quinta-feira, 26 de abril de 2012

Bradesco e Itaú - A Disputa Continua

O tempo passa e a distância diminui

Coisa de louco! Ideia fixa de competidor! Perseverança! Obstinação!
Qualquer que seja o nome vale para a disputa pública que existe entre o Bradesco e o Itaú.

Roberto Setúbal fez um lance de mestre ao adquirir o Unibanco.
O Bradesco sentiu o lance e até trocou o presidente do banco. Com o novo presidente e o “time mais coeso”, partiu para o “crescimento orgânico”.
A verdade é que, mesmo a lucratividade do Itaú sendo maior, o Bradesco tem conseguido diminuir a diferença entre os Ativos dos dois bancos.

São dois competidores que não podem ser subestimados.
O tempo mostrará o resultado.
Vejam esta matéria do jornal Brasil Econômico:

Bradesco reduz distância do líder


BRASIL ECONÔMICO - FATO RELEVANTE – SP - SP - 25/04/2012 - Pág. 30

Diferença entre tamanho de bancos, em ativos, já chegou a 40,4%; hoje é de 13,6%

O Itaú Unibanco mantém o posto de maior banco privado do país, que assumiu desde a fusão entre os dois bancos que lhe dão nome, em novembro de 2008. No entanto, a cada trimestre o então líder Bradesco vem reduzindo a diferença.

Ao final de 2008, a diferença era de R$ 183,7 bilhões, o que significava um Itaú Unibanco com ativos 40,4% superiores ao do concorrente.
No primeiro trimestre desse ano, a diferença caiu para R$ 107,3 bilhões, garantindo ao banco das famílias Setubal e Villela um tamanho 13,6% superior ao Bradesco.

Essa redução relativa ocorre porque nos últimos trimestres o Itaú Unibanco esteve envolvido com a fusão, penalizando o crescimento dos ativos — principal indicador para medir o tamanho de um banco.
Em março, os ativos totais eram de R$ 896,84 bilhões, um crescimento de 15% em 12 meses. Já no Bradesco, o crescimento no mesmo período foi um pouco maior, 16,9%, chegando a R$ 789,55 bilhões.

O maior banco do país continua sendo o público Banco do Brasil, que em dezembro contabiliza ativos de R$ 981,23 bilhões.

Embora crescendo menos, o Itaú conseguiu atingir o objetivo de reduzir o seu índice de eficiência (quanto menor, melhor), que mede a relação entre receitas e despesas de uma instituição financeira.

No primeiro trimestre, esse indicador chegou a 44,5%, queda de 2,9 pontos percentuais em relação a igual período de 2011. Isso significa dizer que o banco gastou R$ 44,50 para cada R$ 100 em receitas. A meta do Itaú é chegar ao final de 2013 com índice de 41%. No Bradesco, esse indicador está em 42,7%.

2 comentários:

  1. É uma quetão de tempo para retomarmos a liderança. Comprando o Santander ou não vamos retomar. Se comprarmos vai ficarmais fácil.

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  2. Acho dificeis os Espanhóis venderem seu Tesouro , o Banco Santander tem 150 anos de idade e no momento a operação Brasileira é a que dá mais lucro no mundo por que venderiam ? A venda do Santander ajudaria na europa mais não salvaria os bancos na europa .

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