terça-feira, 29 de maio de 2012

São Paulo – Violência, Medo e Pânico

A quem interessa?

Estou desde ontem com a notícia na cabeça e sem coragem de publicar.

Fizeram ARRASTÃO na Pizzaria Braz, em plena Rua Sergipe,
em frente ao prédio da nossa dentista, ao lado do antigo prédio da Sociedade Brasileira de Psicanálise, bairro residencial de muitos juízes, desembargadores, professores ilustres, profissionais liberais e muita gente boa.

UMA VERDADEIRA VERGONHA!


O pior é que é ao lado do Batalhão da Polícia Militar!
E o Senhor Governador, diz o quê?
E o eterno candidato, diz o quê?

E pensar que eu levei dois empresários europeus para jantar nesta pizzaria,
para mostrar a qualidade da pizza de São Paulo.
A cidade que mais produz pizza no mundo, mais do que Roma ou Milão!

Só reproduzo a parte da matéria da Folha que aborda a violência, o medo e o pânico.

O importante é o assalto à MÃO ARMADA!

Lembram que a Revista Veja foi a favor da liberação da ARMA DE FOGO?
Todo mundo pode andar armado? E a nossa polícia não controla nada.
Dizem até que tem conluio com o PCC ou fazem “greve branca”.
E o nosso governador? Se fosse do PT a imprensa estaria dizendo que São Paulo virou Rio de Janeiro ou “Terra sob o controle dos Bandidos”.

Quanto aos menores, apliquem a lei. Dura Lex, Sed Lex!

A quem interessa tamanha omissão?
Vejam partes da matéria da Folha de hoje:

Arrastão na Pizzaria Braz da Rua Sergipe, bairro nobre de São Paulo.

Dois homens adultos e outros quatro adolescentes, segundo a polícia, fizeram um arrastão num restaurante de Higienópolis, bairro nobre do centro paulistano, anteontem.
As vítimas da vez foram cerca de 30 clientes que jantavam por volta das 23h30, na pizzaria Bráz.

Afonso Benites - Folha – 29maio2012

O arrastão de domingo durou entre cinco e dez minutos. A pizzaria em que os clientes foram assaltados fica a 160 passos de distância, ou dois minutos caminhando, do batalhão da Polícia Militar da avenida Angélica.

O arrastão de domingo durou entre cinco e dez minutos.
A pizzaria em que os clientes foram assaltados fica a 160 passos de distância, ou dois minutos caminhando, do batalhão da Polícia Militar da Avenida Angélica.

Segundo três vítimas ouvidas pela Folha, enquanto dois homens apontavam as armas para os quase 30 clientes, quatro jovens recolhiam seus pertences: joias, relógios e R$ 3.480 em dinheiro, celulares, entre outros itens.

Um homem negro foi xingado, levou chutes e uma coronhada
porque os ladrões acharam que ele era policial.

A polícia foi acionada por um cliente que estava no banheiro e percebeu que estava acontecendo um arrastão. O restaurante não possui seguranças nem circuito de vigilância. Agora, investigadores buscam imagens de câmeras de prédios vizinhos para identificar os criminosos e os dois carros usados na fuga.

Sobre o crime ter ocorrido a poucos metros de um quartel da PM, o capitão Genivaldo Antônio argumentou que a localização de uma base "não inibe os criminosos".
"Eles estudaram a região. Aqui do quartel não dá para ver o restaurante", disse.



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