sexta-feira, 4 de maio de 2012

Dilma - O Brasil em primeiro lugar

Mais uma aula de Dilma

Todos os jornais de hoje estão comentando a coragem que Dilma teve ao mexer na poupança. O pessoal de rádio e televisão também está querendo entender o quê levou Dilma a ter tanta coragem.

Muitos estão achando que, com esta medida de criticar os juros altos dos bancos e flexibilizar a remuneração da poupança para, com isto, facilitar a redução dos juros, Dilma esteja querendo firmar sua “marca”, sua “imagem de governo”.

Isto é, da mesma forma que FHC se firmou como o pai do Real, mesmo Itamar Franco sendo o presidente; Lula se firmou como “o pai dos pobres”, com a bolsa família e a inclusão de 50 milhões de brasileiros na classe média; alguns “analistas” querem carimbar Dilma como a presidenta que baixou os juros mais altos do mundo. Esta não é a marca de Dilma.

A marca que Dilma vai criando para todos os brasileiros,
é que ela exerce a presidência dialogando e respeitando todos os segmentos da nossa sociedade. Pobres, ricos, sem escolaridade e com diplomas, das cidades e do mundo rural.

Dilma coloca sempre os interesses do Brasil, como país, acima dos interesses partidários, empresariais ou de trabalhadores.

Para Dilma, o Brasil está em primeiro lugar!
Esta está sendo a sua maior contribuição.
Todos estão aprendendo a respeitar as diferenças, as crenças, os valores e os costumes, mas também estão aprendendo a colocar as necessidades do Brasil, acima das necessidades individuais ou corporativas.

A humildade de Dilma, ao ter coragem de dar uma entrevista exclusiva para a revista Veja, não é pouca coisa. É muita coragem! A “Veja” não merecia tal gesto. A Dilma mostrou que fala para todos os jornais, revistas, rádios e TVs.

Vejam o cuidado que Dilma teve ao apresentar as mudanças na poupança.
Vejam parte da matéria do Estadão de hoje.

Dilma pode não fazer nenhuma loucura, mas a coragem de Lula, ao pegar uma pessoa que nunca tinha se candidato a nada, e apresentá-la como sua candidata à presidência do Brasil, foi um gesto maravilhoso. O Brasil agradece.

'Não vamos fazer nenhuma loucura', diz Dilma


Por VERA ROSA / BRASÍLIA, estadao.com.br, Atualizado: 4/5/2012 3:05

Nas três reuniões que teve ontem para explicar as mudanças no rendimento da poupança, a presidente Dilma Rousseff fez questão de destacar que o governo não planeja adotar nenhuma medida abrupta mais à frente. Foi mais enfática no encontro com dirigentes de centrais sindicais. 'Nós não vamos fazer nenhuma gracinha, nenhuma loucura', garantiu ela.

A presidente admitiu preocupação com interpretações errôneas de que o governo congelará a poupança e pediu cautela na divulgação do tema. Mesmo sem citar o senador Fernando Collor - que em 1990, quando era presidente, determinou o confisco de recursos da aplicação -, Dilma disse que o assunto já provocou trauma suficiente no passado. Collor, hoje, é aliado do governo.

'Todo mundo sabe que mexer na poupança é uma medida arriscada, mas nós temos responsabilidade. Vamos manter a sua valorização e adaptá-la para a possível queda dos juros, em patamar menor do que 8,5% ao ano', insistiu a presidente.
No Palácio do Planalto, há receio de que a discussão da medida provisória, com mudanças na mais popular das aplicações, seja contaminada pelo clima eleitoral. Dilma, porém, está convencida de que pode vencer a batalha da comunicação.

Os sindicalistas elogiaram o pronunciamento da presidente, por ocasião do Dia do Trabalho, quando ela classificou de 'inadmissível' a taxa de juro cobrada pelos bancos privados. Apesar de reiterar que não há motivo para a manutenção dessa 'lógica perversa', ela disse não estar em guerra contra os bancos.

Dilma e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, passaram a tarde explicando que as mudanças na poupança não afetarão depósitos antigos e só valerão para os novos quando a taxa Selic ficar igual ou abaixo de 8,5% ao ano. A primeira reunião do dia foi com o Conselho Político, formado por presidentes e líderes de partidos da base aliada. Depois, entraram os sindicalistas e, por último, os empresários.

'Todos nós saímos da conversa convencidos da necessidade das medidas', resumiu o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). 'Não mudando a regra do jogo no meio da partida e não mexendo em direito adquirido, por que ficaríamos contra?', perguntou o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical.

Na avaliação de Dilma, o Brasil tem três nós a desatar: juros, câmbio e impostos. 'Essa é nossa agenda e tenho certeza de que vamos dar passos históricos', argumentou ela. Disse, porém, que os problemas não serão resolvidos a curto prazo. 'É preciso prudência'.

Um comentário:

  1. Vc acha que todo brasileiro acredita em Papai Noel? Outra medida para reduzir juros, era o Governo parar de desperdiçar dinheiro.Por que não para de gastar? País de Corruptos.

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