quinta-feira, 14 de junho de 2012

Arrastões - Quando querem, prendem

O movimento nos restaurantes caiu 30%

É claro, quem tem medo e não acredita na eficiência da polícia militar, deixa de frequentar restaurantes à noite em São Paulo. O mesmo vale para os prédios e casas que estão sofrendo ARRASTÕES. Depois de serem assaltados, aparecerem empresas de segurança oferecendo serviços.

A verdade é que, particularmente em São Paulo,
sempre que a polícia quer, a polícia prende.

Da mesma forma que os trabalhadores se organizam em sindicatos,
os proprietários de Bares e Restaurantes precisam ser mais ativos com suas Associações e Sindicatos.
Devem pressionar o governo do Estado e a Secretaria de Segurança Pública. Caso contrário vamos ficar com a impressão que é o PCC que manda aqui.

Parabéns aos agentes que prenderam os bandidos.
Não deve ser apenas para impresionar o governador.
Que a segurança seja permanente!

Vejam a matéria da Folha de hoje:

Polícia prende 2 suspeitos de fazer arrastão

Adulto e jovem são investigados por seis roubos coletivos cometidos neste ano nas regiões central e oeste da cidade.
Desde fevereiro, 20 pessoas foram presas, de acordo com a polícia; prisões foram reveladas somente ontem à tarde.

Folha – Afonso Benites – 14/06/2012

Um dia após o governo paulista anunciar reforço policial para conter arrastões
só em datas festivas, a Polícia Civil disse que prendeu um homem, de 25 anos, e apreendeu um jovem, de 16, sob a suspeita de participar de seis arrastões a restaurantes nas regiões central e oeste de São Paulo neste ano.

Neste ano, pelo menos 21 arrastões em restaurantes foram registrados.


O autônomo Diego de Godoi foi detido na casa dele, na Bela Vista (centro), com quase 300 produtos que, conforme a polícia, haviam sido roubados de clientes dos restaurantes Gigio, Carlota, Castelões, Bráz, Prestíssimo e Lanchonete da Cidade.

Godoi também está sendo investigado por receptação e por arrastão em condomínio.

Na casa dele havia cinco armas, notebooks, telefones celulares, carteiras, bolsas, joias, TVs de plasma, um alvo usado em estandes de tiros, entre outros objetos. Uma das armas encontradas com o suspeito anteontem, uma pistola.45, tinha sido roubada de um policial durante um arrastão.

Já o jovem se intitulava líder da quadrilha e estava em liberdade assistida depois de ficar internado na Fundação Casa por roubo. Ele foi apreendido ontem no Glicério (centro) e, segundo a polícia, confessou os crimes.

Ambos foram reconhecidos por meio de imagens de câmeras dos restaurantes.

A Folha não teve acesso aos dois suspeitos nem aos seus advogados.
Segundo a Polícia Civil, de fevereiro até ontem 11 adultos e nove jovens tinham sido detidos sob a suspeita de participarem dos arrastões.

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