quinta-feira, 19 de abril de 2012

Santander - Aumenta calote a Bancos na Espanha

Alguns podem não sobreviver

Ontem foi a Folha de São Paulo, HOJE é o Estadão, direto de MADRI, que trás a notícia alarmante. “Segundo analistas alguns bancos podem NÃO sobreviver”.
Sobreviver onde? Lá na Espanha? Ou nas filiais fora da Espanha?

Como a gente “não acredita em bruxas”, mas “elas existem”,
vejam MAIS UMA NOTA DE SONIA RACY, também no Estadão de Hoje:

“The voice
André Esteves, eleito Homem do Ano pela Câmara Brasil-Estados Unidos,
convidou LULA para fazer o discurso de abertura do evento.
Se os médicos deixarem, o ex-presidente vai para a festa no Waldorf Astoria,
em Nova York, no dia 7 de maio. Se não deixarem, ele gravará depoimento.”

Só para lembrar: André Esteves é o dono do BTG. Possível interessado no Santander Brasil.

Vamos continuar a esperar alguma resposta
dos Bancos envolvidos, do Governo brasileiro e da Bolsa de Valores. Afinal, o Santander está na Bolsa e esta negociação pode afetar os pequenos acionistas, além, dos clientes e funcionários.

Agora leiam a matéria do Estadão de hoje:

Crise aumenta calote a bancos na Espanha

Empréstimos de difícil recuperação chegaram a 8,2% em fevereiro, nível mais alto desde 1994

MADRI - O Estado de S.Paulo - Dow Jones Newswires - 19 de abril de 2012

Os empréstimos de difícil recuperação dos bancos espanhóis subiram em fevereiro ao nível mais alto desde outubro de 1994, para 8,2% de suas carteiras, segundo dados do Banco da Espanha divulgados ontem.

Os bancos estão enfrentando uma nova onda de calotes enquanto a crise econômica se aprofunda e analistas afirmam que alguns podem não sobreviver conforme o governo implementa cortes de orçamento que se somarão aos problemas das famílias em quitar suas dívidas.

Os empréstimos de difícil recuperação cresceram 3,8 bilhões (US$ 4,99 bilhões) para 143,8 bilhões em fevereiro sobre o mês anterior. Em janeiro, eles totalizavam 7,9% da carteira de crédito.

A situação, motivada pelo colapso do boom imobiliário que se seguiu à crise global de 2008, está no cerne dos problemas dos bancos espanhóis, que têm tido seus pedidos de empréstimo recusados por outras instituições, forçando alguns deles a recorrer a financiamento do Banco Central Europeu (BCE).

A taxa de desemprego da Espanha é a maior da União Europeia e deve subir mais,
colocando mais pressão sobre consumidores e famílias.

Na terça-feira, o Banco da Espanha aprovou todos os planos de 135 bancos espanhóis de ampliação de capital,
mas informou que alguns deles podem enfrentar dificuldade para cumprir as exigências mais duras cobradas pelo governo./ DOW JONES NEWSWIRES

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