brasil merece este salto de qualidade!

Da mesma forma que existe o Conselhão que assessora o governo federal, Dilma poderia convidar as grandes agências de publicidades para ajudarem a fazer a campanha.
Poderia até servir como contrapartida para as empresas que prestam serviços públicos e que têm contas publicitárias com órgãos do governo.

Vejam os prêmios dos nossos “criadores”:


Brasil leva Grand Prix e soma 67 Leões

Trabalho da Talent para o rádio leva o prêmio máximo da categoria no Festival de Cannes; desempenho do País já iguala recorde de 2011.

21 de junho de 2012 | 3h 09 - Fernando Scheller, Enviado Especial / CANNES - O Estado de S.Paulo

O Brasil recebeu ontem um inédito Grand Prix na categoria Rádio no Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade, evento que tem o "Estado" como representante oficial no Brasil. A premiação foi para a campanha "Rádio Repelente", da Talent, para a revista "Go Outside", voltada para praticantes de esportes como pescaria e trekking. Além do grande prêmio, o trabalho levou ainda um Leão de ouro.

Ontem, as agências brasileiras conquistaram 31 Leões. No total, já foram 67 prêmios no festival deste ano, igualando o recorde obtido no ano passado (o País, porém, perdeu dois prêmios em 2011 por irregularidade na inscrição de peças).

A ação que levou o Grand Prix em rádio consistia no patrocínio de duas horas de programação da Rádio Bandeirantes com uma frequência sonora que espanta mosquitos. O criador da campanha, Philippe Degen, conta que a estratégia foi veicular o programa entre 17h e 19h, justamente a hora em que os mosquitos costumam picar com mais frequência os esportistas que estão à beira do rio ou na montanha.

"Nós tivemos a ideia por causa dos aparelhos de frequência sonora e dos aplicativos que já são usados com essa finalidade. E resolvemos prestar um serviço relevante para o público da revista", disse Degen. Como se trata de uma publicação de nicho, com circulação mais restrita a São Paulo, a campanha foi veiculada apenas no Estado.

Segundo o diretor-geral da Talent, João Livi, o produto foi criado na agência e depois oferecido ao cliente. "Acho que as decisões que envolvem briefing e criação em conselho funcionam cada vez menos. Nem precisamos de briefing do cliente, pois acompanhamos suas necessidades", diz. "A campanha trouxe inovação. E a mídia não importa - há muita coisa careta sendo feita em digital. Dá para fazer algo novo também num veículo tradicional."

Ao todo, foram cinco Leões na área de Rádio. As outras três premiações foram para campanhas da Colgate Palmolive (Leão de prata para a Young & Rubicam), Nestlé (prata para a Publicis) e Follow Magazine (bronze para a DM9DDB).

A presença em Radio Lions do jurado Roberto Fernandez, diretor executivo de criação da JWT, ajudou no trabalho de "traduzir" uma campanha brasileira para o gosto de um grupo internacional. O Brasil disputou voto a voto o Grand Prix com uma campanha em inglês feita para a Mercedes-Benz.

Impresso
O resultado do Brasil foi novamente forte na categoria Press, a que recebeu o maior número de inscrições de agências nacionais. Foram 18 Leões ao todo, incluindo ouro para a campanha das letras da operadora Claro, da Ogilvy, agência que levou também dois de prata por peças para a revista Forbes e mais um bronze pela Claro.

Outros Leões de prata foram para trabalhos para Audi (AlmapBBDO), FF English School (Dim & Canzian), para uma campanha institucional de lixo reciclável da Lew'Lara\TBWA e Kiss FM (Lua). Os bronzes em Press ficaram com Young & Rubicam (clientes Brasil Foods, Café Bonogrão, LG e Goodyear), Dentsu (L'Univers de Chocolat), AlmapBBDO (Volkswagen Caminhões), Giovanni+DraftFcb (JVC), DM9DDB (Tok&Stok), JWT (Alcoólicos Anônimos) e Lew'Lara\TBWA (campanha de reciclagem de lixo).

Membro no júri de trabalhos impressos, Munir Fadel, da Lew'Lara\TBWA, disse que o País conseguiu um novo patamar na área (a média histórica é de cerca de dez por ano). "A campanha da Claro é visualmente muito interessante", diz. Com o título "Basta uma Letra", o trabalho alertou para os perigos de se dirigir e escrever mensagens de texto.

Em Design, foram cinco bronzes: Age Isobar (Adidas), Publicis (salão L'Officiel), Ogilvy (Coca-Cola), F/Nazca Saatchi & Saatchi (Leica) e Greco Design Brasil (Dauro Oliveira Ortodontia). Em Cyber, o País levou mais três bronzes: AlmapBBDO (Getty Images e VW) e Loducca (Easy Way).

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